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SP500

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-0,92%

DJIA

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NASDAQ

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IFIX

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+0,87%

BRENT

US$ 71,24

-3,00%

IO62

¥ 609,00

+2,35%

TRAD3

R$ 7,68

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ABEV3

R$ 16,34

-2,15%

AMER3

R$ 31,45

+3,14%

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R$ 13,05

-1,58%

AZUL4

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B3SA3

R$ 11,50

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BIDI11

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BBSE3

R$ 21,40

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BRML3

R$ 7,98

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BBDC3

R$ 17,44

-0,73%

BBDC4

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BRAP4

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BBAS3

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R$ 14,67

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LREN3

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MRFG3

R$ 23,88

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BEEF3

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PRIO3

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SBSP3

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CPLE6

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GOAU4

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GOLL4

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NTCO3

R$ 26,87

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HAPV3

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HYPE3

R$ 27,35

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IGTA3

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-2,13%

IRBR3

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YDUQ3

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Atualizado há cerca de 2 meses

Ícone de compartilhamento

Em 4 de outubro, cerca de 3,5 bilhões de pessoas foram afetadas pela queda simultânea do Facebook, WhatsApp e Instagram, devido a problemas técnicos nos servidores dessa redes. Apenas depois de seis horas sem serviço, elas voltaram a funcionar, para o alívio dos seus usuários.

Naquele momento, enquanto as pessoas se descobriam sem meios adequados de se comunicar instantaneamente durante boa parte do horário comercial, muitas delas começaram a se questionar sobre a centralização das maiores redes sociais.

Atualmente, as três redes em questão pertencem a Mark Zuckerberg, que criou o Facebook e acabou comprando as demais com o dinheiro do seu império de comunicação. Logo, o problema que poderia ter atingido apenas uma das redes acabou afetando as demais, já que elas compartilham servidores.

Por conta disso, o debate sobre a separação das três redes aumentou, visto como uma alternativa para que problemas como esse não atinjam tantas pessoas ao mesmo tempo.

Contudo, os entusiastas dos criptoativos vão além: não basta separar as redes sociais, mas sim desenvolver alternativas descentralizadas de comunicação.

O que são redes sociais descentralizadas?

As redes sociais descentralizadas funcionam como seus pares tradicionais mas, ao invés de serem controladas por uma empresa, elas têm suas informações distribuídas ao redor do mundo, em milhares de computadores, por meio da tecnologia blockchain.

A blockchain é uma ferramenta de registro de informações que não depende da verificação de uma entidade central, mas sim da criptografia e do consenso dos vários atores que compõem a rede. Nesta coluna, eu explico o seu funcionamento em mais detalhes, mas é importante ressaltar que a blockchain incentiva que seus atores ajam corretamente, dando benefícios aos validadores de informações, ao mesmo tempo que rejeita informações falsas.

Essa é uma das principais razões pelas quais o Bitcoin, primeiro ativo a utilizar a blockchain, tem uma capitalização superior a US$1 trilhão: é virtualmente impossível alterar transações após elas serem realizadas. O Bitcoin jamais foi hackeado, apesar das inúmeras tentativas, exatamente porque é descentralizado, ao mesmo tempo que qualquer alteração é rejeitada pelo consenso da rede e não é integrado à base de informações do ativo.

Apesar de se tornar famosa por conta do Bitcoin, a blockchain não serve apenas para moedas, já que pode ser aplicada, basicamente, a qualquer tipo de informação. Assim, as redes sociais podem ser registradas numa blockchain, impedindo a alteração e censura de conteúdo. Outro ponto importante é que as informações ficam registradas para a eternidade, servindo como uma base de dados fiel dos acontecimentos.

Ainda, com as redes descentralizadas, as chances de queda dos serviços são inversamente proporcionais à quantidade de computadores que mantêm essa rede; assim, quanto mais nós “rodando” as redes, menor as chances de queda ou de ataques hackers.

Quais os benefícios das redes descentralizadas?

Assim como os criptoativos, as redes descentralizadas possuem uma série de benefícios em relação ao sistema convencional, tais como:

  • Resistência contra ataques de agentes maliciosos
  • Menos chances de vazamento de dados pessoais
  • Resiliência contra problemas técnicos que derrubam todos os serviços
  • Impossibilidade de censura, caso sejam realmente descentralizadas
  • Disseminação de informações em países governados por autoritários

Há riscos?

Como sempre, há alguns problemas e riscos advindos da descentralização das redes:

  • Dificuldade de conter conteúdo criminoso ou impróprio
  • Menos chances de encontrar pessoas que utilizam perfis falsos
  • Dificuldade em impedir a realização de comércio ilícito

Conclusões

As redes sociais descentralizadas trazem, consigo, o desafio da responsabilidade: não há uma empresa ou autoridade que controla o conteúdo, o que facilita a disseminação de notícias falsas e material impróprio.

Por outro lado, é possível amenizar esse tipo de situação com um mecanismo de consenso, no qual o conteúdo repudiado pela maioria das pessoas é votado e excluído. Também há a possibilidade de criar parâmetros pré-definidos de funcionamento com execução automática, como ocorre nos contratos inteligentes. Inclusive, é possível alterar esses parâmetros, a depender da maneira como a rede for construída.

Ciente disso, Jack Dorsey, o criador do Twitter, está desenvolvendo a Blue Sky, rede descentralizada sobre a qual poucos detalhes foram divulgados até o momento. Entretanto, por partir de um empresário específico, é difícil prever o quão descentralizada a rede realmente será.

De todo modo, o custo-benefício das redes sociais descentralizadas é positivo. As mídias sociais contemporâneas são controladas por dois ou três grupos empresariais, o que cria uma espécie de oligopólio da informação. Isso deve ser exposto e combatido, numa era em que o crescimento das criptomoedas aponta para o desejo da população em diminuir o poder das estruturas centralizadas.

Arte: Vinicius Martins / Mover


DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.


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