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SP500

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DJIA

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NASDAQ

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IFIX

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BRENT

US$ 86,28

+0,88%

IO62

¥ 688,00

+1,62%

TRAD3

R$ 6,30

-8,56%

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R$ 15,00

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AMER3

R$ 33,72

-4,36%

ASAI3

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AZUL4

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B3SA3

R$ 12,62

-2,69%

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BBSE3

R$ 21,67

+0,97%

BRML3

R$ 7,18

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BBDC3

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-3,80%

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R$ 51,50

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R$ 28,91

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BRKM5

R$ 54,87

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BRFS3

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BPAC11

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CRFB3

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SBSP3

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AMER3

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ASAI3

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AZUL4

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B3SA3

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BRAP4

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UGPA3

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WEGE3

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YDUQ3

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-5,74%

Atualizado há 6 meses

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São Paulo, 30 de abril – Essa semana falo sobre uma small cap do setor de construção civil que ainda não se recuperou do crash da pandemia de Covid-19, mas tem uma grande assimetria para recuperação: a Tecnisa (TCSA3).

 

O que podemos ler do momento atual das ações da Tecnisa (TCSA3)?

Olhando a queda que a empresa apresentou no início de 2020, tivemos uma desvalorização de mais de 78%:

 

 

Apesar de uma recuperação de 187% nos meses posteriores, as ações da Tecnisa buscaram uma recuperação de apenas 50% desde o topo de janeiro de 2020, onde atingiu R$22,70:

 

 

 

As ações da Tecnisa vêm há meses numa tendência de baixa, deixando bem claro uma LTB (Linha de Tendência de Baixa) que foi testada várias vezes nos últimos meses. Será que chegamos na hora da virada para uma tendência de alta?

 

 

A assimetria para isso é bem interessante. Temos um belo potencial de alta para as ações da Tecnisa, com um stop relativamente curto.

Dos preços atuais, na faixa dos R$8,25, até o topo de agosto de 2020 nos R$14,10, temos um potencial de alta de mais de 70%:

 

 

Um stop abaixo da mínima de março, em R$6,69, daria uma potencial perda de 19%:

 

 

Fazendo as contas, teríamos um risco de 1 para um potencial ganho de 3,7. Bem atrativo!

Temos vários indicadores que também corroboram com um bom ponto de entrada nesse momento.

O OBV também vai romper a LTB:

 

 

O IFR14 também vai mostrando bastante força:

 

 

O estocástico inicia um pivot de alta, com bastante espaço para reação das ações da Tecnisa:

 

 

O histograma do MACD já começa a mostrar força novamente:

 

 

E mais um argumento comparativo: as ações da TCSA3 x o IMOB.

Desde 2020, o IMOB apresentou queda de 34%, enquanto TCSA3 performou bem pior, com queda de 55%:

 

 

Será que chegou a hora da virada das ações da Tecnisa (TCSA3)?

Não há como saber. Mas, considerando a assimetria, com o belo risco x retorno, e indicadores técnicos corroborando com essa visão, creio que sejam argumentos interessantes para se avaliar a entrada no papel.

Fica sempre o alerta: é muito importante que, além da análise da movimentação dos preços via AT, se considere o cenário macro e micro atual, perspectivas de curto prazo para o setor e decisões políticas que afetam diretamente a economia, e no Brasil costumam fazer bastante preço, para avaliar se faz sentido investir nessa empresa.

 

Um pouco mais sobre o histórico da empresa

Fonte: Tecnisa

 

 

De 1977 a 1987 – Em agosto de 1977, a companhia iniciou suas atividades de engenharia e construção por meio da Tecnisa Engenharia. Na década de 1980, quando a Tecnisa iniciava seu quarto empreendimento, a companhia criou um programa visando a redução do desperdício em obras, o que se acredita ter reduzido seus custos em relação à média do mercado.

De 1987 a 1990 – No período que compreende os anos de 1987 a 1990 a Tecnisa experimentou diferentes períodos de alta inflação e de forte inadimplência dos mutuários, de queda no valor dos aluguéis e de alta do preço das matérias-primas. Nesse mesmo período, muitas empresas do setor imobiliário segmentaram seus produtos, ofertando ao mercado não apenas imóveis residenciais, mas também flats e edifícios comerciais.

De 1990 a 1994 – Entre os anos de 1990 e 1994, a companhia apresentou ao mercado o conceito do “grand space”, em que edifícios eram construídos em regiões nobres de São Paulo, oferecendo uma área maior do que a oferecida geralmente pelos demais incorporadores, sem acréscimo proporcional de preço. O conceito era simples e tinha como base a ideia de que quanto mais compacto o apartamento, mais caro tornava-se o metro quadrado.

