IBOV

105.069,69 pts

+0,57%

SP500

4.533,93 pts

-0,94%

DJIA

34.576,46 pts

-0,18%

NASDAQ

15.689,07 pts

-1,88%

IFIX

2.610,67 pts

+1,07%

BRENT

US$ 69,81

+0,20%

IO62

¥ 628,00

+3,63%

TRAD3

R$ 6,70

-0,29%

ABEV3

R$ 16,00

-0,06%

AMER3

R$ 27,81

+1,34%

ASAI3

R$ 13,30

+6,82%

AZUL4

R$ 22,43

+0,53%

B3SA3

R$ 11,63

+1,48%

BIDI11

R$ 32,90

-2,87%

BBSE3

R$ 21,18

+0,61%

BRML3

R$ 7,94

+1,14%

BBDC3

R$ 17,81

+0,28%

BBDC4

R$ 20,76

-0,28%

BRAP4

R$ 51,70

-1,37%

BBAS3

R$ 32,20

+0,12%

BRKM5

R$ 60,50

+4,67%

BRFS3

R$ 19,62

-0,75%

BPAC11

R$ 21,25

+0,75%

CRFB3

R$ 14,78

-1,26%

CCRO3

R$ 12,56

+4,05%

CMIG4

R$ 13,80

+2,98%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,20

+2,80%

COGN3

R$ 2,48

+0,81%

CPLE6

R$ 6,21

-0,95%

CSAN3

R$ 22,37

+1,96%

CPFE3

R$ 27,89

+1,16%

CVCB3

R$ 14,15

+7,03%

CYRE3

R$ 14,93

+7,41%

ECOR3

R$ 8,82

+5,37%

ELET3

R$ 35,39

+2,58%

ELET6

R$ 34,40

+2,13%

EMBR3

R$ 19,15

-1,08%

ENBR3

R$ 21,43

+0,04%

ENGI11

R$ 46,66

+0,58%

ENEV3

R$ 14,53

+3,63%

EGIE3

R$ 39,47

+0,53%

EQTL3

R$ 23,56

+1,42%

EZTC3

R$ 19,81

+5,26%

FLRY3

R$ 18,56

+3,51%

GGBR4

R$ 27,85

+0,68%

GOAU4

R$ 11,37

+4,88%

GOLL4

R$ 15,17

+0,86%

NTCO3

R$ 25,75

-1,15%

HAPV3

R$ 11,43

+3,72%

HYPE3

R$ 28,28

+2,61%

IGTA3

R$ 33,24

+0,00%

GNDI3

R$ 64,54

+4,09%

IRBR3

R$ 4,18

-1,64%

ITSA4

R$ 9,85

-0,50%

ITUB4

R$ 22,98

-0,34%

JBSS3

R$ 33,41

-4,84%

JHSF3

R$ 5,19

+3,38%

KLBN11

R$ 24,20

-1,22%

RENT3

R$ 54,86

+2,12%

LCAM3

R$ 24,40

+1,83%

LWSA3

R$ 12,75

+8,60%

LAME4

R$ 5,13

+3,21%

LREN3

R$ 29,25

+2,23%

MGLU3

R$ 7,05

+4,29%

MRFG3

R$ 20,87

-5,73%

BEEF3

R$ 8,62

+1,41%

MRVE3

R$ 11,97

+5,27%

MULT3

R$ 20,70

+3,29%

PCAR3

R$ 22,50

+1,26%

PETR3

R$ 30,07

+1,86%

PETR4

R$ 28,76

+1,41%

VBBR3

21,90

+1,90%

PRIO3

R$ 21,21

+1,19%

QUAL3

R$ 16,22

+2,27%

RADL3

R$ 22,82

+2,65%

RAIL3

R$ 18,10

+2,78%

SBSP3

R$ 37,32

+1,68%

SANB11

R$ 33,66

-0,44%

CSNA3

R$ 23,28

-1,23%

SULA11

R$ 26,47

+1,61%

SUZB3

R$ 57,10

-1,55%

TAEE11

R$ 37,66

+1,18%

VIVT3

R$ 50,85

+1,21%

TIMS3

R$ 13,77

+0,36%

TOTS3

R$ 30,50

+0,76%

UGPA3

R$ 14,74

+3,43%

USIM5

R$ 14,23

-1,38%

VALE3

R$ 71,87

-2,20%

VIIA3

R$ 5,36

+4,07%

WEGE3

R$ 32,78

+0,18%

YDUQ3

R$ 23,76

+2,59%

IBOV

105.069,69 pts

+0,57%

SP500

4.533,93 pts

-0,94%

DJIA

34.576,46 pts

-0,18%

NASDAQ

15.689,07 pts

-1,88%

IFIX

2.610,67 pts

+1,07%

BRENT

US$ 69,81

+0,20%

IO62

¥ 628,00

+3,63%

TRAD3

R$ 6,70

-0,29%

ABEV3

R$ 16,00

-0,06%

AMER3

R$ 27,81

+1,34%

ASAI3

R$ 13,30

+6,82%

AZUL4

R$ 22,43

+0,53%

B3SA3

R$ 11,63

+1,48%

BIDI11

R$ 32,90

-2,87%

BBSE3

R$ 21,18

+0,61%

BRML3

R$ 7,94

+1,14%

BBDC3

R$ 17,81

+0,28%

BBDC4

R$ 20,76

-0,28%

BRAP4

R$ 51,70

-1,37%

BBAS3

R$ 32,20

+0,12%

BRKM5

R$ 60,50

+4,67%

BRFS3

R$ 19,62

-0,75%

BPAC11

R$ 21,25

+0,75%

CRFB3

R$ 14,78

-1,26%

CCRO3

R$ 12,56

+4,05%

CMIG4

R$ 13,80

