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Atualizado há 6 meses

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São Paulo, 21 de abril – Dados recentes para a economia brasileira indicam que as atividades demonstraram sinais de recuperação nos primeiros meses do ano, ainda que a partir de março tenham sido impactadas pelas novas medidas de isolamento frente ao combate da pandemia

Neste cenário, trazemos dois dados importantes da conjuntura brasileira, que justificam o resultado do IBC-Br divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, o qual representa o PIB mensal pela metodologia da autarquia.

Além disso, nesta coluna é apresentada a perspectiva para a economia brasileira, e apresentados os indicadores de confiança para os setores em questão, assim como o resultado dos indicadores de incerteza1 do TC Matrix.


Vendas no Varejo

Na semana passada, foram divulgados os dados para as vendas no varejo, bem como para o volume de serviços, ambos de fevereiro. Neste contexto, as vendas do varejo cresceram 0,60% em relação ao mês anterior, com ajuste sazonal, e o resultado veio em linha com o consenso de mercado, 0,70%. Já o comércio varejista no conceito ampliado cresceu 4,10% ante o decréscimo de 2,10% de janeiro, influenciado positivamente pelas atividades de veículos, motocicletas, partes e peças e de material de construção.

Por outro lado, na comparação interanual, houve queda em 3,80% para o setor, com maior influência do segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (recuo de 4,60%), e maior queda para a atividade de tecidos, vestuário e calçados (de 18,60%). O resultado insatisfatório no volume de vendas do subsetor de produtos alimentícios tem como principal norteador o fim do auxílio emergencial no fim do ano passado.



Assim, é válido enfatizar também a mudança na cesta de consumo das famílias no período, fator que ainda marca a forte presença da pandemia no país e contribui para as quedas no volume de vendas do segmento de vestuário desde o início da pandemia.


Setor de Serviços

Já o volume de serviços avançou 3,70% em fevereiro frente ao mês anterior (0,60%), com todos os segmentos desempenhando positivamente, e destaque para as atividades de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, e profissionais e administrativos, que cresceram 4,40% e 3,30%, respectivamente. Neste cenário, dentre os resultados positivos podemos destacar o recente avanço no segmento de serviços prestados às famílias, de 8,80%, explicado pela forte relação com o relaxamento das medidas de isolamento. Contudo, este subsetor é o que mais deteriora no comparativo interanual, com diminuição em 28,10% no volume de serviços, e nossa expectativa é que melhore com o avanço da imunização da população.



Neste cenário, podemos concluir que a atividade econômica seguiu em tendência de recuperação nos dois primeiros meses do ano, o que já havia sido verificado no ano passado, sendo confirmado pelo resultado do IBC-Br, Índice de Atividade Econômica do Bacen, indicador que permite o acompanhamento mais tempestivo da atividade econômica, com avanço de 1,70% em relação a janeiro (1,04%), acima da expectativa de mercado, que projetava uma alta de 0,90%.


O que esperamos para a economia

A partir da observação dos indicadores de tendência, a saber, pelos de Confiança e Incerteza, este calculado pelo TC Matrix, verificamos que o Índice de Incerteza do Varejo, recuou para 122,49 em fevereiro frente aos 122,59 observados em janeiro, o que significa que aumentou a previsibilidade do setor. Contudo, os Índices de Confiança – indicadores que monitoram a situação corrente e tendem a antecipar eventos futuros – recuaram na margem em 18,50 pontos para comércio varejista e 5,60 pontos para serviços em março, com uma perda de confiança maior para o comércio.





Neste contexto, assume-se a prioridade dos indivíduos em consumir bens e serviços que se adequam melhor à capacidade limitada de circulação de pessoas. Ademais, o aumento no número de casos de Covid-19 eleva a percepção de risco dos consumidores em relação ao panorama futuro da economia, fator que impacta na propensão marginal a poupar e, consequentemente, no consumo intertemporal. Ou seja, os indivíduos tendem a consumir menos no presente para consumir mais no futuro.

Assim, em um primeiro momento podemos concluir dois fatos dos dados mencionados para as expectativas da economia brasileira: o primeiro será um impacto negativo no PIB do primeiro trimestre, influenciado pelo recrudescimento das medidas de isolamento, as quais afetam principalmente o setor de serviços, que possui o maior peso no indicador. O segundo é que pudemos observar a relação positiva entre medidas mais brandas do isolamento com o aumento da atividade econômica, assim, o que deverá contribuir positivamente para o desempenho do PIB do primeiro trimestre.



Além disso, e não obstante aos fatos, o Índice de Incerteza de Expectativa do TC, aumentou 8,20 pontos em março e recuou 29,80 pontos em abril, assumindo 172,39 pontos, o que indica que a incerteza aumentou no mês em que houve o recrudescimento das medidas de isolamento, porém melhorou o cenário de previsibilidade com a possível melhora do avanço da vacinação no país no mês.

Por fim, esperamos que as novas medidas de isolamento no bimestre de março a abril impactem os setores de forma negativa, com efeito para o resultado do PIB do primeiro trimestre. Contudo, acreditamos que veremos impactos de menor magnitude na comparação ao mesmo período do ano anterior, com a perspectiva da retomada mais forte a partir do segundo semestre do ano.



[1] – O Índice de Incerteza do TC mede a incerteza macroeconômica percebida pelos agentes em relação ao mercado. Quanto maior a incerteza, maior o risco para os investidores. Com um série disponível desde Junho de 2010, o Índice de Incerteza do TC conseguiu prever de forma confiável as recessões de 2014 e 2020, com uma antecedência de 6 meses em média. Os testes indicam também que o indicador de incerteza antecede, ou seja, “ajuda a prever”, variáveis como Ibovespa, emprego e produção industrial.


Arte: Vinícius Martins / TC Mover

DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões da COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.


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