IBOV

108.013,47 pts

+1,26%

SP500

4.554,00 pts

+0,47%

DJIA

35.187,23 pts

+0,46%

NASDAQ

15.134,60 pts

+0,57%

IFIX

2.807,06 pts

+0,17%

BRENT

US$ 88,33

-0,12%

IO62

¥ 736,00

+0,20%

TRAD3

R$ 4,18

-2,10%

ABEV3

R$ 14,54

-0,27%

AMER3

R$ 33,20

+9,89%

ASAI3

R$ 12,03

+0,92%

AZUL4

R$ 25,27

-1,32%

B3SA3

R$ 12,26

-0,40%

BIDI11

R$ 22,50

+8,69%

BBSE3

R$ 20,68

+1,82%

BRML3

R$ 8,73

+4,55%

BBDC3

R$ 17,62

-0,11%

BBDC4

R$ 21,10

-1,26%

BRAP4

R$ 28,71

+3,05%

BBAS3

R$ 31,01

+0,87%

BRKM5

R$ 49,20

+0,14%

BRFS3

R$ 23,71

+1,67%

BPAC11

R$ 19,90

+5,40%

CRFB3

R$ 15,04

+2,94%

CCRO3

R$ 11,34

+0,08%

CMIG4

R$ 12,96

+1,64%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,08

+1,46%

COGN3

R$ 2,20

-2,22%

CPLE6

R$ 6,49

+2,04%

CSAN3

R$ 21,97

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CPFE3

R$ 26,67

+1,79%

CVCB3

R$ 11,56

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CYRE3

R$ 14,75

+7,58%

ECOR3

R$ 7,29

+1,67%

ELET3

R$ 33,04

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ELET6

R$ 32,35

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EMBR3

R$ 20,58

-2,78%

ENBR3

R$ 21,64

+2,36%

ENGI11

R$ 41,31

+0,07%

ENEV3

R$ 12,91

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EGIE3

R$ 39,33

+1,60%

EQTL3

R$ 22,20

+1,64%

EZTC3

R$ 18,90

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FLRY3

R$ 18,13

+1,62%

GGBR4

R$ 29,04

+1,53%

GOAU4

R$ 12,11

+2,45%

GOLL4

R$ 16,45

+0,42%

NTCO3

R$ 20,87

+3,11%

HAPV3

R$ 10,92

+3,80%

HYPE3

R$ 28,42

+1,39%

IGTA3

R$ 33,24

+0,00%

GNDI3

R$ 63,74

+3,64%

IRBR3

R$ 3,37

+0,59%

ITSA4

R$ 9,62

+0,10%

ITUB4

R$ 23,48

-0,67%

JBSS3

R$ 36,61

+0,02%

JHSF3

R$ 4,95

+1,22%

KLBN11

R$ 25,69

+2,22%

RENT3

R$ 49,85

+0,28%

LCAM3

R$ 22,45

+0,98%

LWSA3

R$ 8,64

+12,64%

LAME4

R$ 6,28

+9,40%

LREN3

R$ 24,85

+5,74%

MGLU3

R$ 6,31

+7,13%

MRFG3

R$ 22,69

+0,30%

BEEF3

R$ 9,87

-1,30%

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R$ 11,24

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MULT3

R$ 18,75

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PCAR3

R$ 19,98

+1,62%

PETR3

R$ 34,25

-0,92%

PETR4

R$ 31,49

-0,47%

VBBR3

20,52

+4,69%

PRIO3

R$ 23,99

+0,29%

QUAL3

R$ 16,64

+3,61%

RADL3

R$ 20,54

-0,19%

RAIL3

R$ 16,73

+2,01%

SBSP3

R$ 35,69

+2,38%

SANB11

R$ 31,52

+0,19%

CSNA3

R$ 26,47

+2,63%

SULA11

R$ 23,77

+5,45%

SUZB3

R$ 61,85

-1,59%

TAEE11

R$ 36,81

+1,74%

VIVT3

R$ 48,69

+2,26%

TIMS3

R$ 12,99

+2,20%

TOTS3

R$ 25,30

+4,67%

UGPA3

R$ 13,23

+3,19%

USIM5

R$ 16,75

+1,26%

VALE3

R$ 88,21

+2,20%

VIIA3

R$ 4,00

+6,66%

WEGE3

R$ 30,50

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R$ 19,37

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IBOV

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ASAI3

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AZUL4

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B3SA3

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BIDI11

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R$ 28,71

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BBAS3

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HYPE3

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IGTA3

R$ 33,24

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GNDI3

R$ 63,74

+3,64%

IRBR3

R$ 3,37

+0,59%

ITSA4

R$ 9,62

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ITUB4

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JBSS3

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JHSF3

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+1,22%

KLBN11

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RENT3

R$ 49,85

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LCAM3

R$ 22,45

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LWSA3

R$ 8,64

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LAME4

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LREN3

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YDUQ3

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Provisões dos Bancos: entenda como são provisionados os efeitos da Covid-19

tcschool

13 MAI

4 MIN

Provisões dos Bancos: entenda como são provisionados os efeitos da Covid-19

Neste texto, vamos comentar sobre as provisões reconhecidas pelos grandes bancos em virtude da pandemia, seguindo os seguintes tópicos:

  • Como funciona o contas a receber dos bancos
  • Motivo do reconhecimento das provisões para perdas
  • Como analisar seus reflexos nos balanços

Divulgações dos resultados do primeiro trimestre

Com as apresentações dos resultados do primeiro trimestre desse ano, observamos aumento nas provisões dos bancos com perdas estimadas no contas a receber. Por exemplo, juntos, os valores reconhecidos dos bancos Itaú, Banco do Brasil, Bradesco e Santander somam quase R$ 27 bi em provisões para perdas, um aumento de 54% em relação ao primeiro trimestre de 2019.

