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Agenda do investidor: bolsas mundiais, juros e desemprego

Postado por: TC Mover em 17/09/2020 às 9:35
A Agenda do Investidor de hoje traz as decisões do futuro da política monetária no Japão e na Inglaterra, que ficaram em linha com o Fed e com o BC, e mantiveram os juros. Também teremos dados do IPC japonês, além do relatório semanal de pedidos de seguro-desemprego dos Estados Unidos. Confira.

A Agenda do Investidor de hoje traz as decisões do futuro da política monetária no Japão e na Inglaterra, que ficaram em linha com o Fed e com o BC, e mantiveram os juros. Também teremos dados do IPC japonês, além do relatório semanal de pedidos de seguro-desemprego dos Estados Unidos. Confira.

Abertura e fechamento das bolsas mundiais

As bolsas americanas fecharam a quarta-feira com tendência de queda, após o anúncio do Federal Reserve sobre os rumos da política monetária dos EUA. O índice S&P500 encerrou o dia caindo 0,46%, enquanto o Nasdaq, que traz os principais papéis de tecnologia, teve queda de 1,25%. O índice Dow Jones foi o único a fechar no positivo, com alta sutil de 0,13%.

No Brasil, o Ibovespa fechou o dia com queda de 0,62%, acumulando 99.675 pontos. Essa queda pode representar um reflexo das decisões dos bancos centrais quanto à taxa básica de juros.

As bolsas asiáticas fecharam o dia no vermelho. Os índices Nikkei, Hang Seng e Shangai caíram 0,67%, 1,56% e 0,41 respectivamente.

Na Europa, os índices também vão mal. Por volta das 8h30, os Euro Stoxx600, que reúne as principais ações europeias, apresentava queda de 0,70%.

Os mercados futuros esperam um dia difícil para as bolsas americanas, com Dow Jones caindo 0,81%, S&P500 1,20% e Nasdaq 1,67%.

Agenda do Investidor

Juros no Japão – Foi divulgada nesta madrugada a decisão do Banco Central japonês quanto à taxa de juros no país, que foi firmada em -0,10%. O número ficou dentro do consenso, que esperava um esforço para evitar o retorno da deflação. Além disso, o Japão divulgará hoje à noite o IPC, Índice de Preços ao Consumidor de agosto. Em julho, o IPC japonês subiu 0,2%.

Preços europeus – Foi divulgado hoje pela manhã o Índice de Preços ao Consumidor da Zona do Euro. Apesar das tentativas de aquecer a economia, os dados apontam que a deflação deve continuar. Na base mensal, o número ficou dentro do consenso, com o IPC caindo 0,4%. Na base anual, a queda foi de 0,20%. Já no Núcleo IPC, que não considera alimentação e energia no cálculo, a queda foi ainda maior, de 0,60%.

Juros na Inglaterra – Também foi divulgada hoje cedo a decisão da Inglaterra sobre o futuro da sua política monetária. Como previa o consenso, a decisão foi de manter os juros em 0,10%, mantendo a política de estímulo à economia, que sofre com novas ondas de contaminação pelo Covid-19 e com os atritos comerciais causados pelo processo de Brexit, de saída da União Europeia.

Desemprego nos EUA – Ainda nesta quinta-feira, agenda dos investidor traz os dados dos pedidos de seguro-desemprego semanal nos Estados Unidos. O número de desempregados preocupa mais os americanos do que a inflação. Na última semana, foram 884 mil novos pedidos de auxílio e a expectativa é que esse número tenha uma ligeira queda para 850 mil.

Manufatura e construção – Ainda nos Estados Unidos, teremos o Índice de Atividade Industrial do Fed da Filadélfia, que deve ser de 15,5, indicando crescimento em setembro. Além dele, saem dados da construção civil. O consenso espera que o setor aponte alta de 1,48 milhões de novas construções de casas no mês de agosto, número ligeiramente menor do que as 1,49 milhões de casas novas em julho.

Novo normal – Na agenda do investidor brasileiro, teremos a videoconferência da comissão do Congresso Nacional, que investiga ações contra a crise do Covid-19, com o Ministro da Educação, Milton Ribeiro. A pauta será os investimentos e estratégias para o retorno das aulas presenciais.

Opep+ – O Comitê Ministerial de Monitoramento Conjunto da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados se reunirão nesta quinta-feira para debater o acordo de redução de oferta para diminuir os impactos da crise do coronavírus no petróleo.

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