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Atualizado há 5 meses

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O mercado das criptomoedas entrou em colapso nos últimos dias, quando Elon Musk, diretor-presidente da montadora Tesla, anunciou que a empresa suspendeu o recebimento de pagamentos em Bitcoin.

Depois disso, o empresário afirmou que estava ajudando a desenvolver a Dogecoin, uma moeda meme criada em 2013, dando a entender que queria substituir o Bitcoin. A situação fez com que o preço do Bitcoin despencasse dos US$55 mil para os US$45 mil e criou ruídos que deixaram o mercado em pânico.

Vamos filtrar esses ruídos e extrair três lições da polêmica entre Elon Musk e Bitcoin.

 

Veja as lições da polêmica entre Elon Musk e Bitcoin

Elon Musk se põe como vítima dos Bitcoiners e ameaça vender reservas da Tesla (Twitter)

 

Qual foi a polêmica entre Elon Musk e Bitcoin?

No último dia 13 de maio, Elon Musk soltou um comunicado no Twitter no qual afirmou que a Tesla suspendeu o recebimento de Bitcoin pelos seus carros. A notícia pegou o mercado de surpresa, já que a companhia começou a aceitar o pagamento em cripto há pouco mais de três meses, no início de fevereiro.

Naquele dia, Elon Musk disse que a mineração de Bitcoin é prejudicial ao meio ambiente e indicou que estava em busca de uma alternativa melhor de pagamentos. Depois, na sexta-feira, ele anunciou que estava trabalhando com os desenvolvedores da Dogecoin para torná-la mais eficiente para as transações.

Porém, a Dogecoin, ou DOGE, não possui desenvolvimento ativo há anos. Quase ninguém entendeu a mudança de posicionamento, e Elon Musk passou a brigar com entusiastas do Bitcoin no Twitter, sinalizando que poderia desistir do ativo em prol da DOGE ou de outras criptomoedas.

Agora, o que é verdade e o que é mentira nessa história? O empresário está certo nas críticas ao Bitcoin ou agiu de forma precipitada?

 

Veja as lições da polêmica entre Elon Musk e Bitcoin

Microstrategy alocou reservas em Bitcoin em agosto de 2020 (BusinessWire)

 

Primeira lição: o Bitcoin é um ativo em processo de amadurecimento

O Bitcoin nasceu em janeiro de 2009, ou seja: tem pouco mais de 12 anos de existência. Ele passou alguns anos com o valor próximo a zero e começou a decolar apenas em 2013, quando atingiu os US$100.

Mais além, em dezembro de 2017, o valor do Bitcoin explodiu e a moeda alcançou quase US$20 mil, marca que só foi superada três anos depois, em dezembro de 2020, quando o ativo disparou novamente. Na sequência, em 2021, o Bitcoin continuou valorizando até abril, quando atingiu a máxima histórica de US$64,8 mil.

O crescimento meteórico do Bitcoin foi causado pela crença dos investidores de varejo no seu potencial; as empresas só entraram nesse mercado em 2020. De toda maneira, a entrada do investimento institucional foi vista com bons olhos pelos entusiastas do Bitcoin, já que ajudou a avalizar um ativo que era visto com desconfiança por grandes bancos e empresas.

Aqui entra Elon Musk. Antes de 2020, o empresário teceu alguns comentários dúbios e até mesmo críticos sobre o Bitcoin; porém, no ano passado, ele começou a apoiar a criptomoeda e fazer brincadeiras frequentes com ela.

A situação ficou séria em 2021, quando a Tesla anunciou a compra de US$1,5 bilhão em Bitcoin e a aceitação da moeda como meio de pagamento pelos seus produtos. Isso tornou Elon Musk uma espécie de lenda entre os entusiastas da criptomoeda, já que fez o seu preço disparar e abriu as portas para outras empresas aportarem dinheiro nela.

Agora, com a rejeição temporária de Elon Musk ao ativo, o seu preço caiu, no curto prazo. A situação foi oportuna para os críticos, que estão acusando o Bitcoin de ser frágil e muito influenciado pelos tweets de um empresário.