+2,98%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,20

+2,80%

COGN3

R$ 2,48

+0,81%

CPLE6

R$ 6,21

-0,95%

CSAN3

R$ 22,37

+1,96%

CPFE3

R$ 27,89

+1,16%

CVCB3

R$ 14,15

+7,03%

CYRE3

R$ 14,93

+7,41%

ECOR3

R$ 8,82

+5,37%

ELET3

R$ 35,39

+2,58%

ELET6

R$ 34,40

+2,13%

EMBR3

R$ 19,15

-1,08%

ENBR3

R$ 21,43

+0,04%

ENGI11

R$ 46,66

+0,58%

ENEV3

R$ 14,53

+3,63%

EGIE3

R$ 39,47

+0,53%

EQTL3

R$ 23,56

+1,42%

EZTC3

R$ 19,81

+5,26%

FLRY3

R$ 18,56

+3,51%

GGBR4

R$ 27,85

+0,68%

GOAU4

R$ 11,37

+4,88%

GOLL4

R$ 15,17

+0,86%

NTCO3

R$ 25,75

-1,15%

HAPV3

R$ 11,43

+3,72%

HYPE3

R$ 28,28

+2,61%

IGTA3

R$ 33,24

+0,00%

GNDI3

R$ 64,54

+4,09%

IRBR3

R$ 4,18

-1,64%

ITSA4

R$ 9,85

-0,50%

ITUB4

R$ 22,98

-0,34%

JBSS3

R$ 33,41

-4,84%

JHSF3

R$ 5,19

+3,38%

KLBN11

R$ 24,20

-1,22%

RENT3

R$ 54,86

+2,12%

LCAM3

R$ 24,40

+1,83%

LWSA3

R$ 12,75

+8,60%

LAME4

R$ 5,13

+3,21%

LREN3

R$ 29,25

+2,23%

MGLU3

R$ 7,05

+4,29%

MRFG3

R$ 20,87

-5,73%

BEEF3

R$ 8,62

+1,41%

MRVE3

R$ 11,97

+5,27%

MULT3

R$ 20,70

+3,29%

PCAR3

R$ 22,50

+1,26%

PETR3

R$ 30,07

+1,86%

PETR4

R$ 28,76

+1,41%

VBBR3

21,90

+1,90%

PRIO3

R$ 21,21

+1,19%

QUAL3

R$ 16,22

+2,27%

RADL3

R$ 22,82

+2,65%

RAIL3

R$ 18,10

+2,78%

SBSP3

R$ 37,32

+1,68%

SANB11

R$ 33,66

-0,44%

CSNA3

R$ 23,28

-1,23%

SULA11

R$ 26,47

+1,61%

SUZB3

R$ 57,10

-1,55%

TAEE11

R$ 37,66

+1,18%

VIVT3

R$ 50,85

+1,21%

TIMS3

R$ 13,77

+0,36%

TOTS3

R$ 30,50

+0,76%

UGPA3

R$ 14,74

+3,43%

USIM5

R$ 14,23

-1,38%

VALE3

R$ 71,87

-2,20%

VIIA3

R$ 5,36

+4,07%

WEGE3

R$ 32,78

+0,18%

YDUQ3

R$ 23,76

+2,59%

Atualizado há 8 meses

Ícone de compartilhamento
Ícone de compartilhamento

São Paulo, 21 de abril – Dados recentes para a economia brasileira indicam que as atividades demonstraram sinais de recuperação nos primeiros meses do ano, ainda que a partir de março tenham sido impactadas pelas novas medidas de isolamento frente ao combate da pandemia

Neste cenário, trazemos dois dados importantes da conjuntura brasileira, que justificam o resultado do IBC-Br divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, o qual representa o PIB mensal pela metodologia da autarquia.

Além disso, nesta coluna é apresentada a perspectiva para a economia brasileira, e apresentados os indicadores de confiança para os setores em questão, assim como o resultado dos indicadores de incerteza1 do TC Matrix.

 

Vendas no Varejo

Na semana passada, foram divulgados os dados para as vendas no varejo, bem como para o volume de serviços, ambos de fevereiro. Neste contexto, as vendas do varejo cresceram 0,60% em relação ao mês anterior, com ajuste sazonal, e o resultado veio em linha com o consenso de mercado, 0,70%. Já o comércio varejista no conceito ampliado cresceu 4,10% ante o decréscimo de 2,10% de janeiro, influenciado positivamente pelas atividades de veículos, motocicletas, partes e peças e de material de construção.

