IBOV

105.069,69 pts

+0,68%

SP500

4.533,93 pts

-0,65%

DJIA

34.576,46 pts

+0,06%

NASDAQ

15.689,07 pts

-1,57%

IFIX

2.610,67 pts

+1,06%

BRENT

US$ 69,81

-0,83%

IO62

¥ 628,00

+2,44%

TRAD3

R$ 6,70

-2,89%

ABEV3

R$ 16,00

+0,62%

AMER3

R$ 27,81

+1,90%

ASAI3

R$ 13,30

+7,25%

AZUL4

R$ 22,43

+0,80%

B3SA3

R$ 11,63

+2,10%

BIDI11

R$ 32,90

+0,67%

BBSE3

R$ 21,18

+1,29%

BRML3

R$ 7,94

+1,01%

BBDC3

R$ 17,81

+0,96%

BBDC4

R$ 20,76

+0,28%

BRAP4

R$ 51,70

-0,93%

BBAS3

R$ 32,20

+0,49%

BRKM5

R$ 60,50

+4,85%

BRFS3

R$ 19,62

-0,15%

BPAC11

R$ 21,25

+1,48%

CRFB3

R$ 14,78

-0,67%

CCRO3

R$ 12,56

+3,97%

CMIG4

R$ 13,80

+3,13%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,20

+2,80%

COGN3

R$ 2,48

+1,22%

CPLE6

R$ 6,21

-1,27%

CSAN3

R$ 22,37

+2,42%

CPFE3

R$ 27,89

+1,63%

CVCB3

R$ 14,15

+7,27%

CYRE3

R$ 14,93

+7,02%

ECOR3

R$ 8,82

+5,62%

ELET3

R$ 35,39

+2,78%

ELET6

R$ 34,40

+1,92%

EMBR3

R$ 19,15

-0,98%

ENBR3

R$ 21,43

+0,28%

ENGI11

R$ 46,66

+1,08%

ENEV3

R$ 14,53

+3,19%

EGIE3

R$ 39,47

+0,50%

EQTL3

R$ 23,56

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EZTC3

R$ 19,81

+4,64%

FLRY3

R$ 18,56

+3,57%

GGBR4

R$ 27,85

+1,45%

GOAU4

R$ 11,37

+0,17%

GOLL4

R$ 15,17

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NTCO3

R$ 25,75

-0,30%

HAPV3

R$ 11,43

+4,76%

HYPE3

R$ 28,28

+3,09%

IGTA3

R$ 33,24

+0,00%

GNDI3

R$ 64,54

+4,89%

IRBR3

R$ 4,18

-1,87%

ITSA4

R$ 9,85

-0,10%

ITUB4

R$ 22,98

-0,08%

JBSS3

R$ 33,41

-4,78%

JHSF3

R$ 5,19

+3,18%

KLBN11

R$ 24,20

-0,90%

RENT3

R$ 54,86

+2,40%

LCAM3

R$ 24,40

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LWSA3

R$ 12,75

+8,97%

LAME4

R$ 5,13

+2,60%

LREN3

R$ 29,25

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MGLU3

R$ 7,05

+4,28%

MRFG3

R$ 20,87

-5,69%

BEEF3

R$ 8,62

+1,65%

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R$ 11,97

+5,36%

MULT3

R$ 20,70

+3,19%

PCAR3

R$ 22,50

+1,44%

PETR3

R$ 30,07

+2,27%

PETR4

R$ 28,76

+1,66%

VBBR3

21,90

+2,91%

PRIO3

R$ 21,21

+1,62%

QUAL3

R$ 16,22

+1,88%

RADL3

R$ 22,82

+2,74%

RAIL3

R$ 18,10

+3,36%

SBSP3

R$ 37,32

+1,85%

SANB11

R$ 33,66

+0,11%

CSNA3

R$ 23,28

-0,55%

SULA11

R$ 26,47

+1,92%

SUZB3

R$ 57,10

-1,27%

TAEE11

R$ 37,66

+1,20%

VIVT3

R$ 50,85

+1,31%

TIMS3

R$ 13,77

+1,02%

TOTS3

R$ 30,50

+1,19%

UGPA3

R$ 14,74

+4,16%

USIM5

R$ 14,23

-1,18%

VALE3

R$ 71,87

-1,61%

VIIA3

R$ 5,36

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WEGE3

R$ 32,78

+0,76%

YDUQ3

R$ 23,76

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BBSE3

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RENT3

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LCAM3

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R$ 23,76

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As melhores oportunidades em FIIs com o aumento da SELIC

