IBOV

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+0,68%

SP500

4.533,93 pts

-0,65%

DJIA

34.576,46 pts

+0,06%

NASDAQ

15.689,07 pts

-1,57%

IFIX

2.610,67 pts

+1,06%

BRENT

US$ 69,81

-0,83%

IO62

¥ 628,00

+2,44%

TRAD3

R$ 6,70

-2,89%

ABEV3

R$ 16,00

+0,62%

AMER3

R$ 27,81

+1,90%

ASAI3

R$ 13,30

+7,25%

AZUL4

R$ 22,43

+0,80%

B3SA3

R$ 11,63

+2,10%

BIDI11

R$ 32,90

+0,67%

BBSE3

R$ 21,18

+1,29%

BRML3

R$ 7,94

+1,01%

BBDC3

R$ 17,81

+0,96%

BBDC4

R$ 20,76

+0,28%

BRAP4

R$ 51,70

-0,93%

BBAS3

R$ 32,20

+0,49%

BRKM5

R$ 60,50

+4,85%

BRFS3

R$ 19,62

-0,15%

BPAC11

R$ 21,25

+1,48%

CRFB3

R$ 14,78

-0,67%

CCRO3

R$ 12,56

+3,97%

CMIG4

R$ 13,80

+3,13%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,20

+2,80%

COGN3

R$ 2,48

+1,22%

CPLE6

R$ 6,21

-1,27%

CSAN3

R$ 22,37

+2,42%

CPFE3

R$ 27,89

+1,63%

CVCB3

R$ 14,15

+7,27%

CYRE3

R$ 14,93

+7,02%

ECOR3

R$ 8,82

+5,62%

ELET3

R$ 35,39

+2,78%

ELET6

R$ 34,40

+1,92%

EMBR3

R$ 19,15

-0,98%

ENBR3

R$ 21,43

+0,28%

ENGI11

R$ 46,66

+1,08%

ENEV3

R$ 14,53

+3,19%

EGIE3

R$ 39,47

+0,50%

EQTL3

R$ 23,56

+2,25%

EZTC3

R$ 19,81

+4,64%

FLRY3

R$ 18,56

+3,57%

GGBR4

R$ 27,85

+1,45%

GOAU4

R$ 11,37

+0,17%

GOLL4

R$ 15,17

+0,73%

NTCO3

R$ 25,75

-0,30%

HAPV3

R$ 11,43

+4,76%

HYPE3

R$ 28,28

+3,09%

IGTA3

R$ 33,24

+0,00%

GNDI3

R$ 64,54

+4,89%

IRBR3

R$ 4,18

-1,87%

ITSA4

R$ 9,85

-0,10%

ITUB4

R$ 22,98

-0,08%

JBSS3

R$ 33,41

-4,78%

JHSF3

R$ 5,19

+3,18%

KLBN11

R$ 24,20

-0,90%

RENT3

R$ 54,86

+2,40%

LCAM3

R$ 24,40

+2,39%

LWSA3

R$ 12,75

+8,97%

LAME4

R$ 5,13

+2,60%

LREN3

R$ 29,25

+2,27%

MGLU3

R$ 7,05

+4,28%

MRFG3

R$ 20,87

-5,69%

BEEF3

R$ 8,62

+1,65%

MRVE3

R$ 11,97

+5,36%

MULT3

R$ 20,70

+3,19%

PCAR3

R$ 22,50

+1,44%

PETR3

R$ 30,07

+2,27%

PETR4

R$ 28,76

+1,66%

VBBR3

21,90

+2,91%

PRIO3

R$ 21,21

+1,62%

QUAL3

R$ 16,22

+1,88%

RADL3

R$ 22,82

+2,74%

RAIL3

R$ 18,10

+3,36%

SBSP3

R$ 37,32

+1,85%

SANB11

R$ 33,66

+0,11%

CSNA3

R$ 23,28

-0,55%

SULA11

R$ 26,47

+1,92%

SUZB3

R$ 57,10

-1,27%

TAEE11

R$ 37,66

+1,20%

VIVT3

R$ 50,85

+1,31%

TIMS3

R$ 13,77

+1,02%

TOTS3

R$ 30,50

+1,19%

UGPA3

R$ 14,74

+4,16%

USIM5

R$ 14,23

-1,18%

VALE3

R$ 71,87

-1,61%

VIIA3

R$ 5,36

+4,28%

WEGE3

R$ 32,78

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YDUQ3

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KLBN11

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LCAM3

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LAME4

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VIIA3

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WEGE3

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+0,76%

YDUQ3

R$ 23,76

+2,50%

O efeito do Yield on Cost no longo prazo

10 NOV

7 MIN

O reinvestimento dos dividendos possui um efeito exponencial muito interessante. Essa prática é capaz de potencializar a rentabilidade da carteira do investidor no longo prazo. Contudo, hoje vamos falar do efeito espetacular que o Yield on Cost pode ter em um horizonte maior.

