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QUAL SERIA O RESULTADO
SE AS ELEIÇÕES FOSSEM HOJE

De acordo com as pesquisas mais recentes

Por voto popular

Por colégios eleitorais

Atualizado em 19/10

Fonte de dados: FiveThirtyEight

VOTOS E QUANTIDADE DE
COLÉGIOS ELEITORAIS POR ESTADO

Vencedor 1= Biden e Vencedor 2= Trump
Atualizado em 19/10
Fonte de dados: FiveThirtyEight

VOTOS E QUANTIDADE DE
COLÉGIOS ELEITORAIS POR ESTADO

Fonte de dados: FiveThirtyEight

Estados voláteis de 2020
(Swing States)

Arizona, Carolina do Norte, Colorado, Flórida, Geórgia, Iowa, Maine, Michigan, Minnesota, Nevada, New Hampshire, Ohio, Pensilvânia, Texas, Virginia, Wisconsin.

Nesses campos de batalha estão em disputa 224 colegiados.

COMO FUNCIONA O PROCESSO
ELEITORAL NOS ESTADOS UNIDOS

Os eleitores americanos, diferentemente do Brasil, não votam no presidente, mas em cidadãos conhecidos como delegados, que compõem um colégio eleitoral que, por sua vez, elegem o mandatário por um período de quatro anos. Não é um regime parlamentarista nem de voto direto: é um sistema no meio dessas duas alternativas.

Nesse sistema, cada estado tem uma quantidade de vagas nos colégios eleitorais determinada de acordo com o tamanho da sua população. A Califórnia, por exemplo, possui 55 colégios eleitorais, enquanto Alabama possui apenas nove.

O candidato mais votado leva todos os colégios daquele estado, mesmo que o mais votado tenha apenas, por exemplo, 38% dos votos contra 37%, 21% e 4% de outros três candidatos. Nebraska e Maine são os únicos estados que têm suas próprias regras eleitorais e onde os votos podem ser divididos.

Ganhar em estados com o maior número de colégios eleitorais é o que mais importa – afinal, o candidato vencedor é aquele que acumula 270 colégios. Por exemplo, se um presidenciável vencer na Califórnia, mesmo que por uma margem pequena, ele ganhará todos os 55 votos do colegiado, que serão somados aos outros estados em que obtiver maioria.

QUAIS OS IMPACTOS DAS ELEIÇÕES
AMERICANAS NOS INVESTIMENTOS

Uma eleição pode sim impactar o lucro das empresas e o desempenho de uma economia – mas se trata da maior do mundo. Geralmente a eleição americana é um evento seguido muito de perto pelos investidores, porque sua relevância pode gerar mudanças profundas nos preços dos ativos financeiros.

Assim, os investidores olham para as pesquisas, discursos e plataformas eleitorais dos candidatos para, por um lado, proteger suas carteiras, aproveitar oportunidades de compra e venda ou vislumbrar tendências futuras. Por se tratar da maior economia e maior mercado de renda variável do mundo, a eleição americana tem consequências globais.

Neste ano, as eleições americanas devem trazer mais volatilidade para a bolsa de valores no Brasil. O investidor quer entender até que ponto essa volatilidade pode ser aproveitada e saber como reagir às pesquisas ou às promessas de campanha.

QUAIS OS CENÁRIOS
MAIS ESPERADOS

Vamos falar de vários cenários possíveis, de acordo com membros experientes e contribuidores do TC.

Cenário 1
Eleição de Biden (Democrata)
com Congresso dividido

Segundo as pesquisas, esse é o cenário mais provável. Nele, as propostas mais arrojadas de Biden precisariam ser moderadas para ter aprovação, causando pouco impacto nos investimentos. Além disso, um resultado eleitoral acirrado daria pouco espaço para que a ala mais progressista do Partido Democrata.

Cenário 2
Eleição de Trump (Republicano)
com Congresso dividido

Mesmo que as pesquisas mostram que Biden é o candidato com maior chances de ganhar a corrida eleitoral, vimos nas eleições presidenciais de 2016, quando Trump concorreu com Hillary CLinton, que tudo sempre pode mudar no último minuto. A vitória de Trump seria positiva para os investimentos, uma vez que ele não defende aumentos de impostos ou mudanças relevantes no sistema de saúde.

Cenário 3
Eleição de Biden (Democrata)
com margem grande e com maioria no Congresso

Esse é o cenário menos provável, mas é o que mais pode gerar incertezas para os investimentos. Com um Congresso Democrata, Biden não encontraria grandes dificuldades para aprovar suas propostas mais arrojadas, como aumento de tributos e controle do preços de medicamentos. Dessa forma, a maior parte dos setores sofreria com o aumento de impostos, mas o farmacêutico e de energias não renováveis sofreriam mais.

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