Não concordo. O Bitcoin valia US$9,2 mil em 13 de maio de 2020, um ano antes das declarações do empreendedor. Assim, mesmo com a queda recente para os US$45 mil, a valorização foi de 389% neste período de um ano.

A desvalorização foi significativa, mas praticamente irrelevante quando analisada no contexto histórico da moeda. Logo, o Bitcoin conseguiu se manter num patamar de preços elevado mesmo após receber o golpe de Elon Musk.

 

Preço do Bitcoin nos últimos 12 meses (CoinMarketCap)

 

Segunda lição: o Bitcoin é um ativo especulativo

A queda do preço do Bitcoin com as declarações de Elon Musk não significa que o ativo é frágil, apenas que ele está sujeito às flutuações de um mercado especulativo. Conforme abordado no texto “Por que o Bitcoin só valoriza?”, a especulação é um dos fatores que joga o preço do Bitcoin para cima ou para baixo.

Essa situação pode parecer óbvia para alguns participantes veteranos do mercado, mas deve ser explicada em mais detalhes. De maneira simples, quando uma informação negativa sobre um ativo é publicada, o seu preço tende a cair, sendo que o contrário também é verdadeiro.

Nessa situação específica, o mercado precificou as declarações de Elon Musk com a derrubada da cotação da moeda. Porém, isso não significa que o preço continuará assim, já que uma declaração positiva pode gerar o efeito contrário, ou seja, da valorização do Bitcoin.

 

Elon Musk faz piada sobre Bitcoin em dezembro de 2020

 

Terceira lição: a opinião de um famoso não é, necessariamente, relevante

Elon Musk é um visionário: ele criou a Tesla, uma das maiores montadoras da atualidade, e a SpaceX, que recentemente lançou um foguete com astronautas para o espaço, em parceria com a Nasa. Por conta dos seus empreendimentos, ele é o segundo homem mais rico do mundo.

No entanto, isso não significa que a sua opinião seja mais importante do que a de outros participantes do mercado de criptomoedas.

O empresário entrou recentemente para o mundo dos criptoativos e, até então, tem demonstrado um comportamento infantil sobre o tema. Ele fez a Dogecoin disparar e incentivou milhares de pessoas a investirem nela. A DOGE é um criptoativo, do meu ponto de vista, sem fundamentos técnicos e que pode desvalorizar a qualquer momento, causando prejuízos para essas pessoas que confiaram no empresário.

Com o Bitcoin, é a mesma coisa. Em apenas três meses, Elon Musk passou de defensor a crítico ferrenho da moeda sem um motivo razoável para tal. A questão da sustentabilidade da mineração de Bitcoin não é nova, portanto ele já sabia sobre o tema antes de decidir abandonar, temporariamente, a moeda.

Além disso, Elon Musk tuita as suas opiniões como se fosse uma pessoa comum, sem parecer se dar conta de que é seguido por 55 milhões de pessoas. A sua opinião influencia diretamente o comportamento das pessoas, dessa forma sua atuação é tida por muitos como negligente e irresponsável.

Existe, ainda, a suspeita de que a guinada de Elon Musk tenha sido causada pelo seu interesse no mercado de carbono, conforme explicado em detalhes por Elisabeth Steyn no Twitter. A Tesla ganha bilhões nesse mercado, mas está prestes a perder um dos seus maiores clientes, a Stellantis, que é a fusão do grupo PSA com a Fiat Chrysler. Logo, a empresa quer entrar no mercado de créditos de combustível renovável, motivando essa mudança de posicionamento.

 

Conclusões

O Bitcoin tem valorizado de forma consistente ao longo dos anos, tendo superado o mercado de ações, fundos de investimentos, o ouro e quaisquer outros ativos na última década.

Por ser novo, o mercado das criptomoedas, que foi inaugurado pelo próprio Bitcoin em 2009, é sujeito a flutuações mais significativas por conta de eventos como esse causado por Elon Musk.

Por outro lado, a derrubada momentânea dos preços será imperceptível no médio e longo prazo, já que o Bitcoin possui fundamentos técnicos que apontam para a sua valorização.

Arte: Vinícius Martins / TC

DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.


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