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"Real: o plano por trás da história", dirigido por Rodrigo Bittencourt

iris-sousa

26 NOV

8 MIN

"Real: o plano por trás da história", dirigido por Rodrigo Bittencourt

O plano real foi um plano de estabilização econômica que teve sucesso no Brasil em 1994, conseguindo controlar a hiperinflação que o país enfrentava.

A situação econômica brasileira no período era caótica economicamente e politicamente. O Brasil acabara de sair de uma ditadura militar, com dívidas externas exorbitantes e uma inflação esmagadora sobre a população.

O cenário era emergente e necessitava de medidas drásticas para coibição dos malefícios inflacionários. Sob a liderança de Fernando Henrique Cardoso (FHC), uma equipe econômica começa a trabalhar em um plano para salvar o país.

Esse é o enredo histórico que precede o filme “Real: o plano por trás da história”. O filme brasileiro dirigido por Rodrigo Bittencourt (2017) tem como figura principal o economista Gustavo Franco, o grande precursor e considerado pai da moeda real.

O filme demonstra as complicações políticas atreladas aos pensamentos ideológicos e conflitos internos da equipe econômica à frente da tentativa de salvar o país. 

Sendo assim, na resenha de hoje vamos falar um pouco sobre o filme e seus aspectos. O texto se divide da seguinte forma:

  • Breve Histórico 
  • Principais aspectos do filme
  • Gustavo Franco e o Plano Real
  • Pontos de reflexão
  • Onde assistir?

Boa leitura!

Plano Real - filme

“Real: o plano por trás da história”

Breve Histórico 

O filme “Real: o plano por trás da história” foca no processo de criação e implementação do plano real, sem retornar tanto no contexto histórico que o país havia vivido para chegar até aquele momento. 

Sobretudo, é importante entender o que levou o Brasil à beira de um colapso tal qual ocorreu em meados de 1993. 

Foram diversos fatores históricos, somados a uma perspectiva pessimista da própria população brasileira. 

Em meados de 1982, já com o decaimento da ditadura militar, o Brasil acumulava uma dívida externa muito grande. Com a Crise da Dívida Externa Latino-Americana, após o México declarar moratória em 1982, a confiança nas economias latino-americanas diminuiu.

Nesse momento, a inflação no Brasil estava em torno de 100% ao ano. No início dos anos 90, em um ano, a inflação já chegava a 6.800%. Isso significava, na prática, que um produto que você comprava no começo de um ano estava, em um período de 12 meses, 68 vezes mais caro (Silva, 2021).

Após esse período, vários planos foram implementados com falhas tentativas de salvar o Brasil (como o Plano Collor I, Plano Collor II e o Confisco das Poupanças).

Desta forma, o território brasileiro estava marcado pela inflação, crise política em decorrência da Nova República e um sistema monetário altamente descredibilizado pelos próprios brasileiros. 

Em 1992, Itamar Franco assumiu o cargo de Presidente da República, tendo a missão de conseguir controlar a hiperinflação.

Foi nesse contexto que Fernando Henrique Cardoso foi nomeado Ministro da Fazenda, com o compromisso de minimizar os efeitos inflacionários. Os desafios que se colocavam diante de um problema econômico tão imediato faziam com que o cargo de Ministro da Fazenda possuísse uma grande visibilidade na opinião pública.

Principais aspectos do filme

Apesar de FHC ter maior nome e visibilidade quando falamos de Plano Real, ele foi na verdade apenas o grande responsável por reunir a equipe econômica que deu criação e execução ao plano.

O filme “Real: o plano por trás da história” tem como figura central Gustavo Franco, economista da equipe e que foi um dos mais importantes para a criação do real, dado que a grande ideia veio dele. 

Ao estabelecer Franco como protagonista, a obra relata a forma racional e assídua que o então economista agia diante de suas idealizações pessoais e políticas, bem como suas relações profissionais. Fato esse que na época lhe atribuiu o aspecto de “anti-herói”.

Além dos aspectos atrelados ao Gustavo, o longa aborda o cenário político da época incluindo também as questões partidárias. Essa inclusão ao filme é relevante à medida que expõe ao público o enorme jogo político que estava envolvido na época.

Apesar do país estar enfrentando um momento notadamente desastroso, os interesses eleitorais e políticos eram sobressalentes, exigindo resoluções imediatas que passassem confiança à população.

O filme “Real: o plano por trás da história” reproduz diálogos da época, bem como noticiários, de forma imparcial. Faz um paralelo entre os acontecimentos e uma entrevista de uma jornalista com o Gustavo Franco anos à frente dos fatos. 

Apesar do plano real ter sido eficaz à época, os malefícios atrelados a fatos posteriores e ao autoritarismo de Franco trouxeram malefícios que o fizeram ser julgado, posteriormente, na CPI do Banestado.

Gustavo Franco e o Plano Real

Gustavo Franco é um economista, empresário e consultor brasileiro. Foi presidente do Banco Central do Brasil e é professor do departamento de Economia da PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio de Janeiro desde 1986.

No longa, Gustavo é retratado de forma fria e ríspida, colocando os interesses ideológicos e econômicos acima de qualquer situação. 

