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Agenda de investimentos 2021: Pessoa física e bolsa de valores

Postado por: TC Mover em 21/12/2020 às 11:00

Em 2020, o mercado de capitais no Brasil registrou uma transformação inédita: o número de CPFs cadastrados atingiu 3,2 milhões. Apesar de sabermos que essa migração é um retrato do período atual, ou seja, menor taxa de juros da história e população buscando novas formas de aumentar seus rendimentos, esse fenômeno faz surgir algumas dúvidas: quem são esses novos investidores? Como se comportam? Quanto investem? O que sabem sobre o mercado?

Homem, jovem, com renda média de R$5 mil, que trabalha em tempo integral e se inspira em influencers: essa é a nova cara da B3, segundo pesquisa proprietária com 1.300 investidores. A participação das mulheres na bolsa passou de 22,06% em 2018 para 25,47% em 2020.

A participação das mulheres na bolsa passou de 22,06% em 2018 para 25,47% em 2020. O próprio TC é uma prova desse aumento de interesse pelo mercado financeiro por parte das mulheres. Durante a pandemia, o público feminino na plataforma cresceu 139%, contra 91% do público masculino. Voltando à pesquisa da B3, 73% aprendem a investir com influenciadores digitais. Tanto os investidores novatos, quanto os mais veteranos têm usado as redes sociais como ferramenta para dividir suas experiências e democratizar conhecimento.

Enquanto alguns profissionais criticam esse tipo de comportamento, já que ele pode acabar induzindo o investidor ao erro, muitos acreditam que, na verdade, as redes sociais têm incentivado a população a dar um passo na direção da educação financeira. Se as redes sociais são capazes de criar grandes movimentos de mobilização social e até mesmo influenciar eleições, por que ficaria a Bolsa de fora? Agora, uma coisa é certa: mesmo com as expectativas positivas para a bolsa brasileira em 2021, dado o quadro de recuperação econômica esperado, a palavra de ordem para esse novo investidor deve ser resiliência.

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