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A inflação é uma só? Como o dragão atinge as diferentes famílias

22 NOV

5 MIN

Hoje vamos entender como a inflação atinge as diferentes classes sociais no Brasil.

A inflação oficial no Brasil é medida pelo IPCA, que é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Ele é calculado pelo IBGE e tem uma atualização divulgada todo mês.

A última divulgação da inflação no país, referente ao mês de outubro, chegou ao patamar de 8,24% em 2021 e de 10,67% nos últimos 12 meses.

Esses são os números oficiais e gerais. São baseados no custo de vida médio de famílias com renda entre 1 e 40 salários mínimos. Ou seja, leva em consideração uma cesta de produtos e o impacto deles para uma família padrão que abrange um universo amplo.

Isso não quer dizer que todos os brasileiros vão sentir a inflação da mesma forma. O dragão que acaba “comendo” nosso dinheiro é sentido de diferentes maneiras a depender do seu estilo de vida e hábito de consumo. 

Geralmente, as classes mais pobres são mais afetadas pela variação dos preços. Tem sido assim esse ano, por exemplo. Pelo sétimo mês seguido, as rendas mais baixas tiveram um impacto maior.

Para entender como a inflação atinge de modo diferente as diversas classes sociais, elencamos os seguintes tópicos:

  • As classes sociais no Brasil
  • Inflação em cada classe social 
  • O que explica a diferença
  • Qual a perspectiva

Boa leitura!

As classes sociais no Brasil

O cálculo de como a inflação atinge as diferentes classes sociais no Brasil é feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Como vamos levar em conta os dados levantados pelo instituto, é importante entender como eles fazem a divisão das classes sociais.

São seis tipos de classes classificadas conforme a renda familiar. Esse ponto é importante. É levado em consideração o valor da renda da família. As classes vão de “Renda muito baixa” até “Renda Alta”. 

Veja a classificação:

Faixa de renda familiar Classificação
Menor que R$ 1.808,79 Renda muito baixa
R$ 1.808,19 a R$ 2.702,88 Renda baixa
R$ 2.702,88 a R$ 4.506,47 Renda média-baixa
R$ 4.506,07 a R$ 8.956,26 Renda média
R$ 8.956,26 a R$ 17.764,49 Renda média-alta
Maior que 17.764,49 Renda alta

Inflação em cada classe social

Como falei acima, a inflação é sentida de maneira diferente pelas classes sociais. E, pelo sétimo mês seguido, ela foi maior para as classes mais baixas.

De acordo com o Ipea, a maior pressão inflacionária em 2021 está nas rendas média-baixa e muito baixa. Nos últimos 12 meses, a inflação para a renda muito baixa chega a 11,39%. Para a renda mais alta é de 9,32%.

Renda Inflação
Renda muito baixa 11,39%
Renda baixa 11,13%
Renda média-baixa 11,09%
Renda média 10,55%
Renda média-alta 9,76%
Renda alta 9,32%

Dessa forma é possível perceber que a diferença entre as duas pontas tem sido de 2,07 pontos percentuais nos últimos 12 meses.

O IPCA de outubro foi de 1,25%. De acordo com o Ipea, a inflação no mês para as famílias de renda muito baixa foi de 1,35%, enquanto as famílias de renda alta tiveram uma inflação de 1,20%. O menor patamar em outubro foi sentido pelas famílias de renda média-alta: 1,10%.

classes sociais inflação

Elaboração própria com dados do Ipea.

O que explica a diferença

Você pode estar se perguntando sobre como a inflação atinge as famílias de diferentes formas.

Essa diferença é explicada pela cesta de consumo de cada classe. Afinal, a alta dos alimentos, do gás e energia têm impacto maior nas camadas mais pobres da população brasileira.

Já para as famílias com maior rendimento, o impacto mais forte vem do combustível, transporte por aplicativo e passagens aéreas

Como citei lá no começo, a conta da inflação é feita em cima de uma cesta de produtos. Esses produtos são aqueles que estão na média das famílias. Mas, sabemos, há variações.

A composição dos gastos tem variação grande de família para família. Como tem sido sentido este ano, as famílias de menor renda têm gastos maiores proporcionalmente com a alimentação, energia, transporte público e outros itens mais ligados à sobrevivência.

Por outro lado, as famílias com maior renda têm espaço no orçamento para gastos diferentes e mais ligados ao estilo de vida. São gastos com veículo próprio, lazer, saúde e viagens. Há também um gasto grande na área de serviços.

Desta forma, o impacto da inflação é diferente no orçamento de cada família. Elas sentirão os aumentos de forma distinta.

A perspectiva para 2022

O avanço da diferença entre os dois extremos das classes sociais não era algo esperado pelo Ipea.

Depois dos efeitos da pandemia, a expectativa do instituto era que a inflação das faixas convergisse ainda este ano. O racional era que haveria um equilíbrio com o avanço da vacinação e a retomada em todo o país. 

Mas não aconteceu. 

Agora, a expectativa do Ipea é que ocorra uma convergência do impacto da inflação para ricos e pobres em 2022.

Isso viria com um alívio em itens que têm impacto maior para as rendas menores (como alimentos) e uma alta na outra ponta, para as camadas mais ricas, como serviços e bens industriais.

Enquanto a inflação segue acima do esperado, é preciso encontrar meios para diminuir esse impacto. A primeira medida é a mudança de hábitos de consumo na tentativa imediata de evitar o descontrole do orçamento mensal. É a ação do curto prazo.

No longo prazo a ação é investir. Mas não é possível para todos, principalmente para as classes mais baixas que sofrem muito mais. Quem tem condição deve se organizar para diminuir o impacto da inflação no patrimônio ou superar a desvalorização do dinheiro.

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