IBOV

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SP500

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DJIA

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IFIX

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BRENT

US$ 86,32

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IO62

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TRAD3

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ABEV3

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+0,73%

AMER3

R$ 30,31

+2,43%

ASAI3

R$ 12,13

+0,91%

AZUL4

R$ 26,33

+1,07%

B3SA3

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BIDI11

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BBSE3

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BRML3

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CCRO3

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Conheça a SPAC, a nova moda do mercado financeiro americano

lincoln-silva

14 MAI

6 MIN

Conheça a SPAC, a nova moda do mercado financeiro americano

É bem provável que você já tenha lido em algum lugar sobre SPAC, uma alternativa ao IPO tradicional que, apesar de existir há décadas, está entrando na moda no mercado financeiro americano, atraindo investidores de renome.

Os investidores estão utilizando as SPAC’s mais do que nunca, levantando uma quantia recorde de dinheiro em IPO. Para se ter uma ideia, somente em 2020, cerca de 296 SPAC’s foram formadas nos Estados Unidos, levantando mais de 96 bilhões de dólares, segundo os dados da SpacInsider.

Entretanto, apesar da recente popularidade, a SPAC possui riscos, embora costumam beneficiar aqueles que o organizam. Assim, antes de você decidir entrar em uma SPAC, deverá saber o que é, como funciona e porque somente agora está sendo tão falada.

  • O que é SPAC
  • Como funciona uma SPAC
  • Por que abrir capital por meio de uma SPAC
  • Alvarez & Marsal: primeira SPAC brasileira

Boa leitura!

SPAC

O que é SPAC?

Quando uma empresa com um negócio já estabelecido busca levar suas operações para o próximo nível, seus sócios e fundadores consideram abrir capital na bolsa de valores com o objetivo de captar recursos e realizar novos investimentos na companhia. Dessa forma, a empresa poderá atingir um crescimento que antes não seria possível.

Para abrir o capital, a empresa precisa realizar uma Oferta Pública Inicial, ou IPO, atendendo todas normas regulamentares e, assim, estreando suas ações em bolsa. No entanto, o processo para realizar um IPO tradicional costuma ser burocrático e caro para os sócios da companhia. É necessário atender as exigências dos órgãos reguladores, apresentar diversas documentações e arcar com custos altíssimos com bancos, auditoria externa e consultorias para auxiliá-los.

E se você pudesse levar uma empresa ao mercado de ações sem gastar tanto tempo e dinheiro? É aí que entram as companhias com propósito específico de aquisição, ou em inglês, Special Purpose Acquisition Company (SPAC).

A SPAC é uma empresa de “fachada”, fundada por um grupo sofisticado de investidores, que não possuem negócios ou ativos e são projetadas para levantar capital por meio de um IPO. Após a captação desses recursos, a SPAC utiliza o dinheiro que levantou para realizar uma fusão ou adquirir uma empresa em operação.

Como funciona uma SPAC?

Um fundo de investimento com experiência em determinado setor decide formar uma empresa de fachada, que não possui operações comerciais. O propósito da SPAC é encontrar uma companhia para adquirir por meio de uma fusão ou combinação de negócios.

Então, o gestor, também chamado de patrocinador, tenta convencer os investidores a investir nesta nova empresa. Nos Estados Unidos, o capital levantado vai para um fundo fiduciário que, normalmente, investe em títulos do governo de curto prazo, e só deverá ser desembolsado em caso de aquisição de uma empresa ou da liquidação da SPAC.

Confira na Figura 1, a linha do tempo de uma SPAC.

spac timeline

Fonte: Journal of Applied Finance – Issue 2, 2011

Os patrocinadores têm de 18 a 24 meses para adquirir uma empresa que eles consideram promissora. Caso a aquisição não seja feita no prazo, a SPAC é dissolvida e, na maioria dos casos, os investidores recebem o valor proporcional ao número de ações que eles possuem. Entretanto, se encontrarem uma empresa e aprovarem sua aquisição, a SPAC e a companhia se unem formando uma empresa de capital aberto.

