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Feriado americano reduz liquidez global; no radar, vacina, posse nos EUA: Espresso

Postado por: TC Mover em 18/01/2021 às 9:40

São Paulo, 18 de janeiro – O feriado do Dia de Martin Luther King Jr. nos Estados Unidos mantém fechada a bolsa de Nova Iorque, reduzindo consideravelmente a liquidez global.

 

As bolsas europeias e os futuros dos índices acionários americanos recuam, à espera da saída de Donald Trump da presidência dos Estados Unidos e a chegada de Joe Biden ao cargo mais importante do mundo, as tendências de propagação do coronavírus nos países desenvolvidos e subdesenvolvidos e ao progresso na vacinação.

 

China apresenta recuperação do PIB em “V”

 

Os dados de Produto Interno Bruto, PIB, para o ano passado e de atividade para dezembro na China, que confirmaram a recuperação em “V” da segunda maior economia do mundo, impulsionaram o sentimento no índice CSI 300.

 

Mesmo com a leitura anual do PIB chinês atingindo seu pior dado anual em quatro décadas, o dado do quarto trimestre, de expansão de 6,5%, representa o ritmo de crescimento mais rápido em mais de dois anos, na esteira da retomada na produção industrial e no investimento em ativos fixos.

 

No Japão, a produção industrial mostrou mais uma contração no mês passado, evidenciando a disparidade de crescimento entre os dois vizinhos.

 

Investidores se atentam à reação de Bolsonaro quanto à vacinação

 

Ao longo do final de semana houve uma redução nos casos da Covid-19 no Reino Unido, trazendo esperança de que a taxa de infecção e mortalidade em países europeus comece a recuar nos próximos dias.

 

No entanto, com um número crescente de cepas de rápida disseminação agora evidente, inclusive no Brasil, o esforço de vacinação será chave para a volta à normalidade ou para a busca de um “novo normal” não tão disruptivo, disseram gestores e contribuidores do TC.

 

 

Além da tensão prévia à transição de poder mais tumultuada em décadas nos Estados Unidos, o investidor analisa com lupa como o governo do presidente Jair Bolsonaro vai reagir ao fracasso nas negociações com a Pfizer para a vacina, a busca atrapalhada pelo imunizante da AstraZeneca na Índia e a vitória do arquirrival João Doria na batalha pela Coronavac.

Texto: TC Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/TC

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