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Atualizado há 9 meses

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São Paulo, 17 de março – A introdução de uma meta para a dívida pública no arcabouço das regras fiscais do país permite que o indicador passe a ser o principal “termômetro” da situação das contas públicas. No entanto, achamos que a decisão, além de ser positiva como sinalização de disciplina, tem a chance de aumentar a potência da política de juros do Banco Central.

Hoje, o comitê de política monetária do BC, o Copom, deve anunciar a nova taxa básica de juros que deverá reger a economia pelos próximos 45 dias. Analistas e investidores se encontram divididos entre uma alta, a primeira para a taxa Selic em quase seis anos, de 0,50 ponto percentual e 0,75 ponto percentual. O país permaneceu por mais de sete meses com juro básico de 2,00%, o menor da história. Esse juro não se sustentou, em parte pela incerteza fiscal.

A dívida pública passará a ser a principal âncora da política fiscal brasileira para garantir a sustentabilidade e enfrentamento do rombo das contas públicas, de acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. A inclusão do indicador virá com a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição Emergencial, a PEC Emergencial.

Uma meta de dívida pública garante maior previsibilidade para o endividamento público, se traduzindo em uma Selic menos volátil nos ciclos de alta e queda. A emenda prevê a necessidade de definição de trajetória de convergência do montante da dívida com os limites a serem definidos. O texto autoriza medidas de ajuste para as contas públicas e até a alienação de ativos para a redução da dívida.

Para entrar em vigor, uma lei complementar precisa ser aprovada com a regulamentação dos mecanismos de funcionamento da âncora, apontando trajetória para o alcance da dívida em relação ao Produto Interno Bruto, PIB. A ideia é não demorar com o envio do projeto ao Congresso, segundo o jornal. É importante salientar que os juros futuros, vistos como uma medida importante da confiança na saúde das finanças públicas, têm disparado nos últimos meses na esteira da lenta aprovação de projetos de ajuste fiscal e a expansão de gastos relacionados ao combate à pandemia.

Arte: Vinícius Martins / TC Mover

DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.


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