27 OUT

5 MIN

Com o anúncio do COPOM hoje (27/10/2021) estipulando o aumento da taxa SELIC em 150 bps, vamos comentar sobre as oportunidades de investimento em fundos imobiliários para o atual momento econômico.

Como os usuários do TC bem sabem, entramos em 2021 com a taxa SELIC em 2% ao ano. Entretanto, no mês de março, observando a alta da inflação, o COPOM deu início ao movimento de alta da SELIC, passando-a para 2,75% ao ano. 

Em primeiro lugar, precisamos entender qual a relação entre os fundos imobiliários e taxa de juros. Não irei discorrer sobre o tema neste artigo, tendo em vista que ele amplamente abordado por Felipe Sousa em artigo já publicado aqui no blog.

Pois bem, como podemos aproveitar esse movimento de alta da SELIC investindo em FIIs? É exatamente o tema que vamos tratar no artigo de hoje, onde abordaremos os seguintes pontos:

  • O que preciso saber sobre a Taxa SELIC?
  • Como aproveitar a alta da SELIC com FIIs?
  • Quais FIIs tem títulos atrelados ao CDI?

Boa leitura!

Ah, não posso me esquecer de deixar esse recado, qualquer dúvida, estamos disponíveis no Canal de Fundos Imobiliários do TC para discutirmos o tema e tirar quaisquer dúvidas. 

O que preciso saber sobre a Taxa SELIC?

A “Taxa SELIC” é a taxa de juros básica de nossa economia e funcionada como o principal instrumento financeiro de política monetária utilizado pelo Banco Central para controlar a inflação. 

Em suma, quando observamos uma redução da taxa SELIC, fato ocorrido no ano passado, fica mais barato para a população realizar empréstimos, o que estimula o consumo, sendo este um dos fatores responsáveis pelo aumento da inflação.

Por outro lado, quando observamos um aumento da taxa SELIC ocorre exatamente o contrário. Aqui, o custo do capital fica maior, reduzindo o consumo e, consequentemente, a inflação.

Atenção! Essa é análise muito simplista. Não basta o Banco Central aumentar a taxa SELIC para controlar a inflação. Temos outras variáveis nesta equação. Mas, é importante conhecer este movimento até para criarmos uma expectativa futura. 

A saber, o COPOM – Comitê de Política Monetária é o órgão do BACEN responsável por definir a taxa SELIC. O Comitê é composto por oito membros e se reúne a 8 vezes no ano para definir a taxa de juros SELIC. 

Em reunião realizada nos dias 21 e 22 de setembro de 2021, observando que a inflação continuava elevada, além de outros fatores macro, o COPOM decidiu elevar a taxa básica de juros em 1,00 ponto percentual e, foi além, prevendo que na próxima reunião, findada ontem, realizaria um aumento da mesma magnitude.

Dessa maneira, podemos dizer que foi dito e feito, como sabemos, o COPOM acabou de revelar (27/10/2021 às 18h30) que a nova taxa de juros SELIC é de 7,75% ao ano

Como aproveitar a alta da SELIC com FIIs?

Antes de tudo, preciso dizer uma coisa, embora tenha em suma nomenclatura a palavra imobiliário, os FIIs não possuem em seu portfólio apenas imóveis. Inclusive, os fundos compostos por imóveis são denominados “fundos de tijolo”. 