No atual momento da bolsa de valores, com o mercado estressado e um risco percebido maior no curto prazo, muitos investidores têm reduzido sua exposição a ações.

Sem entrar no mérito se esse medo se justifica ou não, o fato é que podemos encontrar muitas ações com preços descontados, principalmente as small caps que costumam sofrer mais em momentos como esse. 

Agora, imagina uma small cap com grande potencial de crescimento, podendo se transformar em uma ótima pagadora de dividendos em alguns anos, dado o preço de tela… seria essa uma grande oportunidade? Se sim, você estaria disposto a segurá-la por mais tempo? 

No texto de hoje vamos responder essas perguntas mostrando o efeito que o Yield on Cost pode ter nos seus investimentos. Para facilitar a leitura, vou abordar os seguintes tópicos:

  • Preço Médio
  • Ajustes no Preço Médio
  • O que é o Yield on Cost?
  • Yield on Cost na prática
  • Conclusão

Antes de entendermos o que é o Yield on Cost, vamos abordar alguns conceitos importantes, que você já deve ter visto aqui no TC School, mas que são fundamentais para compreendermos como funciona o Yield on Cost. 

Boa leitura!

dividendos no longo prazo

Preço Médio

Como o próprio nome sugere, o preço médio é a média de custo entre os preços de diferentes compras.

Por exemplo, vamos supor que você adquiriu um lote de 100 ações a um preço de R$5,00 cada. Após uma semana, você decide comprar mais um lote de 100 papéis da mesma companhia a R$6,00. 

Perceba que agora você possui 200 ações de uma determinada empresa. Contudo, o preço de aquisição delas foi diferente, sendo necessário que o investidor calcule o preço médio entre elas.

Nesse caso, o preço médio das 200 ações que você adquiriu é R$5,50. Basta você somar o seu custo total de cada compra (R$500 + R$600) e dividir pelo total de ações que você possui agora (200).    

Ajustes no Preço Médio

Posto isso, agora vamos entender como realizar os ajustes necessários no preço médio.

Determinados eventos como desdobramento e grupamento de ações, bonificação, subscrição e pagamento de dividendos impactam diretamente nos preços dos papéis da companhia.

Isso faz com que os investidores não tenham um padrão de comparação, sendo necessário realizar reajustes.

No artigo de hoje vamos focar no caso do pagamento de dividendos, que é o que nos interessa. 

yield on cost

Para realizar ajustes nos preços históricos para dividendos é necessário multiplicá-los por um fator, calculado após a companhia pagar os dividendos. 

Para isso, basta subtrairmos o preço da ação do dia anterior pelo valor do dividendo pago pela empresa.

Depois, é só dividir o resultado pelo preço do dia anterior que encontraremos o fator de multiplicação. Assim, quando calculamos os preços anteriores por esse fator, eles se tornam compatíveis com o valor atual. 

Por exemplo, se uma ação X está valendo R$20 e pagou R$1 em dividendos, no primeiro dia útil seguinte a ação estará valendo R$19.

Para calcular o fator de ajuste, devemos subtrair R$1 de R$20 e dividir o resultado (R$19) por R$20, resultando em 0,95. Logo, os preços anteriores à data “ex” serão multiplicados por 0,95.

O que é o Yield on Cost?

Agora que entendemos o preço médio e como realizar os ajustes, vamos ao que interessa. 

O Yield on Cost é um indicador que costuma ser desprezado por alguns investidores, porém é muito relevante. Ele calcula o dividendo pago por uma companhia em relação ao preço médio de aquisição dela.

Não devemos confundi-lo com o Dividend Yield, que refere-se ao pagamento de dividendos pela empresa em relação ao seu preço de mercado, e não pelo preço pelo qual foi adquirida.  

Muitos investidores tendem a olhar mais para o Dividend Yield de uma ação, afinal, quanto maior o DY, mais ela tende a remunerar o investidor por meio dos proventos.

Isso faz com que a grande maioria dos holders ignorem boas companhias por possuírem DY baixos, sem considerar outros fatores.

Uma companhia pode estar pagando menos dividendos, por exemplo, para reinvestir na operação e entregar mais resultado no futuro. 

Por isso, descartar a companhia por apresentar um DY baixo pode ser uma decisão precipitada por parte do investidor.  

Sabemos que os dividendos são parte dos lucros de uma empresa que são distribuídos aos seus acionistas.

Desse modo, uma empresa que possui um grande potencial de crescimento poderá pagar dividendos cada vez maiores dentro de alguns anos, e é por isso que considerar o Yield on Cost é tão importante.

