IBOV

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+0,50%

SP500

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+0,30%

DJIA

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+0,12%

NASDAQ

16.386,14 pts

+0,37%

IFIX

2.673,21 pts

+0,46%

BRENT

US$ 76,07

+0,84%

IO62

¥ 647,50

-2,41%

TRAD3

R$ 6,40

+0,78%

ABEV3

R$ 16,08

-0,12%

AMER3

R$ 30,59

+2,65%

ASAI3

R$ 14,39

+2,42%

AZUL4

R$ 26,18

+5,86%

B3SA3

R$ 12,12

+0,58%

BIDI11

R$ 38,23

+2,19%

BBSE3

R$ 21,66

+2,07%

BRML3

R$ 8,27

+4,28%

BBDC3

R$ 17,73

-0,28%

BBDC4

R$ 20,82

-0,62%

BRAP4

R$ 53,76

-0,31%

BBAS3

R$ 32,75

+0,46%

BRKM5

R$ 65,54

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BRFS3

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-1,17%

BPAC11

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+2,68%

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R$ 14,93

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CMIG4

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CIEL3

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MGLU3

R$ 6,81

-10,63%

MRFG3

R$ 22,59

+6,30%

BEEF3

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+1,15%

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R$ 12,25

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MULT3

R$ 20,76

+3,43%

PCAR3

R$ 23,05

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PETR3

R$ 31,08

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PETR4

R$ 29,35

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VBBR3

22,95

+3,37%

PRIO3

R$ 20,97

-4,37%

QUAL3

R$ 16,80

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RADL3

R$ 23,75

+2,01%

RAIL3

R$ 17,70

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SBSP3

R$ 38,55

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SANB11

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R$ 26,92

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R$ 58,65

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VIVT3

R$ 49,08

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TIMS3

R$ 13,33

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TOTS3

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+2,48%

UGPA3

R$ 15,37

+3,22%

USIM5

R$ 15,05

+0,87%

VALE3

R$ 75,76

-0,74%

VIIA3

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WEGE3

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+4,28%

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IGTA3

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JBSS3

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JHSF3

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+4,33%

KLBN11

R$ 25,25

+0,79%

RENT3

R$ 55,97

+3,86%

LCAM3

R$ 24,68

+3,74%

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R$ 14,55

+5,28%

LAME4

R$ 5,63

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LREN3

R$ 29,60

+0,47%

MGLU3

R$ 6,81

-10,63%

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BEEF3

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+1,15%

MRVE3

R$ 12,25

+5,87%

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PETR3

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-0,35%

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-0,03%

VBBR3

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PRIO3

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WEGE3

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YDUQ3

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+3,03%

Padrões Gráficos: Continuidade

20 JUL

6 MIN

Hoje iremos falar um pouco sobre as figuras nos gráficos de candlesticks, quais são as principais e como elas podem ajudar no nosso modo de enxergar o gráfico.

Esse tema advém da análise gráfica que, caso fossemos comparar as matérias de escola, seria a geometria, enquanto a análise técnica a álgebra.

Por isso, a análise gráfica tem como objetivo identificar padrões recorrentes no gráfico como as figuras que nos indicam algo que, provavelmente, pode vir a acontecer. Sempre vale lembrar que tudo é probabilidade, logo, não há nenhum método infalível que irá acertar 100% das vezes, tire isso da cabeça.

Dentro desses padrões, conseguimos classificá-los em duas categorias:

  • Padrões de continuidade
  • Padrões de reversão

Abordaremos apenas uma dessas categorias, os padrões de continuidade. A próxima ficará no texto que está por vir. Então, vamos lá!

Boa leitura!

Padrões Gráficos

Padrões de continuidade

São, basicamente, padrões que nos mostram uma pausa na tendência atual do mercado, onde conseguimos visualizar uma consolidação dos preços em que, após a ativação da figura montada, há uma maior probabilidade de continuar o movimento que antecede o padrão.

Conseguimos visualizar no exemplo a seguir no gráfico da Magazine Luiza (MGLU3):

mglu

Fonte: TradingView; Ativo: Magazine Luiza (MGLU3)

No exemplo, vimos um padrão de continuidade que chamamos de triângulo simétrico. Iremos abordá-lo no decorrer do texto, mas a ideia é que consiga visualizar a continuação do movimento de alta, após período em que o preço praticamente ficou de lado.

Então, quais os padrões de continuidade mais importantes? São eles:

  • Retângulo;
  • Bandeira e Flâmula;
  • Triângulo simétrico;
  • Triângulo ascendente;
  • Triângulo descendente.

Retângulo

Esse padrão, assim como os outros, apresenta um período de consolidação nos preços durante certo período.

Os retângulos são formados por, no mínimo, dois topos e dois fundos na mesma região, onde podem ser ligados por linhas horizontais.

linhas horizontais

Fonte: TradingView; Ativo: Grupo Natura (NTCO3)

Conseguimos projetar alvos a partir dessa figura, seja de baixa ou de alta que o preço possa atingir após rompimento do suporte ou resistência, respectivamente.

Como conseguimos fazer isso? Basta pegar a altura do retângulo, sendo ela a distância entre as duas linhas, e projetá-la para cima ou para baixo, dependendo do movimento que antecede.

ntco3

Fonte: TradingView; Ativo: Grupo Natura (NTCO3)

Existem duas características muito importantes dos retângulos que precisamos levar em consideração:

(1) Tempo de acumulação – Quanto maior o período em que o preço oscila dentro desse retângulo, maior a importância que devemos dar ao eventual rompimento dele, aumentando as chances de alcançar o alvo que projetamos.

