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Governo eleva previsão de PIB e inflação para 2021

Postado por: TC Mover em 14/07/2021 às 14:27
Governo elevou previsões para o PIB e para a inflação

Brasília, 14 de julho – A Secretaria de Política Econômica do governo elevou a projeção de crescimento para o Produto Interno Bruto, PIB, brasileiro em 2021, que passou de 3,50% para 5,30% no mais recente Boletim Macrofiscal de julho, divulgado nesta quarta-feira, 14. A previsão para a inflação também foi elevada.

No boletim, a Secretaria de Política Econômica, que integra o Ministério da Economia, lembrou que, desde março, as previsões de analistas sobre o desempenho da atividade econômica no ano têm melhorado em indicadores positivos e do avanço da vacinação.

Governo defendeu consolidação fiscal e reformas estruturais para manter retomada

“Para que a retomada continue e este crescimento seja sustentável no longo prazo, é necessário insistir na consolidação fiscal e em reformas estruturais pelo lado da oferta”, informou o boletim do governo. O texto destacou que a economia doméstica está se recuperando a taxas mais altas que em crises anteriores.

Para 2022, a Secretaria de Política Econômica projetou um ligeiro avanço para o PIB, a 2,51%, ante o nível apontado em maio, de 2,50%. A secretaria também manteve em 2,50% as projeções de crescimento para 2023, 2024 e 2025. em 2,50%.

Expectativa de inflação de mercado no médio prazo está ancorada na meta, diz secretaria

No caso da inflação, a atualização do governo elevou a projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, de 5,05% para 5,90%. O indicador é considerado a inflação oficial pelo Banco Central. A secretaria ressaltou que, embora acima do centro da meta definido pelo Conselho Monetário Nacional, de 5,25%, “a expectativa de inflação de mercado no médio prazo encontra-se ancorada”.

Já para 2022, o governo manteve a previsão de inflação a 3,50%, dentro do centro da meta. No caso do Índice Nacional de Preços ao Consumidor, INPC, que corrige anualmente o salário mínimo, a previsão foi de 5,05% para 6,20% no fim deste ano. Para 2022, houve redução, dos 3,50% previstos em maio para 3,42% agora.

Texto: Gabriel Ponte
Edição: Lucia Boldrini e João Pedro Malar
Arte: Vinícius Martins / TC Mover


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