Yield on Cost na prática

Como vimos, o Yield on Cost calcula o rendimento dos dividendos em relação ao preço médio pago inicialmente por uma ação. Dessa forma, empresas que aumentam seus dividendos ao longo do tempo podem gerar Yield on Costs muito altos, principalmente se o investidor segurá-las por muitos anos. 

Existem, inclusive, muitos investidores que possuem ações que pagam dividendos maiores do que o seu preço médio de aquisição, gerando um Yield on Cost superior a 100%. 

Vejamos, por exemplo, o caso do Luiz Barsi, o maior investidor pessoa física do Brasil. Em 1972, o Barsi comprou ações do Banco do Brasil pelo valor equivalente a R$0,60 de hoje.

Portanto, se considerarmos que em 2020 o BB pagou R$3,16 em dividendos por ação, Barsi teve um Yield on Cost de aproximadamente 527%.

Para ficar mais claro, vamos a um exemplo prático.

Yield on Cost – Ajuste no Preço Médio

Após analisar algumas empresas, um investidor com perfil conservador decidiu comprar ações da empresa X. Seu preço médio de compra foi de R$10 por ação, tendo adquirido um lote com 100 papéis. A companhia X, naquele momento, costumava pagar R$ 0,50 por ação de dividendos, ou seja, apresentava um Dividend Yield de 5%.

Um mês depois da compra, a empresa X pagou dividendos de R$ 0,50 por ação. Dessa forma, se fez necessário realizar um ajuste no seu preço médio, que até então era de R$10 e passou a ser R$ 9,52.

2019

Preço Médio

R$ 10

Dividendo

R$ 0,50

Yield on Cost

5%

PM Descontado

R$ 9,52

Para chegarmos no preço médio descontado, bastou aplicar a seguinte fórmula:

PM Descontado = Preço Médio / (1+ %Yield on Cost)

A empresa estava em expansão e, por isso, retinha boa parte dos lucros para investir na operação. Depois de um ano, a empresa X começou a apresentar maior crescimento e decidiu aumentar seus dividendos.

A mágica do longo prazo…

Agora, a empresa X vai pagar um Dividend Yield de 6% em relação ao preço atual dela, levando em conta um crescimento conservador de 3% ao ano no dividendo.

2020 2021 2022 2023 2024
Preço médio R$10 R$9,43 R$8,85 R$8,26 R$7,65
Dividendo R$0,60 R$0,62 R$0,64 R$0,66 R$0,68
Yield on Cost 6% 6,6% 7,2% 7,9% 8,8%
PM Descontado R$9,43 R$8,85 R$8,26 R$7,65 R$7,03

Fonte: Canal do Professor Vicente Guimarães

Nesse exemplo, estamos considerando que o investidor não compra novas ações da mesma empresa, apenas aquelas iniciais, portanto, o ajuste no preço médio é feito com base apenas nos pagamentos de dividendos.

Se expandirmos para um período maior de 10, 15, 20 anos, podemos enxergar a “mágica” do efeito exponencial. Logo, o seu Yield on Cost poderá chegar a mais de 1.000% com um preço médio bem próximo a zero.

Conclusão

Consideramos que o Yield on Cost é um indicador muito importante para o investidor de longo prazo, capaz de gerar uma renda passiva fantástica.

Além disso, perceba que não entramos no mérito se o preço das ações se desvalorizaram ou não ao longo do tempo, pois o que importa para a gente aqui é o dividendo pago em relação ao seu preço médio.

Empresas em expansão, que não apresentam DY tão atrativos hoje, mas que existe uma expectativa de crescimento de suas operações, tendem a apresentar um Yield on Cost cada vez maior ao longo do tempo.

Por fim, é importante deixar um alerta para que o investidor não caia na armadilha de comparar bananas com maçãs.

Uma ação com um Yield on Cost maior do que o Dividend Yield de uma outra ação, não significa que esta será o melhor investimento. Isso porque uma empresa com um Yield on Cost maior, pode apresentar um Dividend Yield atual menor.

Desse modo, foque na sua estratégia e analise os cenários possíveis antes de tomar qualquer decisão.

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Referências

What Does Yield On Cost (YOC) Mean? Disponível em: <https://www.investopedia.com/terms/y/yield-on-cost.asp>. Acesso em: 09 nov. 2021.

ALEXANDRE VERSIGNASSI. Luiz Barsi e o fabuloso dividend yield de 426% em 12 meses. Disponível em: <https://vocesa.abril.com.br/blog/guia-dos-dividendos/luiz-barsi-e-o-fabuloso-dividend-yield-de-426-em-12-meses/>. Acesso em: 09 nov. 2021.

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