(2) Volume – Com o volume acima da média, confirma a sede que o lado dominante do mercado está tendo para a continuação do movimento. Durante o período de acumulação dentro do retângulo, é comum vermos o volume abaixo da média.

Mas afinal, como consigo tirar proveito desse padrão? Existem 2 formas de entrarmos a partir de sua formação, sendo elas:

(1) No rompimento – Logo após o rompimento do retângulo, no candle que fecha fora da congestão, entramos comprando ou vendendo, dependendo da direção do mercado, com o stop na mínima da figura.

(2) No pullback – Após romper essas lateralizações, o mercado costuma voltar até a zona que foi rompida para testá-la como suporte ou resistência, dependendo da direção. Caso venha marcar fundo, para tendência de alta, ou topo, para tendência de baixa, entramos acreditando na continuação do movimento e tendo uma melhor relação de risco x retorno.

Bandeiras e flâmulas

As duas são figuras muito úteis quando falamos de continuação do movimento e, também, muito semelhantes em sua essência, pois tem características muito parecidas:

(1) Um forte movimento, quase que vertical, antecedendo sua formação, a esse damos o nome de mastro;
(2) Correção do movimento numa congestão;
(3) Retomada, a partir da ativação, do movimento que antecede sua formação.

A partir da primeira característica conseguimos visualizar melhor, dado que elas acontecem após fortes movimentos do mercado, seja ele de alta ou de baixa. A única diferença que conseguimos ver entre elas é o formato do padrão, enquanto a bandeira lembra um retângulo inclinado, a flâmula lembra um triângulo.

Bandeira

bandeira

Fonte: TradingView; Ativo: Ibovespa (IBOV)

Flâmula

bpac11

Fonte: TradingView; Ativo: BTG Pactual (BPAC11)

Quando falamos de projeção de alvo, ambas as figuras funcionam da mesma forma. Utilizando o tamanho do movimento inicial, projetamos a mesma distância a partir da linha base da bandeira ou flâmula.

Vale salientar que, o rompimento da figura, geralmente, acontece com um aumento do volume. Algumas pessoas acreditam na projeção a partir da linha superior do padrão que, nesse caso, teríamos um alvo otimista.

Mas, afinal, como consigo tirar proveito desse padrão? Existem 2 formas de entrarmos a partir de sua formação, sendo elas:

(1) No rompimento – Logo após o rompimento da bandeira ou da flâmula, no candle que fecha fora da congestão, entramos comprando ou vendendo, dependendo da direção do mercado, com o stop na mínima da figura.

(2) No pullback – Após romper essas congestões, o mercado costuma voltar até a zona que foi rompida para testá-la como suporte ou resistência, dependendo da direção.

Caso venha marcar fundo, para tendência de alta, ou topo, para tendência de baixa, entramos acreditando na continuação do movimento e tendo uma melhor relação de risco x retorno.

Triângulos

Triângulo simétrico

Essa figura também se caracteriza por uma congestão. O triângulo é formado por, no mínimo, dois topos descendentes e dois fundos ascendentes, como podemos ver o exemplo no gráfico a seguir:

triângulo simétrico

Fonte: TradingView; Ativo: Magazine Luiza (MGLU3)

E, para variar, o rompimento da linha de resistência ou suporte costuma ser a favor do movimento que antecede a figura e, nesses momentos, conseguimos visualizar também um aumento do volume negociado.

Quando falamos de projeção, temos uma forma simples: basta pegar a altura total do triângulo, sendo a diferença entre o fundo mais baixo e o topo mais alto, e projetar a partir do rompimento da resistência rompida, como podemos ver no exemplo a seguir:

rompimento da resistência

Fonte: TradingView; Ativo: Magazine Luiza (MGLU3)

Triângulo ascendente

Também conhecido como triângulo de alta, é caracterizado por fundos mais altos enquanto forma topos no mesmo nível de preços, onde, normalmente, há o rompimento dessa resistência, pois há uma força maior por parte dos compradores. E, para projetarmos um alvo, funciona da mesma forma, onde pegamos a altura do triângulo de sua base até o topo e projetamos a partir do rompimento, como podemos ver no exemplo a seguir:

triângulo ascendente

Fonte: TradingView; Ativo: PetroRio (PRIO3)

Aprenda na prática com vídeo no YouTube

Triângulo descendente

Também conhecido como triângulo de baixa, é caracterizado por fundos no mesmo nível de preços e topos mais baixos, onde, normalmente, há o rompimento desse suporte, pois há uma força maior por parte dos vendedores.

E, para projetarmos um alvo, funciona da mesma forma, onde pegamos a altura do triângulo de sua base até o topo, e projetamos a partir do rompimento, como podemos ver no exemplo a seguir:

triângulo descendente

Fonte: TradingView; Ativo: Cogna (COGN3)

E, para variar, a forma de utilizar todos os triângulos funcionam da mesma forma que as outras congestões/figuras de continuidade, tendo duas formas:

(1) No rompimento – Logo após o rompimento do triângulo, no candle que fecha fora da congestão, entramos comprando ou vendendo, dependendo da direção do mercado, com o stop na mínima da figura.

(2) No pullback – Após romper essas congestões, o mercado costuma voltar até a zona que foi rompida para testá-la como suporte ou resistência, dependendo da direção.

Caso venha marcar fundo, para tendência de alta, ou topo, para tendência de baixa, nós entramos acreditando na continuação do movimento e tendo uma melhor relação risco x retorno.

Conclusão

Pronto! Mais uma etapa vencida. Hoje você adquiriu mais algumas ferramentas para seu arsenal que, se utilizado da maneira correta, pode te trazer bons resultados. Te espero no próximo artigo onde vamos falar sobre os padrões de reversão.

Estagiário de Análise Técnica do TC

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