IBOV

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+0,10%

SP500

4.533,34 pts

+0,30%

DJIA

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+0,31%

NASDAQ

15.367,82 pts

-0,28%

IFIX

2.738,39 pts

-0,06%

BRENT

US$ 85,62

+0,63%

IO62

¥ 723,50

+1,54%

TRAD3

R$ 7,95

-2,33%

ABEV3

R$ 15,35

+1,38%

AMER3

R$ 39,69

+1,69%

ASAI3

R$ 16,77

+1,32%

AZUL4

R$ 30,56

-0,77%

B3SA3

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BBSE3

R$ 21,33

+0,32%

BRML3

R$ 8,08

-0,73%

BBDC3

R$ 18,46

+3,30%

BBDC4

R$ 21,61

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BRAP4

R$ 52,05

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BBAS3

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CCRO3

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CIEL3

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R$ 6,62

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R$ 37,84

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NTCO3

R$ 39,59

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JBSS3

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MGLU3

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R$ 46,00

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R$ 12,37

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R$ 14,97

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-1,07%

Atualizado há 10 meses

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São Paulo, 23 de dezembro – Nos últimos meses um dos enredos que têm ganhado tração no noticiário é de uma eminente aceleração da inflação no país. Lembremos, a inflação mexe com a parte mais sensível do corpo humano: o bolso.

Afinal, há possibilidade do “dragão da inflação[1]” voltar? Para responder essa pergunta, trago um breve resumo dos acontecimentos durante este ano de 2020 para a seguir elencar os riscos.  

1. Paralisação das atividades produtivas
2. Impactos do auxílio emergencial nos diferentes setores
3. Impacto da volatilidade no câmbio 
4. Aumento dos preços das commodities  
5. Retomada heterogênea dos setores da economia
6. Confiança do consumidor 

Os pontos acima, dos quais geraram impacto direto na produção, no emprego, na renda e tão importante quanto, nas expectativas de milhões de brasileiros em relação ao futuro, resultam no atual cenário econômico. Neste contexto, o início da pandemia que marcou muitas incertezas sobre o futuro, em especial no tocante ao desconhecimento da doença, sucedeu a adoção das medidas de isolamento social, das quais impactaram diretamente na paralisação da produção por inúmeras atividades assim como no arrefecimento da demanda. 

Neste cenário, a consequência de programas de recomposição da renda, como o auxílio emergencial, foi verificada em diferentes setores e fases, ou seja, em uma primeira fase houve o aumento da demanda por itens de primeira necessidade seguido, em uma segunda fase, pelo aumento da demanda por bens de consumo duráveis. 

Somado aos fatos descritos acima, a retomada econômica dos setores que foi observada de forma mais acentuada a partir do terceiro trimestre do ano, foi heterogênea dentre os setores, notadamente pelo setor de serviços, afetado diretamente pela velocidade de reabertura da economia. 

É neste cenário que as consequências são verificadas no mercado de trabalho, das quais causam a diminuição da renda assim como no aumento da poupança precaucional, justificados pelas incertezas futuras. A consequência é a desaceleração da demanda das famílias a qual, de certa forma, impacta em uma menor pressão de elevação de preços. 

Cenário futuro 

1. Fim do auxílio emergencial

2. Inércia inflacionária
3. Melhora do mercado de trabalho
4. Diminuição da poupança precaucional
5. Políticas econômicas expansionistas
6. Crescimento da demanda internacional

É visível que o cenário de curto prazo ainda carrega incertezas quando o assunto é atividade econômica, do qual está condicionado à eficácia do processo de vacinação. Neste cenário, por um lado, a retomada da demanda confronta uma oferta menor por parte das empresas, por outro, a recomposição da cadeia produtiva tende a garantir a continuidade da produção. 

É neste cenário que enquanto observarmos uma desaceleração da demanda após o fim do auxílio emergencial, poderemos verificar certa pressão de preço sobre os alimentos, justificado pela inércia inflacionária advinda das defasagens entre o atacado e o varejo, das quais observamos especialmente no terceiro trimestre do ano, ainda que em desaceleração no último trimestre. 

Outro ponto é o mercado de trabalho, que no curto prazo ainda tende a apresentar uma alta no desemprego, porém, condicionado à efetividade da vacinação. A população ocupada tende a iniciar um ciclo de expansão entre o fim do primeiro semestre e início do segundo.

Neste contexto, os efeitos serão verificados no aumento da renda da população, melhora nas expectativas das famílias e uma possível diminuição da poupança precaucional, resultando no aquecimento da demanda, da qual, a pressão sobre os preços estará relacionada à continuidade da produção. 

Diante disso, o ponto de confronto é que estamos lidando diante um cenário de grandes estímulos econômicos por parte das grandes economias. Ou seja, somado ao início da vacinação, o reaquecimento econômico global poderá pressionar a demanda elevando os preços. 

Analogamente, a continuidade da política de estímulos econômicos, em especial da economia americana, tende a pressionar a desvalorização do dólar frente aos seus pares, o que, consequentemente impacta em uma menor pressão inflacionária de bens importados assim como nos custos de produção. 

Por fim, acredito que o primeiro trimestre de 2021 será decisivo na calibragem das expectativas futuras de inflação, das quais estão cada vez mais vinculadas ao sucesso da vacinação. 

[1] O dragão da inflação é uma metáfora de uma situação de conflito, entre a inflação, representada pela inflação e o indivíduo. 

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