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Livro "Ruído: uma falha no julgamento humano", de Daniel Kahneman

05 NOV

7 MIN

Na resenha de hoje, vamos falar da mais nova obra do psicólogo e vencedor do prêmio Nobel, Daniel Kahneman. O livro “Ruído” (em inglês, “Noise”) trata sobre o erro humano. Ou melhor, elenca aspectos interessantes sobre os tipos de erros que afetam o nosso julgamento.

Segundo Kahneman, em todo julgamento existe ruído. Mas, afinal, qual seria o problema do ruído? E como podemos higienizá-lo para não interferir em nossas tomadas de decisões?

  • A estrutura do livro
  • O que é ruído?
  • Viés, ruído e o erro
  • Por que o ruído é um problema?
  • Tipos de ruído
  • Conclusão

Boa leitura!

A estrutura do livro de Daniel Kahneman

O livro de Daniel Kahneman é dividido em seis partes, sendo 28 capítulos. Na parte I, os autores examinam a diferença entre viés e ruído e mostram como organizações públicas e privadas podem ser “ruidosas”.

Já na parte II, a natureza do julgamento humano é investigada, mostrando que o julgamento é tão suscetível a vieses quanto ao ruído.

A parte III é focada em um tipo de julgamento extremamente comum: o julgamento preditivo. Já na parte IV, o psicólogo volta o texto mais à psicologia humana, explorando as causas do ruído.

Por fim, as partes V e VI são mais práticas, e mostram ao leitor como aprimorar o julgamento e prevenir erros.

O que é Ruído?

A primeira vista, sabemos por influência do senso comum que ruído significa barulho, som ou interferência externa não desejada. O livro aborda outra noção do termo, mais próxima da ideia estatística de ruído.

Para exemplificar, imagine que quatro grupos de amigos foram para um estande de tiro, sendo cada grupo composto por quatro amigos; eles compartilham uma arma e cada um dispara um tiro.

No mundo ideal, todos os tiros deveriam acertar o alvo na mosca (alvo 1). Mas no mundo real, vemos que dois fatores atrapalham os atiradores.

O primeiro deles é o viés. O viés é uma tendência ou uma distorção favor ou contra uma coisa. Se a equipe for viesada, todos os tiros estarão fora do alvo, com um desvio específico para alguma área.

O segundo é o ruído, que seria uma “variabilidade em julgamentos que deveriam ser idênticos”. Quando o grupo tem influência do ruído, os tiros são espalhados pelo alvo quase que de maneira aleatória, dificultando prever para onde iria o próximo.

Contudo, quando o ruído e o viés são combinados, encontramos erros complexos (alvo 4). Esses, por si só são mais difíceis de serem corrigidos, pois não são influenciados apenas por vieses que podem ser corrigidos ou controlados.

Viés, ruído e o erro

Apesar do exemplo acima, o livro de Daniel Kahneman não é sobre tiro ao alvo. Seu tema é o erro humano.

E para entender o erro, devemos compreender tanto o viés como o ruído.

Às vezes, apesar do ruído ser o problema mais importante, o viés rouba a cena. O viés é debatido em milhares de artigos e livros, mas poucos mencionam o problema do ruído. Nas próprias palavras dos autores, o livro é uma tentativa de restabelecer o equilíbrio.

Por que o ruído é um problema?

É comum que ao julgarmos algo, sempre buscamos a “verdade” ou um valor verdadeiro, que pode não ser o mesmo para todo mundo.

Como dito anteriormente, o ruído é uma variabilidade indesejada em julgamentos que deveriam ser próximos. Apenas com o exemplo anterior, talvez não fique muito claro seu efeito prejudicial e, por isso, os autores resolveram citar diversos estudos de caso.

O que mais me chamou atenção foi um estudo realizado com uma amostra de 1.5 milhões de disputas judiciais, onde se investigou se o ruído impactava as decisões de juízes. Nele, verificou-se que as decisões condenatórias variam significativamente para crimes similares.

Uma observação curiosa foi a de que os juízes passam sentenças mais severas se seu time de futebol tiver perdido poucos dias antes. Se o time tiver ganho, eles tendem a ser mais permissivos. O que é bastante preocupante, pois as decisões legais deveriam ter pouca variabilidade quando casos são similares.

Tipos de Ruído

Os autores reconhecem dois principais tipos:

  • o ruído de ocasião; e
  • o ruído sistêmico.

O ruído de ocasião acontece quando fatores externos influenciam as decisões de um indivíduo ou de um grupo.

