IBOV

107.945,25 pts

-0,91%

SP500

4.358,98 pts

-1,15%

DJIA

34.115,92 pts

-0,72%

NASDAQ

14.263,50 pts

-1,70%

IFIX

2.799,91 pts

-0,36%

BRENT

US$ 86,89

+0,72%

IO62

¥ 751,50

+0,00%

TRAD3

R$ 4,31

-5,27%

ABEV3

R$ 14,72

+0,20%

AMER3

R$ 34,30

-1,91%

ASAI3

R$ 12,08

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AZUL4

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B3SA3

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BIDI11

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-6,84%

BBSE3

R$ 20,96

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BRML3

R$ 9,05

-1,63%

BBDC3

R$ 17,64

+1,08%

BBDC4

R$ 21,34

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BRAP4

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VBBR3

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fernanda-mansano

Atualizado há 20 dias

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Na última reunião do Federal Reserve, banco central nos EUA, em dezembro, foi comunicada a aceleração ritmo do “tapering”, ou seja, a diminuição da compra de ativos pela metade, apontando para a redução de US$30 bilhões por mês a partir deste mês, dobrando os US$15 bilhões anunciados em novembro, de forma que o “quantitative easing” se encerre em março de 2022. Além disso, o caminho para o aumento de juros americanos está aberto.

Neste cenário, temos um novo fato que até então não era considerado: o abandono da caracterização da inflação como “transitória”. Assim, ao considerar o real risco de inflação no país, nós seguimos com nossa estimativa de três altas de juros neste ano.

Assim, no Brasil, maiores juros americanos, em tese, impactam no fortalecimento do dólar, que em outras palavras, é verificado pela desvalorização para a divisa cambial doméstica.

Já uma segunda consequência diz respeito aos preços das commodities que, ao executar a política contracionista, espera o desaquecimento da economia por meio da demanda, o que consequentemente levam os preços para baixo.

Esses são os dois pontos que o investidor deve ter atenção com o aumento dos juros americanos, pois a consequência poderá ser uma depreciação ainda maior do real. Por outro lado, nossa moeda já apresentou forte desvalorização quando comparada aos seus pares e o efeito carry trade, ou seja, o diferencial de juros poderá limitar o potencial de desvalorização da nossa moeda.

Por fim, fatores internos, como as eleições e o debate fiscal, irão determinar os impactos no câmbio e neste cenário, quanto menor for a incerteza, e quanto antes conhecermos as propostas dos candidatos quanto à política econômica dos próximos anos, menores serão os impactos no câmbio.

E, certamente, com a queda dos preços das commodities impactos positivos na inflação poderão ser visualizados e então poderemos assistir ao arrefecimento da política contracionista do Banco Central brasileiro, mesmo diante do aumento do juro americano.

Coluna: Fernanda Mansano
Arte: Vinícius Martins / Mover


DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões da COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.

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