IBOV

114.667,22 pts

+0,01%

SP500

4.486,41 pts

+0,34%

DJIA

35.253,81 pts

-0,12%

NASDAQ

15.300,65 pts

+1,01%

IFIX

2.744,89 pts

+0,45%

BRENT

US$ 84,27

-0,70%

IO62

¥ 696,50

-1,42%

TRAD3

R$ 8,30

+1,46%

ABEV3

R$ 15,67

+0,90%

AMER3

R$ 39,23

+4,72%

ASAI3

R$ 16,98

-3,19%

AZUL4

R$ 34,43

-3,34%

B3SA3

R$ 13,03

-0,91%

BIDI11

R$ 48,27

-3,99%

BBSE3

R$ 21,78

+0,46%

BRML3

R$ 8,62

+2,01%

BBDC3

R$ 18,54

+1,42%

BBDC4

R$ 21,69

+1,92%

BRAP4

R$ 54,40

-1,27%

BBAS3

R$ 32,21

+1,99%

BRKM5

R$ 58,86

+2,43%

BRFS3

R$ 25,06

-2,83%

BPAC11

R$ 25,53

-1,80%

CRFB3

R$ 18,78

+0,69%

CCRO3

R$ 12,75

+0,15%

CMIG4

R$ 15,17

+1,13%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,63

+0,38%

COGN3

R$ 3,11

+0,97%

CPLE6

R$ 6,79

+2,56%

CSAN3

R$ 23,31

+0,25%

CPFE3

R$ 26,52

+1,68%

CVCB3

R$ 19,94

-1,62%

CYRE3

R$ 18,30

+0,66%

ECOR3

R$ 10,03

+0,80%

ELET3

R$ 40,67

+3,59%

ELET6

R$ 40,61

+2,47%

EMBR3

R$ 25,66

-0,07%

ENBR3

R$ 19,27

+0,62%

ENGI11

R$ 46,14

+0,52%

ENEV3

R$ 15,33

-0,51%

EGIE3

R$ 38,68

+0,33%

EQTL3

R$ 24,87

+0,81%

EZTC3

R$ 23,63

-2,67%

FLRY3

R$ 21,64

+1,26%

GGBR4

R$ 28,25

+0,28%

GOAU4

R$ 12,81

-0,15%

GOLL4

R$ 20,21

-1,89%

NTCO3

R$ 43,24

-2,03%

HAPV3

R$ 12,56

-3,45%

HYPE3

R$ 30,44

+1,53%

IGTA3

R$ 33,94

+1,73%

GNDI3

R$ 71,15

-2,46%

IRBR3

R$ 5,25

+1,35%

ITSA4

R$ 11,35

+0,88%

ITUB4

R$ 25,02

+1,05%

JBSS3

R$ 38,59

+1,57%

JHSF3

R$ 6,13

+3,02%

KLBN11

R$ 23,16

-0,08%

RENT3

R$ 56,44

-0,33%

LCAM3

R$ 25,16

+0,31%

LWSA3

R$ 22,48

+1,95%

LAME4

R$ 6,43

+21,09%

LREN3

R$ 36,20

+1,25%

MGLU3

R$ 14,38

-1,23%

MRFG3

R$ 26,48

-2,46%

BEEF3

R$ 10,37

-3,08%

MRVE3

R$ 12,53

+1,12%

MULT3

R$ 20,44

+0,98%

PCAR3

R$ 29,00

-6,33%

PETR3

R$ 30,25

+0,29%

PETR4

R$ 29,46

-0,47%

BRDT3

R$ 24,80

+1,01%

PRIO3

R$ 27,11

-2,27%

QUAL3

R$ 19,27

-0,82%

RADL3

R$ 22,83

-0,82%

RAIL3

R$ 18,23

-0,65%

SBSP3

R$ 38,90

-0,35%

SANB11

R$ 36,50

+0,35%

CSNA3

R$ 26,53

-3,84%

SULA11

R$ 26,29

-1,01%

SUZB3

R$ 49,82

-2,14%

TAEE11

R$ 37,89

+0,53%

VIVT3

R$ 46,46

+0,62%

TIMS3

R$ 12,45

-0,95%

TOTS3

R$ 35,84

+1,55%

UGPA3

R$ 15,47

+2,58%

USIM5

R$ 16,07

-3,07%

VALE3

R$ 80,23

-0,55%

VIIA3

R$ 8,17

+0,36%

WEGE3

R$ 40,48

+0,89%

YDUQ3

R$ 27,20

+0,81%

IBOV

114.667,22 pts

+0,01%

SP500

4.486,41 pts

+0,34%

DJIA

35.253,81 pts

-0,12%

NASDAQ

15.300,65 pts

+1,01%

IFIX

2.744,89 pts

+0,45%

BRENT

US$ 84,27

-0,70%

IO62

¥ 696,50

-1,42%

TRAD3