Por outro lado, na comparação interanual, houve queda em 3,80% para o setor, com maior influência do segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (recuo de 4,60%), e maior queda para a atividade de tecidos, vestuário e calçados (de 18,60%). O resultado insatisfatório no volume de vendas do subsetor de produtos alimentícios tem como principal norteador o fim do auxílio emergencial no fim do ano passado.

 

 

Assim, é válido enfatizar também a mudança na cesta de consumo das famílias no período, fator que ainda marca a forte presença da pandemia no país e contribui para as quedas no volume de vendas do segmento de vestuário desde o início da pandemia.

 

Setor de Serviços

Já o volume de serviços avançou 3,70% em fevereiro frente ao mês anterior (0,60%), com todos os segmentos desempenhando positivamente, e destaque para as atividades de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, e profissionais e administrativos, que cresceram 4,40% e 3,30%, respectivamente. Neste cenário, dentre os resultados positivos podemos destacar o recente avanço no segmento de serviços prestados às famílias, de 8,80%, explicado pela forte relação com o relaxamento das medidas de isolamento. Contudo, este subsetor é o que mais deteriora no comparativo interanual, com diminuição em 28,10% no volume de serviços, e nossa expectativa é que melhore com o avanço da imunização da população.

 

 

Neste cenário, podemos concluir que a atividade econômica seguiu em tendência de recuperação nos dois primeiros meses do ano, o que já havia sido verificado no ano passado, sendo confirmado pelo resultado do IBC-Br, Índice de Atividade Econômica do Bacen, indicador que permite o acompanhamento mais tempestivo da atividade econômica, com avanço de 1,70% em relação a janeiro (1,04%), acima da expectativa de mercado, que projetava uma alta de 0,90%.

 

O que esperamos para a economia

A partir da observação dos indicadores de tendência, a saber, pelos de Confiança e Incerteza, este calculado pelo TC Matrix, verificamos que o Índice de Incerteza do Varejo, recuou para 122,49 em fevereiro frente aos 122,59 observados em janeiro, o que significa que aumentou a previsibilidade do setor. Contudo, os Índices de Confiança – indicadores que monitoram a situação corrente e tendem a antecipar eventos futuros – recuaram na margem em 18,50 pontos para comércio varejista e 5,60 pontos para serviços em março, com uma perda de confiança maior para o comércio.

 

 

 

 

Neste contexto, assume-se a prioridade dos indivíduos em consumir bens e serviços que se adequam melhor à capacidade limitada de circulação de pessoas. Ademais, o aumento no número de casos de Covid-19 eleva a percepção de risco dos consumidores em relação ao panorama futuro da economia, fator que impacta na propensão marginal a poupar e, consequentemente, no consumo intertemporal. Ou seja, os indivíduos tendem a consumir menos no presente para consumir mais no futuro.

Assim, em um primeiro momento podemos concluir dois fatos dos dados mencionados para as expectativas da economia brasileira: o primeiro será um impacto negativo no PIB do primeiro trimestre, influenciado pelo recrudescimento das medidas de isolamento, as quais afetam principalmente o setor de serviços, que possui o maior peso no indicador. O segundo é que pudemos observar a relação positiva entre medidas mais brandas do isolamento com o aumento da atividade econômica, assim, o que deverá contribuir positivamente para o desempenho do PIB do primeiro trimestre.

 

 

Além disso, e não obstante aos fatos, o Índice de Incerteza de Expectativa do TC, aumentou 8,20 pontos em março e recuou 29,80 pontos em abril, assumindo 172,39 pontos, o que indica que a incerteza aumentou no mês em que houve o recrudescimento das medidas de isolamento, porém melhorou o cenário de previsibilidade com a possível melhora do avanço da vacinação no país no mês.

Por fim, esperamos que as novas medidas de isolamento no bimestre de março a abril impactem os setores de forma negativa, com efeito para o resultado do PIB do primeiro trimestre. Contudo, acreditamos que veremos impactos de menor magnitude na comparação ao mesmo período do ano anterior, com a perspectiva da retomada mais forte a partir do segundo semestre do ano.

 


[1] – O Índice de Incerteza do TC mede a incerteza macroeconômica percebida pelos agentes em relação ao mercado. Quanto maior a incerteza, maior o risco para os investidores. Com um série disponível desde Junho de 2010, o Índice de Incerteza do TC conseguiu prever de forma confiável as recessões de 2014 e 2020, com uma antecedência de 6 meses em média. Os testes indicam também que o indicador de incerteza antecede, ou seja, “ajuda a prever”, variáveis como Ibovespa, emprego e produção industrial.


Arte: Vinícius Martins / TC Mover

DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões da COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.


Leia também

Aneel volta a adiar reajuste de tarifas de distribuidoras de energia

XP inicia Orizon com compra citando resiliência do setor e ESG

Vieira: Acordo do Orçamento fortalece pauta econômica

image

Receba todas as novidades do TC

Deixe o seu contato com a gente e saiba mais sobre nossas novidades, eventos e facilidades.