Um ponto de atenção muito importante é que os investidores não são informados sobre a companhia que a SPAC planeja adquirir, pois isso poderia causar complicações no IPO.

Em outras palavras, investidores que detém ações da SPAC não têm conhecimento de onde realmente está colocando o seu dinheiro e, por isso, também é conhecida como “empresa de cheque em branco”. Os investidores estão financiando um projeto desconhecido, confiando apenas no conhecimento e na experiência do patrocinador por trás da SPAC para encontrar uma companhia atraente.

Uma forma de atrair investidores iniciais e incentivá-los é por meio da partial warrant, ou garantia parcial. Trata-se de um contrato que permite ao investidor a compra de um certo número adicional de ações a um determinado preço em um momento futuro.

Ou seja, você precisa de mais de uma ação para comprar uma ação adicional. Assim, se a SPAC anuncia uma aquisição atraente, valorizando o preço de suas ações, os investidores poderão exercer seu bônus de subscrição para comprar mais ações.

Por que abrir capital por meio de uma SPAC?

A vantagem de uma SPAC está em levantar capital no mercado de capitais, evitando toda burocracia regulatória e os custos e riscos envolvidos em um IPO tradicional. Além disso, para os proprietários das empresas, vender para uma SPAC pode significar um adicional ao preço de venda.

Confira na Figura 2, a evolução das SPAC’s nos EUA de 2003 a 2010.

desenvolvimento do spac nos eua

Fonte: Journal of Applied Finance – Issue 2, 2011

Recentemente, a Grab, empresa de transportes por aplicativo de Cingapura, comunicou que vai realizar IPO por meio de uma fusão com uma SPAC, sendo avaliada por cerca de 40 bilhões de dólares, considerada a maior fusão de uma SPAC na história.

No Brasil, a bolsa de valores (B3) observa de perto esse movimento e já começou a discutir o tema com os participantes do mercado. Confira a íntegra da nota enviada à TC Mover:

“A B3 acompanha e interage ativamente com os participantes do mercado em discussões envolvendo as ofertas públicas iniciais das SPAC (Special-Purpose Acquisition Companies). O objetivo dessas interações, até o momento, tem sido o de reunir insumos e informações sobre tais estruturas, sua melhor acomodação dentro da regulamentação atual, e como elas podem contribuir para o desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro. Vale ressaltar que o tema SPACs é um dos objetos da Audiência Pública sobre ofertas recentemente proposta pela CVM, o que reforça a importância do assunto e abre espaço para a B3 e os outros participantes contribuírem para o desenvolvimento do mercado brasileiro”.

Alvarez & Marsal: primeira SPAC brasileira

O IPO do cheque em branco está muito próximo de se tornar uma realidade no Brasil. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) concedeu o registro de companhia aberta para a SPAC da Alvarez & Marsal, uma consultoria especializada em reestruturação de empresas problemáticas.

A SPAC terá suas ações listadas no Nível 2 da B3, semelhante ao Novo Mercado, mas com emissão de ações preferenciais. O objetivo é captar cerca de R$ 1 bilhão, segundo fontes do Brazil Journal.

A Alvarez & Marsal é uma consultoria multinacional e que esteve envolvida recentemente na contratação do ex-juiz Sérgio Moro como sócio-diretor, logo após deixar o ministério da Justiça do governo de Jair Bolsonaro. Alguns meses depois a companhia encerrou o vínculo com Moro.

Conclusão

Como pudemos ver, as SPAC’s estão se popularizando e atraindo a atenção de investidores de renome como Goldman Sachs, Credit Suisse e Deutsche Bank. Com os impactos da pandemia na economia global, a SPAC pode ser considerada um caminho menos arriscado para as empresas.

Para o investidor, uma SPAC pode oferecer a oportunidade de especular sobre algo novo e atraente, porém deve sempre pesar os riscos e avaliar como a SPAC pode se encaixar na sua estratégia de investimento.

Por fim, você já conhece o canal do TC no YouTube? Lá reunimos um conteúdo muito bom para quem está iniciando a sua vida como investidor! Veja só o vídeo que fala sobre como investir na Bolsa de Valores:

Legal, não é?

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