Por exemplo: A performance do seu time de futebol influencia na sentença do juiz. Uma revisão do ruído pode perceber o problema e ajudar a evitá-lo.

O ruído sistêmico ou “system noise” é mais complexo. Ele descreve a variabilidade indesejada que acontece quando um grupo de especialistas tenta avaliar de forma separada eventos similares. Para “limpar” este tipo de ruído se usam métodos mais robustos.

Investimentos e os outros tipos de ruído

O ambiente financeiro é por natureza um formador de ruído. Os mercados funcionam nas diferenças – variabilidade – de opiniões.

Alguns investidores são mais otimistas, já outros são pessimistas; uns compram uma ação, enquanto outros vendem.

Este é um tipo de ruído sistêmico conhecido como ruído de nível ou “level noise”. Ele descreve a diferença de julgamento entre os especialistas.

Outro tipo de ruído sistêmico é o ruído padrão ou “pattern noise”, que remete aos valores individuais dos especialistas.

Voltando ao exemplo dos investimentos, alguns analistas podem ser mais otimistas com ações do seu setor favorito em comparação a ações de outros setores.

Ruído e variabilidade de opinião

Não se pode confundir as duas coisas!

Ter diferentes opiniões é importante, pois se pode refletir e construir conhecimento. O problema acontece quando temos variabilidade em julgamentos que deveriam ser idênticos, como no caso dos juízes, onde os mesmos casos deveriam ter penas parecidas.

Como tomar decisões melhores

Na parte V, especificamente no capítulo 19, o autor tenta mostrar um caminho de como podemos tomar decisões melhores.

Ele chama esse método de “higienização de decisão”, ou “decision hygiene”. Quando tomamos um medicamento, estamos buscando tratar uma doença ou um sintoma em particular. Quando nos higienizamos, lavando as mãos, por exemplo, não sabemos ao certo quais germes estamos matando e provavelmente nunca saberemos.

O termo “decision hygiene” vem daí. Uma das formas de fazer essa higiene de decisão é se disciplinar a pensar de forma independente.

No contexto do mundo dos investimentos, ao analisar uma empresa, é importante avaliar suas diversas características de forma independente. Se por acaso você pedir a opinião de pessoas sobre um determinado investimento, verifique se essas pessoas são independentes uma das outras.

Outros métodos de higienização de decisão

O ruído é um inimigo invisível, pois além de ser imprevisível é difícil de se explicar. Com isso, para tratá-lo é mais fácil nos prevenirmos.

São alguns outros métodos de higiene:

Observadores externos

Um dos métodos citados é fazer uma “auditoria” dos julgamentos por observadores externos (juízes externos). Isso por sermos muitas vezes cegos para os nossos erros e as diferentes opiniões destes podem encontrar vieses (e ruídos) não identificados.

Passo a passo

Durante boa parte do livro, os autores mostram como algoritmos conseguem tomar decisões de forma menos errônea que humanos. Uma das características principais deles é que eles são construídos e funcionam através de ordens sequenciais. Nós, por outro lado, somos muitas vezes influenciados por intuições prematuras, temos necessidade de completar as coisas, resultando em vieses que atrapalham nosso processo decisório.

Regras simples

Um método complementar ao anterior é o de construir regras simples. Pessoas que não têm regras simples no seu dia-dia (bons hábitos) tendem a ser influenciadas por muitos ruídos de ocasião em seus julgamentos. Quando se entende o problema do ruído, se passa a dar valor às regras e à disciplina.

Conhecimento relativo

Não somos tão bons em conhecimentos específicos quanto somos em conhecimentos relativos. Sabemos, por exemplo, que uma ação A é mais arriscada que uma ação B, mas não sabemos exatamente o quanto cada uma tem de nível de risco. Sempre que possível é recomendável usar o conhecimento relativo ao invés do conhecimento absoluto.

Conclusão

Portanto, como estamos sujeitos ao ruído, nossas decisões podem parecer uma “loteria”. Mesmo que a gente consiga se livrar dos vieses, diferentes fatores continuam influenciando nossas decisões.

Assim, o livro busca nos fazer entender quais são esses fatores e quais são suas variáveis. Com o entendimento do problema, podemos começar a equilibrar a balança e “higienizar” o ruído. Com disciplina e cuidado, podemos decidir de forma limpa e consistente.

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Referências

Kahneman, D., Sibony, O., & Sunstein, C. R. (2021). Noise: a flaw in human judgment. First edition. New York: Little, Brown Spark.

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