IBOV

108.088,71 pts

+0,49%

SP500

4.697,03 pts

-0,09%

DJIA

35.738,50 pts

-0,05%

NASDAQ

16.376,98 pts

-0,11%

IFIX

2.674,54 pts

+0,51%

BRENT

US$ 76,36

+0,71%

IO62

¥ 638,50

-3,77%

TRAD3

R$ 6,39

+0,62%

ABEV3

R$ 16,07

-0,18%

AMER3

R$ 30,58

+2,61%

ASAI3

R$ 14,41

+2,56%

AZUL4

R$ 26,03

+5,25%

B3SA3

R$ 12,08

+0,24%

BIDI11

R$ 38,20

+2,11%

BBSE3

R$ 21,75

+2,49%

BRML3

R$ 8,28

+4,41%

BBDC3

R$ 17,67

-0,61%

BBDC4

R$ 20,80

-0,71%

BRAP4

R$ 53,58

-0,64%

BBAS3

R$ 32,69

+0,27%

BRKM5

R$ 65,20

-2,07%

BRFS3

R$ 20,12

-1,56%

BPAC11

R$ 21,68

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CRFB3

R$ 14,87

+0,13%

CCRO3

R$ 12,60

-3,96%

CMIG4

R$ 13,97

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HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,30

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COGN3

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CPLE6

R$ 6,33

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EMBR3

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ENEV3

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HAPV3

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HYPE3

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IGTA3

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GNDI3

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VBBR3

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PRIO3

R$ 20,89

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RADL3

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RAIL3

R$ 17,72

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SBSP3

R$ 38,69

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R$ 26,88

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R$ 35,72

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R$ 15,08

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VIIA3

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AMER3

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ASAI3

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AZUL4

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IRBR3

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JBSS3

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JHSF3

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-0,06%

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YDUQ3

R$ 24,42

+3,08%

Títulos Privados de Renda Fixa

29 OUT

6 MIN

Títulos Privados de Renda Fixa, já ouviu falar deste tipo de investimento? É o tema do texto de hoje!

Com a sequência de altas na Taxa Selic, e a previsão de um patamar ainda maior ao final do ano, a busca por títulos de renda fixa voltou a ganhar força entre investidores e poupadores brasileiros.

A opção em títulos privados de renda fixa, considerada mais segura e estável para o investidor, por isso indicada para aqueles mais conservadores, não estava muito atrativa nos últimos anos devido ao patamar mais baixa da taxa de juros. 

O cenário mudou recentemente. A escalada na taxa feita pelo Copom tem tornado a renda fixa mais atrativa do que era no ano passado, por exemplo. E, consequentemente, mais procurada. 

Vale ressaltar, antes de entrar à fundo no assunto, que não podemos viver no 8 ou 80. Assim como no ano passado, com a Selic em seu menor patamar na história, não era o fim da renda fixa, desta vez, com a alta da taxa, ela não se torna a melhor e única opção do mundo. 

Além deste alerta, há outros pontos a se observar. Sempre falo sobre a necessidade de investir de acordo com os objetivos que possui. Assim você consegue enquadrar cada produto em questões de risco, volatilidade e prazo. Outra questão importante é avaliar a rentabilidade real, não somente a nominal.

A rentabilidade real é aquela descontada a inflação. Qual o ganho de fato que você terá depois de corrigir o valor pela inflação. E cuidado para não cair na tentação de perpetuar o cenário atual, como se fosse permanente uma inflação alta. 

Dito isto, vamos ao que interessa. Nesse texto você vai encontrar:

  • O que são títulos privados de renda fixa
  • Diferença entre títulos privados e públicos
  • Exemplos de títulos privados de renda fixa
  • Como investir nessa classe de ativo

Boa leitura!

O que são títulos privados de renda fixa

Os títulos privados são aqueles ativos emitidos por bancos, financeiras e empresas que buscam financiar novos projetos ou ter capital de giro, por exemplo. Em suma, o objetivo de um lançador de um título privado é captar recursos.

Esses títulos lançados no mercado são como um empréstimo que o investidor faz. A dívida é lançada com a promessa de ser paga ao final de um prazo com determinada taxa de rendimento.

Indicadores

Geralmente, a rentabilidade tem alguns indicadores como base, como o CDI ou o IPCA.  Há também algumas opções onde a rentabilidade é prefixada. 