R$ 8,30

+1,46%

ABEV3

R$ 15,67

+0,90%

AMER3

R$ 39,23

+4,72%

ASAI3

R$ 16,98

-3,19%

AZUL4

R$ 34,43

-3,34%

B3SA3

R$ 13,03

-0,91%

BIDI11

R$ 48,27

-3,99%

BBSE3

R$ 21,78

+0,46%

BRML3

R$ 8,62

+2,01%

BBDC3

R$ 18,54

+1,42%

BBDC4

R$ 21,69

+1,92%

BRAP4

R$ 54,40

-1,27%

BBAS3

R$ 32,21

+1,99%

BRKM5

R$ 58,86

+2,43%

BRFS3

R$ 25,06

-2,83%

BPAC11

R$ 25,53

-1,80%

CRFB3

R$ 18,78

+0,69%

CCRO3

R$ 12,75

+0,15%

CMIG4

R$ 15,17

+1,13%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,63

+0,38%

COGN3

R$ 3,11

+0,97%

CPLE6

R$ 6,79

+2,56%

CSAN3

R$ 23,31

+0,25%

CPFE3

R$ 26,52

+1,68%

CVCB3

R$ 19,94

-1,62%

CYRE3

R$ 18,30

+0,66%

ECOR3

R$ 10,03

+0,80%

ELET3

R$ 40,67

+3,59%

ELET6

R$ 40,61

+2,47%

EMBR3

R$ 25,66

-0,07%

ENBR3

R$ 19,27

+0,62%

ENGI11

R$ 46,14

+0,52%

ENEV3

R$ 15,33

-0,51%

EGIE3

R$ 38,68

+0,33%

EQTL3

R$ 24,87

+0,81%

EZTC3

R$ 23,63

-2,67%

FLRY3

R$ 21,64

+1,26%

GGBR4

R$ 28,25

+0,28%

GOAU4

R$ 12,81

-0,15%

GOLL4

R$ 20,21

-1,89%

NTCO3

R$ 43,24

-2,03%

HAPV3

R$ 12,56

-3,45%

HYPE3

R$ 30,44

+1,53%

IGTA3

R$ 33,94

+1,73%

GNDI3

R$ 71,15

-2,46%

IRBR3

R$ 5,25

+1,35%

ITSA4

R$ 11,35

+0,88%

ITUB4

R$ 25,02

+1,05%

JBSS3

R$ 38,59

+1,57%

JHSF3

R$ 6,13

+3,02%

KLBN11

R$ 23,16

-0,08%

RENT3

R$ 56,44

-0,33%

LCAM3

R$ 25,16

+0,31%

LWSA3

R$ 22,48

+1,95%

LAME4

R$ 6,43

+21,09%

LREN3

R$ 36,20

+1,25%

MGLU3

R$ 14,38

-1,23%

MRFG3

R$ 26,48

-2,46%

BEEF3

R$ 10,37

-3,08%

MRVE3

R$ 12,53

+1,12%

MULT3

R$ 20,44

+0,98%

PCAR3

R$ 29,00

-6,33%

PETR3

R$ 30,25

+0,29%

PETR4

R$ 29,46

-0,47%

BRDT3

R$ 24,80

+1,01%

PRIO3

R$ 27,11

-2,27%

QUAL3

R$ 19,27

-0,82%

RADL3

R$ 22,83

-0,82%

RAIL3

R$ 18,23

-0,65%

SBSP3

R$ 38,90

-0,35%

SANB11

R$ 36,50

+0,35%

CSNA3

R$ 26,53

-3,84%

SULA11

R$ 26,29

-1,01%

SUZB3

R$ 49,82

-2,14%

TAEE11

R$ 37,89

+0,53%

VIVT3

R$ 46,46

+0,62%

TIMS3

R$ 12,45

-0,95%

TOTS3

R$ 35,84

+1,55%

UGPA3

R$ 15,47

+2,58%

USIM5

R$ 16,07

-3,07%

VALE3

R$ 80,23

-0,55%

VIIA3

R$ 8,17

+0,36%

WEGE3

R$ 40,48

+0,89%

YDUQ3

R$ 27,20

+0,81%

Atualizado há 5 meses

Ícone de compartilhamento

O cenário econômico mundial nos primeiros meses do ano tem apresentado resultados positivos quanto à recuperação econômica, em especial o setor de serviços, significativamente impactado pela pandemia de Covid-19. Mas como nem tudo na vida são flores, conforme as atividades avançam, sinais de inflação começam a chamar a atenção dos agentes econômicos.

