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Atualizado há 8 meses

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São Paulo, 13 de abril – Na última sexta-feira, 9, conhecemos o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA de março, que continuou mostrando aceleração da inflação e saltou de 0,48% em fevereiro para 0,93%, acumulando em 12 meses 6,10%. Neste cenário, vou escrever aqui porque investidores e consumidores devem se preocupar com a alta dos preços.

Antes de tudo, inflação é o aumento de preço de bens e serviços, que tem como consequência a diminuição do poder de compra da população. Dentre as causas da inflação podemos listar pressões de demanda ou de custos e inércia inflacionária, assim como as expectativas de inflação.

Neste cenário, a inflação é calculada pelos índices de preços, e o oficial para a economia brasileira é o IPCA, que serve de referência para o regime de metas de inflação no Brasil. Assim, vou começar pela ótica da política monetária.

 

Investidores

A principal consequência da inflação são as incertezas geradas para a economia, pois, no cenário de preços distorcidos, gera-se ineficiências, o que leva, principalmente, ao desestímulo de investimentos por parte das empresas.

É neste contexto que o Banco Central atua no mercado para controlar o nível de preços por meio do seu instrumento monetário, que é a taxa de juros.

 

Inflação

Arte: TC Mover

 

Conforme podemos verificar na tabela acima, a mediana das projeções de mercado do Boletim Focus para a economia brasileira segue deteriorando, o que pode ser explicado pelo endurecimento das medidas de isolamento social nos últimos meses. Corroborando com o cenário mais elevado de inflação, a expectativa do mercado para a Selic neste ano passou de 5,00% para 5,25%, mesmo diante da sinalização dos dirigentes do Banco Central em elevar a taxa em 0,75 ponto porcentual na reunião de maio.

É neste contexto que a taxa de juros está diretamente relacionada à decisão de investimento das pessoas, pois estas avaliam o preço presente em comparação ao preço futuro e, caso decidam pelo futuro, taxas de juros maiores as condicionam a investimentos com menor risco, como os de renda renda fixa, já que os investimentos atrelados ao benchmark do CDI estarão com rendimentos maiores.

Contudo, ainda que o mercado, pelas expectativas do Focus, tenha definido uma direção negativa para 2021, as expectativas para os próximos anos não foram significativamente alteradas a partir desse cenário de curto prazo mais turbulento, o que acredito que seja um indicador de recuperação no próximo semestre do ano.

 

Consumidores

Antes de começar esse tópico imagino que você já perguntou por que a taxa de inflação do IPCA não é a mesma que se vê nos gastos do dia-a-dia.

A resposta a essa pergunta consiste em duas questões. A primeira, que cada pessoa tem uma cesta de consumo. Imagine que uma família com crianças e animais de estimação tenha um gasto diferente de um jovem que mora sozinho. A segunda questão é que a cesta do IPCA é uma aproximação da cesta da maioria das pessoas. Por isso, haverá sempre uma mudança do impacto de inflação de cesta para cesta.

 

Inflação

Arte: TC Mover

 

Assim, dentre os grupos que compõem o IPCA, temos os três de maior peso, que são o grupo de Alimentação e Bebidas, Transporte e Habitação. Neste contexto, para explicar melhor o cenário de inflação no país, no nosso levantamento, a inflação para o grupo de alimentação e bebidas tem desacelerado. Por exemplo, para o grupo de alimentação no domicílio, passou de alta de 0,28% em fevereiro para queda de 0,17%, o que quer dizer que para quem está comendo somente em casa os preços estão caindo de fato. Assim, a inflação para o grupo de alimentos e bebidas, que em 2020 apresentou alta de 14,09%, tem apresentado queda ao longo dos meses, passando de 1,74% em dezembro para 1,02% em janeiro, 0,27% em fevereiro e 0,13% em março. A desaceleração pode ser explicada por uma maior estabilidade do câmbio, além do impacto da suspensão do auxílio emergencial, o qual impacta na demanda.

Entretanto, conforme podemos observar no gráfico abaixo, vemos que o resultado da inflação de março foi influenciado especialmente pela alta de preços do grupo de administrados – controlados por contratos ou monitorados – e que passou de 1,73% para 2,73% em março, aumento explicado pela alta dos combustíveis, em 11,23% no mês.

 

Arte: TC Mover

 

Expectativas para o IPCA

Apesar da alta em março, o índice de difusão do TC Matrix Macro caiu para 62,60%, ante 63,40%, o que significa que a inflação se espalhou menos entre os itens que compõem a cesta de produtos do IPCA. Ele passou de 239 altas em fevereiro para 236 altas em março. Em outras palavras, a alta no índice no mês é justificada por itens que possuem maior peso, como os combustíveis.

Dessa forma, a estimativa do TC Matrix Macro para os próximos meses é de que haja desaceleração da taxa de inflação, influenciada pela normalização dos preços administrados. Assim, para abril esperamos alta de 0,66%, maio, 0,50%, e junho, 0,39%.

 

Arte: TC Mover

 

Por fim, é importante observar que no acumulado de 12 meses a expectativa de inflação para o primeiro semestre do ano deverá se apresentar acima da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 3,75% para este ano, entretanto, acredito que, até o final do ano, a taxa de inflação será de 4,05%, dentro do intervalo da meta de inflação de 1,5 ponto percentual para cima, ou 5,25%, justificada pela normalização dos preços de custos no decorrer do ano.

Arte: Vinícius Martins / TC Mover

DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões da COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.


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