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Atualizado há 9 meses

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São Paulo, 19 de janeiro – As tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo vêm de muitos anos atrás, mas ninguém tinha feito uso delas politicamente da forma que o presidente americano Donald Trump fez durante seus quatro anos de mandato.

Trump ampliou a luta contra a China com altas exponenciais nas tarifas, sanções sem precedentes a empresas e altos funcionários do governo asiático e uma retórica bastante agressiva. Mesmo muitas vezes assistido pela razão, a guerra comercial não saiu como Trump esperava – tornando-se sua pior derrota como presidente.

Trump
Arte: Vinícius Martins / TC
Veja abaixo quatro métricas que mostram como Trump perdeu sua disputa mais preciosa:

Déficit comercial piorou

Na sua campanha presidencial, Trump prometeu que reverteria o déficit comercial com a China quando seu primeiro mandato acabasse. No entanto, o rombo com a China só aumentou desde então, atingindo 42% do déficit comercial americano nos primeiros 11 meses de 2020. Os chineses usaram sua moeda para burlar as sanções americanas e também aproveitaram o tombo nos preços do petróleo por conta da pandemia, assim como a demanda menor por alimentos vindos dos Estados Unidos e a queda nas exportações de aeronaves pela Boeing.

Nacionalismo industrial fracassou

Trump achava que a guerra comercial com a China geraria um sentimento de solidariedade nacional, encorajando empresas manufatureiras americanas a voltar para casa. Em 2019, ele pediu em um tuíte que as empresas americanas começassem a procurar uma alternativa à China. Mas isso não ocorreu. O investimento direto americano na China aumentou para US$13 bilhões na era Trump, com uma proporção grande de fábricas americanas se recusando a sair da China.

Discurso petulante esfarelou

Repetidamente, Trump disse que as sobretaxas comerciais impulsionariam a economia dos Estados Unidos, contrário ao que economistas renomados argumentavam – que déficits comerciais bilaterais não são tão relevantes assim. Apesar de dizer que o impacto econômico direto da guerra comercial na China seria grande, a evidência mostra que ele foi pequeno em relação ao tamanho do Produto Interno Bruto, PIB, de ambos os países. A retórica de que a China estava pagando o custo econômico das sobretaxas também derreteu. Economistas notaram que os exportadores chineses raramente reduziram preços para manter seus produtos competitivos após as sobretaxas serem elevadas. Isso significava que as taxas americanas eram pagas principalmente pelas empresas e consumidores americanos.

Estratégia diplomática ruiu

Em vez de unir o Ocidente contra a ameaça de uma China comercialmente desrespeitosa dos acordos e protocolos, a administração Trump brigou com seus principais aliados. Ao achar que as sobretaxas forçariam os chineses a fazer reformas que abririam a economia do gigante asiático, como o reconhecimento de direitos de propriedade intelectual, ele e sua equipe ignoraram que a China também produz bastante tecnologia. A China há anos paga praticamente o mesmo em direitos de propriedade intelectual aos Estados Unidos. Nem a guerra comercial nem as subsequentes tréguas anunciadas ao longo dela impulsionaram as reformas estruturais na China que tornariam seu sistema econômico mais compatível com a maior parte do mundo.

Desafios de Biden no pós-Trump

Dessa forma, o sucessor de Trump, o democrata Joe Biden, que toma posse nesta quarta-feira, terá de resolver parte dos erros do Trump no âmbito da guerra comercial, assim como mitigar o impacto de uma disputa acirrada com a União Europeia sobre subsídios ilegais para a Airbus e a Boeing, os impasses por trás de um acordo de livre comércio com o Reino Unido e a reforma da Organização Mundial do Comércio, OMC.

Arte: Vinícius Martins / TC

DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.

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