Franco foi convidado para integrar a equipe econômica que tinha a missão de salvar o Brasil pelo seu antigo professor, o economista Pedro Sampaio Malan. Ao aceitar o convite, Franco deixou claro suas intenções de revolucionar a economia brasileira, em especial no longo prazo.

Sobretudo, suas intenções foram até certo ponto barradas dado o jogo político de querer resultados imediatos. 

Um ponto crucial do filme é quando Pedro Malan propõe a utilização de uma teoria posteriormente chamada de “Larida” publicada por André Lara Resende e Pérsio Arida na década de 80. a Teoria de caráter “polêmico” foi utilizada como base para a criação e a implementação do real. 

Plano Real em três etapas

Apesar de muitas vezes apenas sabermos do sucesso que foi o plano real, não estamos totalmente cientes do enredo que precedeu sua implementação.

Real: o plano por trás da história detalha as três fases que foram cruciais para a implantação da moeda no território brasileiro.

Franco afirma sobre o caráter comportamental dos brasileiros, que não confiaram em uma nova moeda em circulação, requerendo fases de implementação. Sendo assim, o plano se dividiu em três momento

Primeira etapa

Foi um grande ajuste fiscal através da criação de um fundo social de emergência. Foi uma forma do governo mexer no orçamento que estava congelado para poder parar cortes de despesas.

Segunda etapa

Criação da Unidade Real de Valor (URV), que era um moeda indexada ao dólar (1 URV = 1 dólar) e foi usada dentre março a junho de 1994. forçou os agentes a reajustarem seus preços e contratos nessa moeda que era uma unidade de conta, pois o cruzeiro continuava sendo a moeda de pagamento. 

Isso foi dando confiança à moeda frente a população que conseguiu desindexar os preços de forma geral. Isso acabou com a chamada “inflação inercial”.

Terceira etapa

Foi a constituição do Real como a moeda oficial do Brasil e ocorreu em 1 julho de 1994. Tendo sucesso de imediato, dado que a inflação caiu em 6% apenas em seu primeiro mês de implementação.

Pontos de reflexão do Plano Real

Após a implementação, o longa segue contando a história posterior a implementação, mostrando que as lideranças políticas ganharam força eleitoral pelo povo que ficou otimista com a diminuição inflacionária.

Nesse mesmo cenário, Fernando Henrique Cardoso, que havia saído da posição de Ministro da Fazenda, era agora eleito como Presidente do Brasil em primeiro turno com 54% dos votos.

Sob um aspecto reflexivo, a eleição de FHC teve força imediata pela popularização de suas medidas eficazes. Sobretudo, é válido salientar que apesar do sucesso do Plano Real, houveram dificuldades no processo de estabilização, principalmente para o desenvolvimento econômico do país. 

Isso porque todo o plano real foi baseado na âncora cambial de paridade do real com o dólar e isso teve um custo expressivo para a população. Para equivaler um dólar a um real, tinha que ter a mesma quantidade de dólares e real na economia brasileira.

Para isso, várias reformas foram feitas (como a abertura comercial brasileira, etc) para atrair capitais estrangeiros o suficiente para manter a superficialidade de 1 para 1. Além de que foi necessário utilizar também grande parte da reserva de dólar que o Brasil possuía, ficando quase zerada.

A tração desse capital estrangeiro para apreciar o real ocorreu porque o diferencial de juros foi exorbitante. A Selic chegou a um valor nominal de 45% em 1999 (IPEADATA), esse capital que entrava era basicamente especulativo que se baseava nesse ganho expressivo, com a possibilidade de sair a qualquer momento do país. 

Quando isso não bastava, era necessário contratar mais dívida externa. Sendo assim, uma das consequências do plano real foi a diminuição ou desaceleração de crescimento/desenvolvimento do país, dado que algumas empresas não sustentaram esse cenário econômico.

Conclusão

“Real: o plano por trás da história”, traz o cenário político e econômico da época em que o Brasil enfrentou um período turbulento em sua economia. 

O longa consegue explicar sobre o que aconteceu no período em termos políticos e econômicos, propiciando que se tirem conclusões sobre as assertivas e erros do governo e, em especial, do personagem principal Gustavo Franco.

Alguns são assíduos apoiadores das ideologias de Franco, ao passo que outros condenam suas atitudes quando esteve à frente do Banco Central, nomeado por FHC em seu mandato imediato ao sucesso do plano.

Por fim, o filme traz ainda aspectos comportamentais dos personagens envolvidos nessa recorte da história brasileira.

Onde assistir?

O filme é um longa-metragem brasileiro do gênero drama histórico político. Com direção de Rodrigo Bittencourt e roteiro de Mikael de Albuquerque. 

“Real: o plano por trás da história” está disponível no site Globoplay e conta com um elenco renomado das telinhas, como Cássia Kis, Norival Rizzo, Emílio Orciollo Netto, Paolla Oliveira e Bemvindo Sequeira.

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Referências

SILVA, Daniel Neves. “Plano Real”; Brasil Escola, 2021. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/itamar-economia.htm. Acesso em 26 de novembro de 2021.

Estagiária do TC School | Graduanda em Ciências Contábeis (UFPB)

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