IBOV

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SP500

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DJIA

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IFIX

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BRENT

US$ 86,29

-2,36%

IO62

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TRAD3

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ABEV3

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AMER3

R$ 34,18

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ASAI3

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AZUL4

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B3SA3

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BRML3

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BBAS3

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BRKM5

R$ 49,19

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BRFS3

R$ 23,36

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BPAC11

R$ 21,34

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CRFB3

R$ 14,65

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CCRO3

R$ 11,93

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JHSF3

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PETR4

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TOTS3

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AZUL4

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B3SA3

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KLBN11

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RENT3

R$ 54,13

+8,58%

LCAM3

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+8,33%

LWSA3

R$ 8,55

+11,47%

LAME4

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+2,22%

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R$ 6,65

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R$ 22,35

-1,49%

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R$ 19,59

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O EBITDA ajustado é inflado? Entenda como

tcschool

02 ABR

4 MIN

O EBITDA ajustado é inflado? Entenda como

Pesquisa da USP com base em empresas brasileiras listadas em bolsa aponta que os principais ajustes feitos no EBITDA podem estar inflando o número. Cuidado!

EBITDA AJUSTADO

Dá para medir a performance operacional com uma única medida?

Há uma percepção no mercado corporativo de que a real performance operacional de uma empresa e seu potencial de crescimento não podem ser refletidos adequadamente por meio de uma medida única.

Neste sentido existem reivindicações no mercado por parte das companhias quanto ao uso e divulgação de medidas não contábeis (ou “não-GAAP”, ou ainda “non-GAAP”) em relatórios corporativos.

Contudo, uma fração considerável de pesquisas anteriores sugere inconsistências e oportunismo quando do reporte de medidas não-GAAP.

O que são medidas não-GAAP?

Medidas não-GAAP são assim denominadas pois não atendem aos Princípios Contábeis Geralmente Aceitos, princípios estes inerentes aos demonstrativos financeiros preparados conforme o International Financial Reporting Standards (IFRS).

Números advindos da aplicação dessas medidas estão geralmente associados a resultados ou ganhos contábeis ajustados.

Dada a variedade de conceitos e possibilidade de existência de vieses quando da preparação das medidas non-GAAP.

O papel de tais métricas na comunicação corporativa, tem sido questionado na academia. Por entes normatizadores e reguladores e também por firmas globais de consultoria e auditoria contábil.

Devemos usar o EBITDA e o EBITDA Ajustado?

Se não sabe o que é o EBITDA Ajustado, antes de prosseguir no texto, clique aqui.

Uma pesquisa realizada na FEA/USP, conduzida por Gabriela Vasconcelos de Andrade e pelo professor Dr. Fernando Dal-Ri Murcia. Investigou em relatórios anuais e trimestrais de companhias listadas,  no índice IBrX 100 da B3. as características e implicações da divulgação voluntária de duas das medidas,  não-GAAP mais utilizadas e divulgadas no cenário corporativo brasileiro:

  1. EBITDA
  2. EBITDA Ajustado

Quais são as características relacionadas com a divulgação do EBITDA?

A pesquisa buscou, primeiramente, estudar determinadas características relacionadas às referidas divulgações, tais quais: frequência, concentração setorial e compliance com aspectos de regulamentação da Instrução CVM n° 527/12 – que regula este tipo de divulgação.

Os resultados apurados, com base nesse objetivo evidenciaram que:

  • Há uma forte representatividade e consistência de divulgação tanto do EBITDA como do EBTIDA Ajustado nas companhias (85% das companhias da amostra divulgaram o EBITDA para todos os períodos analisados e 74% divulgaram o EBITDA Ajustado para todos os períodos analisados).
  • Em relação ao requerimento da ICVM n° 527 de que seja apresentada uma conciliação do EBITDA e do EBITDA Ajustado ao lucro contábil, 37% das conciliações ao EBITDA não estavam de acordo com os requisitos de cálculo requeridos e 45% das conciliações ao EBITDA Ajustado não estavam de acordo com os requisitos de cálculo requeridos.
  • Quando a conciliação não estava de acordo com estes requisitos, a principal razão para tal foi a consideração de ajustes adicionais não permitidos pela metodologia de cálculo da ICVM n° 527 (55% das inconsistências referem-se ao efeito do método de equivalência patrimonial – MEP no resultado contábil e da participação de acionistas não controladores ou minoritários).

Entenda os ajustes adicionais para o EBITDA Ajustado

Os ajustes adicionais ao EBITDA foram investigados de duas formas:

a) identificação dos ajustes adicionais mais comuns reportados e a relação entre esses ajustes e requerimentos contábeis conforme IFRS; e

b) comparação entre o montante do EBITDA e do EBITDA Ajustado para as empresas que divulgaram as duas medidas simultaneamente em pelo menos um dos períodos analisados.

Os resultados apurados com base nesses objetivos evidenciaram que:

  • Os ajustes adicionais mais comuns reportados pelas companhias nos períodos analisados foram: Impairment, Provisões, Correção de Erros e Equivalência Patrimonial, com, respectivamente, 28%, 1%, 1%, e 1% de concentração do montante total de ajustes divulgados. Todos estes três principais ajustes, têm uma relação com requerimentos contábeis vigentes conforme as normas do IFRS.
  • Apesar, de os demais tipos de ajustes realizados não possuírem uma relevância em relação ao montante total ajustado. Apenas, 79% deles é fruto do efeito de um requerimento contábil conforme IFRS nas demonstrações financeiras. Como por exemplo: Mensuração ao valor justo, Capitalização de juros, Operações descontinuadas, Hedge Accounting, dentre outros.
  • Em 72% dos períodos em que as duas medidas foram divulgadas concomitantemente, o EBITDA Ajustado foi maior que o EBITDA. Esse resultado, sugere que podem estar sendo incluídos mais ou somente itens negativos na conciliação ao lucro contábil. Por parte dos preparadores (ou seja, ajustes que estariam inflando o EBITDA Ajustado).
  • 100% das empresas que divulgaram a conciliação ao EBITDA de forma inconsistente, apresentou o EBITDA Ajustado como sendo maior que o EBITDA em pelo menos dos períodos analisados.

O que faz as empresas brasileiras divulgarem o EBITDA Ajustado?

A pesquisa também se dedicou a investigar quais seriam os fatores determinantes para explicar a propensão de companhias quanto à divulgação de números Não-GAAP.

Os resultados estatísticos da pesquisa sugerem que empresas de maior porte, que aderem a níveis de governança corporativa da B3. E que possuem receitas líquidas menores estão mais propensas a divulgar as medidas non-GAAP em seus relatórios corporativos.

As evidências advindas da pesquisa, quando observadas em conjunto, corroboram com a discussão atual de órgãos reguladores e normatizadores ao apontar o papel informativo de medidas não-GAAP.

Todavia, é importante alertar que estes números não-GAAP necessitam ser acompanhados e fiscalizados pelos entes cabíveis pelo fato de que possuem certa discricionariedade quando de suas utilizações e divulgações, e também por não serem escopo de auditorias independentes (asseguração do número não-GAAP).

Fonte:

Pesquisa: “IFRS e a divulgação das medidas de desempenho não-GAAP “EBITDA” e ” EBITDA Ajustado” no cenário corporativo brasileiro”.

Autora: Ma. Gabriela de Souza Vasconcelos (Gabriela Vasconcelos de Andrade – nome de casada)

Orientador: Prof. Dr. Fernando Dal-Ri Murcia

Para acessar o trabalho completo, clique aqui.

Para saber mais sobre manipulação de lucros, assista ao nosso vídeo.

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