E não por menos, o investidor deve estar bem informado quanto a um cenário inflacionário, justamente porque os impactos poderão ser visualizados diretamente na rentabilidade dos seus investimentos. Assim, a partir dos dados de inflação divulgados nesta semana, tanto para EUA quanto para o Brasil, trago neste artigo a minha perspectiva quanto à condução da política monetária de ambos os bancos centrais, Federal Reserve e Banco Central do Brasil.

Antes de tudo, frente às políticas econômicas de estímulo, seja do lado monetário, através dos juros baixos, como fiscal, a partir dos pagamentos em auxílios individuais, a expectativa de um cenário de alta de preços para o consumidor começa a se concretizar. Aos fatos, o IPC, Índice de Preços ao Consumidor dos EUA, apresentou variação positiva de 0,80% em abril frente a março na série com ajuste sazonal, acumulando em 12 meses 4,20%; no Brasil, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, aumentou 0,31% em abril, acumulando 6,76% em 12 meses.


Recuperação econômica e ações dos bancos centrais

Fonte: US Bureau of Labor Statistics (BLS), IBGE, TC Matrix


A resposta desse cenário paira sobre os juros definidos pelos bancos centrais, na teoria, o principal instrumento para o combate à inflação. Contudo, a sinalização das autoridades monetárias para os próximos trimestres ainda tem sido de continuidade de uma política acomodatícia, em outras palavras, um nível de juros capaz de manter o estímulo econômico.

Para entender a mensagem dos bancos centrais, busca-se averiguar o motivo da inflação observada e verifica-se que a alta de preços ao consumidor pode ser explicada pelo impacto da pandemia nas cadeias de produção, validando a hipótese de uma inflação de oferta; ou seja, impactos como a alta do preço internacional das commodities e, especialmente para o Brasil, a desvalorização cambial, têm pressionado os preços para cima.

Neste contexto, em um primeiro momento a política de contração monetária, com o ciclo de aumento de juros, poderia ser a ideal frente a esse cenário. Entretanto, ao verificar outros dados, como o do mercado de trabalho, ainda verifica-se os impactos da pandemia no setor produtivo e na retomada robusta do emprego no país.

Para confirmar o cenário acima, nesta semana o indicador mais importante do mercado de trabalho dos EUA, o Payroll, apresentou resultado abaixo do consenso do mercado, com aumento de 266 mil empregos em abril, ante estimativa de quase 1 milhão, atingindo o patamar de 6,50% da taxa de desemprego, acima dos níveis anteriores à pandemia, de 3,50% em fevereiro de 2020.


Fonte: US Bureau of Labor Statistics (BLS), TC Matrix Macro


Diante dos fatos, os dados do mercado de trabalho sinalizam ainda um ambiente de incerteza frente à recuperação econômica americana aos patamares pré-pandemia no curto prazo. Dito isso, podemos confirmar a sinalização do banco central americano, Fed, de manter a taxa de juros no atual patamar, em linha com o seu objetivo de fomentar o pleno emprego, viabilizando mais estímulos econômicos, sejam fiscais ou monetários.

Assim, diante do cenário para a maior economia mundial, a influência para as demais economias, como a brasileira, poderá refletir na condução da política monetária do Banco Central do Brasil, em especial quanto à magnitude do aumento da taxa básica de juros, a taxa Selic, para patamares superiores à taxa neutra de juros, influenciando negativamente a recuperação econômica ao longo do ano.

Por fim, o atual cenário de inflação pode ser caracterizado como pontual e não estrutural, impactando na tese de normalização dos preços ao longo do tempo, o que não muda a continuidade de políticas monetárias expansionistas, ou seja, de juros baixos. Isto, portanto, poderá ser caracterizado por um cenário de recuperação econômica somada a preços maiores ao longo do tempo.

Arte: Vinícius Martins / TC Mover

DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.


Leia também

Klabin espera EBITDA ainda mais forte no segundo trimestre

Fabio Wajngarten nega que Jair Bolsonaro interferiu na Secom

Machado: Parecer da MP da Eletrobras reestrutura setor

image

Receba todas as novidades do TC

Deixe o seu contato com a gente e saiba mais sobre nossas novidades, eventos e facilidades.