Nesse sentido, Itaú e Bradesco registraram os maiores valores provisionados, com quase R$ 17 bi reconhecidos.

Grafico provisões dos bancos

Como funciona o contas a receber dos bancos?

O contas a receber, deve refletir o valor que será pago pelos clientes à empresa. Ou seja, esse ativo irá se transformar em caixa no futuro, à medida que o cliente for quitando sua dívida.

Desta forma, no momento em que o banco empresta dinheiro ao cliente, essa transação figurará como um ativo de contas a receber por operações e de crédito. Na medida em que o cliente paga, esse contas a receber transforma-se em caixa, até a sua baixa total.

Por que reconhecer as provisões com perdas estimadas?

As normas contábeis, brasileira e internacional, exigem que os ativos não podem estar registrados no balanço por valor superior ao de sua realização. Na prática, se houver indícios de que o ativo sofreu desvalorização, está obsoleto ou existe dúvidas quanto seu recebimento (vendas a prazo ou empréstimos), a parcela a qual a perda é provável deve ser baixada.

Para mais detalhes, leia o nosso texto no TC School sobre o teste de recuperabilidade dos ativos (impairment), no qual comentamos dos fundamentos do CPC 01.

Contabilização das provisões dos bancos e reflexos no balanço patrimonial

O provisionamento das perdas estimadas é realizado através da redução do ativo em questão (valor provável de não recebimento) que está no balanço patrimonial ao mesmo tempo em que se reconhece a despesa, afetando também o resultado.

Assim, o seguinte lançamento é efetuado pela contabilidade da empresa:

Débito – Despesa com perdas estimadas nas contas a receber

Crédito – (Ativo) (-) Provisão para perda esperada

Para exemplificar, vamos verificar os reflexos das provisões reconhecidas nas demonstrações financeiras do Itaú.

Na linha “(-) Provisão para perda esperada” observamos o saldo acumulado em 31/03/20 de R$ 42.747 bi, referente ao montante que o banco espera não receber de seus clientes.

Na demonstração de resultado, podemos observar o valor de R$ 10 bi reconhecidos no primeiro trimestre desse ano.

Mas e se os bancos não sofrerem calotes efetivamente?

Por outro lado, é importante ressaltar que as provisões dos bancos reconhecidas são estimativas, o que pode levar a futuras reversões se a administração julgar que as perdas não ocorrerão.

Desta forma, em caso de futuras reversões, estas irão aumentar o resultado futuro, “estornando” o que foi reconhecido como despesa anteriormente.

Neste caso, a contabilidade realizará o seguinte registro:

Débito – (Ativo) (-) Provisão para perda esperada

Crédito – Receita – Reversão de perdas estimadas nas contas a receber

Porque as perdas reconhecidas diferem entre os bancos?

Para fins de divulgação nas demonstrações contábeis, os critérios para reconhecimento das perdas estimadas são estabelecidos por julgamento da administração de cada banco, sendo verificado o nível de risco no recebimento, onde deve-se buscar sempre refletir a realidade.

Relação entre provisão reconhecida x empréstimos

Podemos analisar as perdas prováveis de cada empresa de forma nominal, relacionado a despesa reconhecida com o contas a receber.

Podemos ver esta relação para os bancos que mencionamos no início do texto.

provisoes dos bancos

Vamos verificar a evolução desta relação no gráfico abaixo:

Todavia, dentre as provisões dos bancos que comentamos, o banco Santander Brasil manteve o mesmo patamar reportado no 1T19. O que nos leva a inferir que, diferente de Itaú, Bradesco e Banco do Brasil, em um primeiro momento, o banco não considera aumento expressivo na inadimplência de sua carteira de clientes.

O mesmo pode acontecer para empresas de outros setores?

Da mesma forma que observamos aumento nas provisões dos bancos, independente do setor de atuação, é possível que esse tipo de provisão aumente nas próximas divulgações de resultados, visto o desaquecimento da atividade econômica, o que pode levar a empresas e pessoas não honrarem seus compromissos.

Acompanhe suas empresas!

É muito importante acompanhar no decorrer do tempo, a evolução da relação percentual entre as provisões para perdas estimadas/contas a receber de qualquer empresa.

Desta forma, podemos avaliar a qualidade da gestão na concessão de crédito e vendas a prazo, ao verificarmos o percentual que pode não se transformar em caixa.

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Arlindo Souza
Arlindo Souza
Analista de conteúdo no TradersClub | Mercado financeiro
Contador, Mestre em Ciências Contábeis. Foi professor/pesquisador do departamento de contabilidade da UFRN e atuou em contabilidade de S.A. É investidor com base em análise fundamentalista.

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