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Bolsas americanas renovam recordes; no radar, Payroll, varejo, IGP-DI: Espresso

Postado por: TC Mover em 06/05/2021 às 19:30
Bolsas americanas à espera do Payroll

São Paulo, 6 de maio – As bolsas americanas ganharam força no fim do pregão e fecharam em alta, perto das máximas, com o Dow Jones Industrials batendo recorde e o Nasdaq interrompendo uma sequência de quatro quedas.


Seguro-desemprego, balanços e expectativa de menor imposto para empresas animaram bolsas americanas

As altas das bolsas americanas foram impulsionadas por dados positivos de seguro-desemprego, lucros corporativos acima do esperado e expectativa de aumento menor de impostos para empresas. O interesse por ações segue alimentado pelos sinais de retomada da economia, que podem melhorar ainda mais com o avanço da vacinação no país e a redução das restrições de circulação. Além disso, os juros perto de zero e recompras, segundo diretores do Federal Reserve, ainda vão continuar por um bom tempo.

A expectativa agora é com os dados de emprego nos EUA em março, o Payroll, que sai amanhã, e podem dar novo fôlego para as bolsas. Hoje, o presidente Joe Biden ajudou ao afirmar que gostaria que a tributação das grandes empresas americanas ficasse entre 25% e 28%, indicando espaço para negociação de uma alíquota menor no Congresso para custear os pacotes de estímulos de US$4 trilhões para infraestrutura e apoio às famílias. Hoje, a alíquota é de 21%.

A informação de que a primeira-ministra alemã, Angela Merkel, se opôs à proposta de liberação das patentes para vacinas contra a Covid-19, apoiada ontem pelo governo americano, também ajudou na recuperação das ações das empresas farmacêuticas e nos índices de Nova Iorque.


Varejo ampliado de março deve apresentar queda brusca nas vendas

Amanhã sai o dado de vendas no varejo de março do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE. A LCA Consultores estima que o varejo restrito, que exclui automóveis e materiais de construção, caia 3,40% no mês. Em fevereiro, teve alta de 0,60% em fevereiro. A expectativa de que reflete as medidas de restrição adotadas no fim do mês. Na comparação anual, a queda deve ser menor, 0,90%, ante 3,80% em fevereiro.

Já no varejo ampliado, que inclui materiais de construção e veículos, a queda mensal será forte, 12,40%, ante crescimento de 4,10% em fevereiro. Na base anual, porém, haverá crescimento de 5,60%, ante queda de 1,9% em fevereiro.

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Texto: TC Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins / TC Mover


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