IBOV

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-0,02%

SP500

4.487,16 pts

+0,35%

DJIA

35.264,85 pts

-0,08%

NASDAQ

15.303,15 pts

+1,03%

IFIX

2.746,58 pts

+0,09%

BRENT

US$ 84,22

-0,75%

IO62

¥ 696,50

-1,42%

TRAD3

R$ 8,40

+2,68%

ABEV3

R$ 15,65

+0,77%

AMER3

R$ 39,25

+4,80%

ASAI3

R$ 17,01

-3,02%

AZUL4

R$ 34,42

-3,36%

B3SA3

R$ 12,93

-1,67%

BIDI11

R$ 48,36

-3,89%

BBSE3

R$ 21,76

+0,36%

BRML3

R$ 8,60

+1,77%

BBDC3

R$ 18,53

+1,36%

BBDC4

R$ 21,67

+1,83%

BRAP4

R$ 54,41

-1,25%

BBAS3

R$ 32,25

+2,12%

BRKM5

R$ 58,95

+0,03%

BRFS3

R$ 25,02

-2,98%

BPAC11

R$ 25,50

-1,92%

CRFB3

R$ 18,82

+0,91%

CCRO3

R$ 12,76

+0,23%

CMIG4

R$ 15,13

+0,86%

HGTX3

R$ 37,51

+0,00%

CIEL3

R$ 2,63

+0,38%

COGN3

R$ 3,12

+1,29%

CPLE6

R$ 6,79

+2,56%

CSAN3

R$ 23,33

+0,34%

CPFE3

R$ 26,53

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CVCB3

R$ 19,95

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R$ 18,26

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ELET3

R$ 40,65

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ENBR3

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GGBR4

R$ 28,27

+0,35%

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R$ 12,81

-0,15%

GOLL4

R$ 20,25

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NTCO3

R$ 43,20

-2,13%

HAPV3

R$ 12,62

-2,99%

HYPE3

R$ 30,45

+1,56%

IGTA3

R$ 33,92

+1,67%

GNDI3

R$ 71,02

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IRBR3

R$ 5,24

+1,15%

ITSA4

R$ 11,33

+0,71%

ITUB4

R$ 24,98

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JBSS3

R$ 38,61

+1,63%

JHSF3

R$ 6,12

+2,85%

KLBN11

R$ 23,03

-0,64%

RENT3

R$ 56,33

-0,53%

LCAM3

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LWSA3

R$ 23,25

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LAME4

R$ 6,44

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R$ 36,16

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MGLU3

R$ 14,33

-1,58%

MRFG3

R$ 26,50

-2,39%

BEEF3

R$ 10,37

-3,08%

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R$ 12,53

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MULT3

R$ 20,40

+0,74%

PCAR3

R$ 28,96

-6,46%

PETR3

R$ 30,22

+0,19%

PETR4

R$ 29,46

-0,47%

BRDT3

R$ 24,80

+1,01%

PRIO3

R$ 27,14

-2,16%

QUAL3

R$ 19,33

-0,51%

RADL3

R$ 22,76

-1,12%

RAIL3

R$ 18,21

-0,76%

SBSP3

R$ 38,97

-0,34%

SANB11

R$ 36,56

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CSNA3

R$ 26,51

-3,91%

SULA11

R$ 26,35

-0,79%

SUZB3

R$ 49,78

-2,22%

TAEE11

R$ 37,86

+0,45%

VIVT3

R$ 46,51

+0,73%

TIMS3

R$ 12,44

-1,03%

TOTS3

R$ 35,87

+1,64%

UGPA3

R$ 15,48

+2,65%

USIM5

R$ 16,08

-3,01%

VALE3

R$ 80,30

-0,47%

VIIA3

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WEGE3

R$ 40,46

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ASAI3

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GOAU4

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GNDI3

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IRBR3

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ITSA4

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ITUB4

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JBSS3

R$ 38,61

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JHSF3

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+2,85%

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RENT3

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R$ 25,15

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LWSA3

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LAME4

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LREN3

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MGLU3

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UGPA3

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USIM5

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Atualizado há 5 meses

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Essa semana falaremos de uma empresa relativamente recente na bolsa de valores, que atua numa área promissora e vem sofrendo com uma tendência de baixa nos últimos meses: Aeris (AERI3).