De 1995 a 1999 – Nos anos de 1995 a 1999 o setor da construção civil sofreu um novo choque causado pela quebra de algumas empresas, o que fez com que a Tecnisa investisse em sua própria imagem. Parcerias com grandes incorporadoras foram firmadas, investimentos nas condições de trabalho do operário de obra foram feitos e as suas obras e serviços ganharam nova roupagem. A companhia criou, naquela época, novos conceitos em seus empreendimentos, como “roof top” (áreas de lazer na cobertura dos edifícios e não no térreo, como na maioria dos empreendimentos).

A partir de 2000 – A Tecnisa aperfeiçoou sua política de atendimento ao cliente e de respeito ao consumidor. O resultado de tal política foi o recebimento de diversos prêmios, dentre os quais, o “Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente” (prêmio mais importante concedido às empresas que possuem as melhores práticas de atendimento ao cliente) em 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2013 e 2014 (Decacampeã).

Em 2001 – A Tecnisa decidiu complementar sua função de agente econômico e iniciou o seu programa de responsabilidade social, com o desenvolvimento de ações sociais diretamente relacionadas com o seu negócio (vide Sustentabilidade).

Em 2005 – A companhia recebeu, na categoria relacionamento com o cliente, o prêmio Master Imobiliário, que é o prêmio mais importante do setor da construção civil (recebeu mais sete prêmios, em 1996, 2007, 2009, 2010, 2011, 2013 e 2014, em outras categorias), e o “Folha de Qualidade Imobiliária” em 2003, concedidos pela empresa Padrão Editorial e pelo jornal Folha de São Paulo, respectivamente.

Em 2006 – A Tecnisa foi biografada no livro “O Brasil que Encanta o Cliente” como a empresa que possui uma das melhores práticas de atendimento ao cliente, ao lado de empresas como Natura, TAM, O Boticário, Laboratórios Fleury, dentre outras empresas de destaque nacional.

Top Imobiliário – O Top Imobiliário do jornal O Estado de S. Paulo em parceria com a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), classifica as construtoras, incorporadoras e vendedoras que se destacaram na produção de imóveis residenciais e comerciais. A Tecnisa ganhou esse prêmio em 1997, 1999, 2002, 2007, 2008, 2009, 2012 e 2014.

Em 2006 A companhia iniciou os procedimentos necessários para se tornar uma empresa de capital aberto. Em 30 de janeiro de 2007, a companhia concluiu sua oferta pública inicial de ações (“IPO”) no Novo Mercado da BM&FBOVESPA, com a distribuição pública de 60.869.468 ações ordinárias, inclusive sob a forma de American Depositary Shares, a um preço por ação de R$13,00, totalizando R$791 milhões, sendo 45.434.789 novas ações de emissão da companhia e 15.434.679 ações de titularidade do seu acionista controlador.

De 2006 a 2009 – Em relação à diversificação de renda, em 2009, a companhia constituiu uma nova área visando consolidar sua expansão para os segmentos de média e média-baixa renda, lançando assim a marca Tecnisa Flex, linha de negócios da companhia dedicada exclusivamente ao desenvolvimento de produtos imobiliários mais acessíveis. Essa iniciativa culminou com os primeiros lançamentos no primeiro semestre de 2010.

Em 2011 – Como forma de sustentar o crescimento das operações da companhia, em 10 de março de 2011 a TECNISA concluiu o processo de distribuição pública primária de 39.830.500 ações ordinárias (“Follow-On”) ao preço de R$ 10,00 por ação, perfazendo o total bruto de R$ 398.305.000,00.

2013 – Em janeiro de 2013 a companhia obteve o alvará de aprovação dos primeiros empreendimentos do Jardim das Perdizes, importante projeto do portfólio da TECNISA, possibilitando o lançamento das primeiras 10 torres do projeto ainda em 2013, totalizando um Valor Geral de Vendas (“VGV”) de R$ 1,8 bilhão e área privativa de 217.673m². Com uma localização em área nobre e concebido para ser um bairro planejado com elevados padrões de sustentabilidade, o Jardim das Perdizes terá uma combinação de imóveis residenciais, comerciais, centro de conveniência e hotel, distribuídos em mais de 600.000m² de área privativa, o que torna o projeto o maior empreendimento da cidade de São Paulo.

Arte: Vinícius Martins / TC Mover

DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.


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