No entanto, temos também os FIIs de títulos e valores mobiliários que investem seu patrimônio em ativos diversos com lastro imobiliários. Atualmente, a maioria dos FIIs de títulos e valores mobiliários investem em CRIs – Certificado de Recebíveis Imobiliários. 

Aliás, os CRIs são títulos de renda fixa que podem ter rentabilidade pós-fixada e prefixada. Contudo, comumente vemos títulos de rentabilidade híbrida, isto é, corrigidos por um índice e acrescido de uma taxa de juros prefixada. 

Os títulos podem ser indexados a diversos índices. Mas, três são os principais, sendo eles: IPCA, IGP-M e CDI. Inclusive, sempre atento aos movimentos dos índices, quando estávamos observando a alta do IGP-M, apresentamos aqui quais FIIs se beneficiaram do movimento.

Então, conceitos econômicos ainda são uma dor de cabeça para você? Convido-o a conhecer o Curso Economia em Foco, ministrado por nossa Economista-Chefe Fernanda Mansano.

Pois bem, sabendo disso, a realidade é que temos FIIs que investem em títulos de renda fixa atrelados à taxa DI, conhecida tão somente por CDI, índice que tem acompanhado de perto a Taxa SELIC. Inclusive, algum deles, buscam adquirir títulos indexados a este índice. 

Pois bem, ao adquirir FIIs que tenham seus CRIs, ou parte deles, atrelados ao CDI, o investidor o investidor consegue “surfar” esse movimento de alta da SELIC, obtendo melhores rendimentos e, inclusive, possíveis ganhos de capital. 

Quais FIIs tem seus títulos atrelados ao CDI?

Antes de tudo, esse artigo não pode em momento algum ser confundido com uma indicação de investimento. Tão somente, apresentarei quatro FIIs que têm em seus respectivos portfólios CRIs atrelados ao CDI. 

Quer uma indicação de investimento? Recomendo conhecer as carteiras de FIIs do TC Matrix. Nelas, o investidor tem acesso as melhores indicações de investimentos.

Realizadas as devidas ponderações, passo a apresentar quatro FIIs de títulos e valores mobiliários que investem seu patrimônio em certificado de recebíveis imobiliários atrelados ao CDI. Vamos a eles. 

KNCR11 – Kinea Rendimentos Imobiliários

No caso, em respeito aos mais velhos, não poderíamos deixar de citar em primeiro lugar o KNCR11. Fundo gerido pela Kinea, foi um dos primeiros fundos de recebíveis de nosso mercado. 

Com cinquenta e dois CRIs em sua carteira, o fundo KNCR11 tem 92,4% de seu patrimônio líquido indexado ao CDI. Isso, sem considerarmos o caixa, que hoje representa 6,5% do PL e está rendendo a SELIC. 

VGIR11 – Valora RE III Fundo de Investimento Imobiliário

Com quarenta e um CRIs em sua carteira, o fundo gerido pela Valora Investimentos tem 85,9% dos seus ativos atrelados ao CDI. Este, por sua vez, está todo investido, não tendo um caixa para ser considerado. 

RBRY11 – RBR Crédito Imobiliário Estruturado

O fundo gerido pela RBR Asset Management tem seu patrimônio distribuído em vinte e um CRIs além de ter fundos imobiliários também. Atualmente, 42% do patrimônio investido em CRIs está indexado ao CDI.

Mas, quando olhamos para o book de FII do fundo, percebemos que ele investe nos dois primeiros FIIs aqui apresentados, sendo VGIR11 sua maior posição e KNCR11 a terceira maior posição. 

BTCR11 – FII BTG Pactual Crédito Imobiliário

Por fim, apresentamos o BTCR11, fundo de recebíveis imobiliários gerido pelo BTG Pactual que tem vinte e quatro CRIs na carteira, sendo 41% do seu patrimônio exposto ao CDI.  

Concluindo

Por fim, tenho que reiterar, conhecer o movimento dos índices é importante para que você possa conhecer os movimentos de mercado e se posicionar nos momentos certos em seus ativos. 

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