Algumas características dos títulos privados de renda fixa são parecidas com outros tipos de investimentos. As taxas podem ser pós-fixadas (um percentual do CDI, por exemplo), pré-fixadas (8% ao ano) ou mista (como pagar o IPCA + uma taxa). Não há uma regra sobre prazos. 

Além disso, os títulos podem ter liquidez diária ou com o resgate somente no vencimento, sem a possibilidade de se desfazer no meio do caminho. O risco, que é um fator importante a ser observado, varia de acordo com o emissor daquele título. 

Diferença entre títulos privados e públicos

A diferença básica entre os títulos privados e os títulos públicos é o órgão emissor. Enquanto no segundo caso a emissão acontece pelo Tesouro Nacional, no primeiro, como disse acima, é de responsabilidade de empresas privadas.

Fora isso, há algumas semelhanças. O objetivo nos dois casos é bem parecido: captar recursos. As características de prazo e remuneração também são variadas. Mas há uma grande diferença: o risco.

No caso dos títulos público, o lastro é o governo. Ou seja, há um menor risco de crédito em relação aos títulos privados.

Não à toa que os títulos emitidos pelo Tesouro Nacional são considerados os mais seguros do mercado. Por outro lado, os títulos privados dependem do seu emissor.

A rentabilidade compensa o risco

Geralmente, a rentabilidade compensa o risco. O que quero dizer com isso? Quanto mais arriscado for, maior a rentabilidade para convencer o investidor. Os riscos de crédito são medidos pelas agências de rating, que têm características próprias. Lembre-se de observar bem esse ponto. 

Exemplos em títulos privados de renda fixa

Vamos então para alguns exemplos de títulos de renda fixa que você vai encontrar no mercado brasileiro. Além de citar cada um, uma breve explicação de sua funcionalidade. Vamos lá:

LCA/LCI

São títulos emitidos por bancos com o objetivo de financiar projetos específicos. As Letras de Crédito Agrícola (LCA) são destinadas a projetos agrícolas, como o nome diz.

No caso das LCI (Letra de Crédito Imobiliário), a destinação é para projetos imobiliários. Esses ativos são livres de imposto de renda para pessoa física. 

CDBs (Certificado de Depósito Bancário)

Títulos emitidos por bancos e instituições de pagamentos, o CBD é uma forma de captar recursos, que podem ser utilizados como capital de giro ou disponibilizados para empréstimo e financiamentos.

Tais títulos têm sua remuneração pós-fixada, pré-fixada ou atrelada à inflação. A liquidez pode ser diária ou com prazo definido. Em relação à tributação, têm como base a tabela regressiva do imposto de renda. 

LC (Letras de Câmbio)

Enquanto os CBDs são emitidos por bancos e instituição de pagamento, a LC é emitida por financeira. O objetivo é o mesmo. 

Debêntures

Já os CDBs são emitidos por bancos, as LCs por instituições financeiras, e as debêntures são emitidas por empresas de sociedade anônima (S.A.). Essa é uma das formas que uma empresa de capital aberto ou fechado pode captar recursos.

A diferença é que a emissão pública de debêntures é permitida apenas para empresa de capital aberto. Existem alguns tipos de debêntures com características próprias.

As incentivadas, por exemplo, têm como objetivo a captação de recursos específicos para o desenvolvimento do país. Geralmente são utilizadas em projetos de infraestrutura. Por fundamento, elas têm a isenção do imposto de renda. 

CRIs/CRAs

Os CRIs e os CRAs têm alguma semelhança com as LCIs e LCAs. Os Certificado de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio são títulos com lastro.

No caso do primeiro, o lastro está no fluxo de pagamentos de aquisição de imóveis, que ficam como garantia da operação. Já no segundo título privado, a alienação pode ser da terra ou da produção.

Ambos são investimentos isentos da tributação de IR e também de IOF. Eles têm, porém, uma desvantagem em relação às LCIs/LCAs: não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC)

Como investir nessa classe de ativo

Os títulos privados de renda fixa são encontrados em bancos e corretoras.

No caso dos bancos, a oferta geralmente é mais limitada. Então, se procura uma variedade maior de títulos privados, o melhor a fazer é pesquisar na corretora que você tiver conta. Há também a possibilidade de investir nos títulos privados por meio de fundos de investimento. 

É importante lembrar de sempre pesquisar e estudar o ativo a ser escolhido. Além do emissor, avalie os prazos, taxas e outros documentos que houver. 

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