IBOV

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SP500

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DJIA

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BRENT

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IO62

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TRAD3

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-1,73%

ABEV3

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AMER3

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ASAI3

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As empresas divulgam boas e más notícias da mesma forma?

tcschool

22 FEV

4 MIN

As empresas divulgam boas e más notícias da mesma forma?

A temporada de balanços é o período do ano onde as empresas divulgam suas demonstrações financeiras no intuito de informar os investidores sobre o seu desempenho financeiro e não financeiro. Os investidores usam essas informações para tomarem suas decisões, sejam elas de compra, venda ou de manutenção dos seus investimentos.

As decisões tomadas pelos investidores são direta e indiretamente influenciadas pelo tipo de informação que é divulgada pelas empresas. Ou seja, se a notícia é boa ou ruim para a empresa, provavelmente irá interferir de forma diferente na decisão do investidor.

Estudos mostram que, sabendo disso, as empresas usam diferentes estratégias para divulgar as informações para os investidores. Nesse texto mostraremos algumas estratégias utilizadas pelas empresas para a divulgação de informações boas e ruins. Elencamos o artigo nos seguintes tópicos:

  • Maior disseminação das informações boas
  • Postergação de divulgação das demonstrações financeiras

Boa leitura!

Maior disseminação das informações boas

Divulgação de lucros, distribuição de dividendos e aquisições

Uma das estratégias utilizadas pelas empresas é dar maior ênfase às notícias que são vistas como boas pelos investidores, como a divulgação de lucros, distribuição de dividendos, aquisição de outras empresas e etc. Esse tipo de prática já é documentado pela literatura na área de contabilidade e finanças.

Por exemplo, um estudo publicado em 2018, pela revista científica The Accounting Review, buscou identificar se as empresas tendem a disseminar mais as informações que são boas para ela, como o anúncio de lucros auferidos, do que as informações consideradas más. O estudo foi feito com empresas americanas e usou os dados divulgados por elas nas suas redes sociais, especialmente no Twitter, que foi identificada como a rede social mais utilizada pelas empresas.

Os resultados do estudo mostraram que as empresas têm menos probabilidade de disseminar notícias sobre lucros trimestrais por meio do Twitter quando as notícias são ruins e quando a perda de lucros é maior em magnitude. Ou seja, é possível que as empresas usem muito mais as redes sociais para divulgar informações que são favoráveis para elas do que informações desfavoráveis.

Desse modo, é importante que o investidor esteja atento a esse tipo de prática, pois ela pode gerar uma visão deturpada da empresa. Além disso, é importante que o investidor não use uma informação divulgada pelas empresas em redes sociais de forma isolada, mas sim analise o todo.

Vale salientar que ainda há poucas evidências desse tipo de prática para empresas brasileiras. No entanto, já há estudos que indicam outro tipo de prática.

Postergação de divulgação das demonstrações financeiras

As informações financeiras divulgadas pelas empresas devem ser úteis para a tomada de decisão. Se elas devem ser úteis, elas devem ser relevantes e representar fidedignamente aquilo que pretendem representar. Além disso, a utilidade das informações financeiras é aumentada se forem comparáveis, verificáveis, tempestivas e compreensíveis.

Ou seja, divulgar as informações de forma tempestiva é uma forma de melhorar o tipo da informação que é divulgada pelas empresas. Afinal das contas, ninguém quer receber uma informação atrasada, certo? Seja ela boa ou ruim.

No entanto, estudos mostram que há uma tendência das empresas postergarem a divulgação de informações que não são boas. Por exemplo, Bagnoli et al. (2002) e Haw, Qi e Wu (2000) sugerem que, quando há a postergação da divulgação de informações em relação à data esperada pelo mercado, é provável que o relatório divulgado seja objeto de más notícias (Vivas, Ferreira e Costa, 2020).

No Brasil, um estudo recente publicado na Revista de Administração de Empresas, avaliou se o tipo de notícia a ser divulgada é um fator que pode influenciar a antecipação ou postergação da divulgação de informações ao mercado. Os resultados do estudo escrito pelos autores Vivas, Ferreira e Costa (2020) sugerem que as empresas com más notícias postergam a divulgação das informações contábeis em relação às datas esperadas.

Além disso, também foram encontradas evidências empíricas de que o tamanho da empresa, o endividamento e o fato de a empresa já ter postergado no período anterior à entrega da informação contábil também influenciam a divulgação das demonstrações contábeis atuais.

Por fim, consideramos que é possível perceber que as empresas usam estratégias diferentes para divulgar informações boas e ruins. O importante é que o investidor esteja atento a essas estratégias para não tomar decisões enviesadas.

Referências

Bagnoli, M., Kross, W., & Watts, S. G. (2002). The information in management’s expected earnings report date: A day late, a penny short. Journal of Accounting Research, 40(5), 1275-1296. doi: 10.1111/1475-679X.t01-1-00054

Jung, M. J., Naughton, J. P., Tahoun, A., & Wang, C. (2018). Do Firms Strategically Disseminate? Evidence from Corporate Use of Social Media. Accounting Review, 93(4), 225–252. https://doi.org/10.2308/accr-51906

Haw, I. M., Qi, D., & Wu, W. (2000). Timeliness of annual report releases and market reaction to earnings announcements in an emerging capital market: The case of China. Journal of International Financial Management & Accounting, 11(2), 108-131. doi: 10.1111/1467- 646X.00058

Vivas, A. B., Ferreira, F. R., & Costa, F. M. (2020). Más (Boas) Notícias e Postergação (Antecipação) de Divulgação de Demonstrações Financeiras. RAE: Revista de Administração de Empresas, 60(5), 352–364. https://doi.org/10.1590/S0034-759020200505

João Victor
João Victor
Atua como Pesquisador no Instituto universitário de Lisboa – ISCTE
Graduado em Ciências Contábeis e Gestão Financeira. Mestre em Ciências Contábeis. Foi professor/pesquisador do departamento de contabilidade da UFRN e de universidades particulares como UNP e UNIP. É investidor com base em análise fundamentalista.

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