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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 27 de outubro -  Ao fim desta quarta-feira saberemos qual foi a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, para a taxa básica de juros da economia, a Selic.

Sob esse cenário, a estimativa do TC Matrix é de que o comitê decida elevar a taxa Selic em 1,5 ponto percentual. Entretanto, a atenção para o tom do comunicado poderá ser refletida no mercado de juros futuros, assim como no mercado acionário.

O primeiro remete ao cenário base, em que a decisão seja em aumentar 150 pontos-base, chegando a 7,75%, com um tom mais dócil, ou no jargão do mercado, mais dovish, o que poderá gerar a estabilidade de taxas de curto e aumento de taxas de médio e longo prazo.

Dentre as justificativas, observamos na semana anterior um cenário de muita incerteza quanto aos riscos relacionados ao Teto de Gastos. Nesse contexto, caso a sinalização seja mais branda hoje quanto aos próximos passos da política monetária, nossa visão é de que o mercado poderá reagir de forma negativa.

Já no cenário de aumento de 150 pontos-base da taxa Selic, seguido de um tom mais duro, ou hawkish, poderemos verificar os contratos futuros de taxas de juros de médio prazo caindo mais rapidamente, como as com vencimento entre 2023 e 2025. Já para as taxas de longo prazo, acreditamos que os riscos fiscais no país ainda precificam taxas mais altas.

Assim, para o curto prazo, o Copom poderá sinalizar um aumento de 150 pontos-base, deixando aberta a possibilidade de mais uma alta de mesma magnitude caso acredite na deterioração do cenário de inflação no próximo ano.

Consenso sobre a taxa Selic

Ademais, devemos explicar o porquê esperamos uma alta de 150 pontos-base e uma postura mais hawkish por parte do Banco Central no comunicado de hoje. A aceleração do ritmo de alta da taxa Selic deve ser explicada, em especial, por dois motivos.

Primeiro, pela deterioração do cenário inflacionário, no relativo às expectativas de inflação doze meses à frente, que se encontram em 6,08%, acima do limite para alcance da meta do ano que vem, reflexo tanto de uma maior inércia, quanto de mudanças importantes na composição do IPCA.

Outro motivo a contribuir para o aperto monetário está relacionado à piora da percepção de risco doméstico, com aumento das tensões e incertezas fiscais, que deverá ser evidenciado no comunicado de hoje.

Por fim, caso a decisão de hoje seja pela alta de pelo menos 175 pontos-base, poderá causar um efeito “surpresa”, onde, em nossa visão, o Banco Central adotaria uma postura mais alarmista no combate à inflação e à deterioração do cenário fiscal do país.

Com isso, a curva de juros poderia perder sua inclinação, com aumento dos maiores prêmios nos contratos de juros curtos, refletindo os riscos inflacionários. Assim, o tom do comunicado de hoje será importante para a decisão de investimento visando médio, longo prazo.

Arte: Vinicius Martins / Mover


DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.
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