Aeris chegou a ter valorização de 147% após IPO

Desde a oferta pública inicial de ações, IPO na sigla em inglês, em novembro de 2020, a empresa teve uma valorização expressiva de mais de 147% em aproximadamente dois meses:


Desempenho da Aeris


Nos três meses subsequentes, a Aeris iniciou uma forte tendência de baixa, perdendo mais de 43% do valor:


Desempenho da Aeris


Após deixar um fundo na região dos R$7,92, a empresa está voltando a mostrar força, brigando agora com a MMe9 e próxima de ativar um fundo duplo:



Esse padrão, de reversão altista, projetaria um alvo 1 nos R$10,96 e alvo 2 nos R$11,90:



Do preço atual em R$9,05, seria um ganho potencial de 21,10% e 31,49%, respectivamente.

Do lado do risco, caso eu avaliasse a entrada agora, colocaria meu stop abaixo da mínima da semana passada, na região dos R$8,15. Ou seja, um stop de 11,04%.

Fazendo os cálculos, teríamos:


  • Cenário 1: Risco de 1 para potencial ganho de 1,94.
  • Cenário 2: Risco de 1 para potencial ganho de 2,85. Bem atrativo.


Dos indicadores, o que mais me chamou a atenção foi a sobre-venda no estocástico, mostrando a ótima assimetria para recuperação:



Um ponto interessante para este case, na minha visão, é que o empenho cada vez mais alto da sociedade como um todo para buscar fontes de energias mais limpas como opção às fontes de energia fósseis, favorece bastante o setor de atuação da empresa: energia eólica.

A energia eólica acaba de atingir a marca de 18 GW de capacidade instalada, 10,30% da matriz elétrica nacional. De acordo com dados apresentados pela Associação Brasileira da Energia Eólica, são 695 parques e mais de 8.300 aerogeradores. Uma década atrás, o segmento ainda contava com menos de 1 GW de capacidade e hoje é a segunda maior, ficando atrás apenas da hidrelétrica, que possui 58,7% do parque instalado no país.

Esse movimento de ampliação dos parques eólicos deve prosseguir, principalmente por conta da dificuldade de licenciamento para novas hidrelétricas, crise hídrica que estamos vivenciando e do impacto ambiental e social causado pela construção de hidrelétricas.

É muito importante considerar, além da análise da movimentação dos preços via AT, o cenário macro e micro atual, as perspectivas de curto prazo para o setor e as decisões políticas que afetam diretamente a economia, e no Brasil costumam fazer bastante preço, para avaliar se faz sentido investir nessa empresa.


História da Aeris

Fonte: Aeris – RI

A Aeris é um fabricante de pás eólicas brasileira que atua em uma localização estratégica, combinando facilidades “state-of-the-art” e processos eficazes através de profissionais treinados para desenvolver produtos de alta qualidade.

Fundada em 2010 com o objetivo de se tornar uma referência no mercado no setor de fabricação de pás eólicas, a empresa conta com uma equipe que executa processos com simplicidade que permite um ambiente de trabalho seguro e limpo, tendo como objetivo a alta qualidade do produto, a eliminação de desperdícios e a satisfação dos nossos clientes.

A fábrica está localizada na região Nordeste do Brasil, perto da cidade de Fortaleza – a capital do estado do Ceará. O principal fator usado para selecionar esta área para construir a primeira fábrica da Aeris foi o mapa do vento do país: a região concentra mais de 50% do total potencial eólico brasileiro. Este fato é importante quando se considera o tamanho continental do Brasil e os desafios logísticos para o transporte das pás eólicas.

Fabricação de pás: Essa é a maior especialidade da empresa.

Desde a gestão da matéria-prima até a entrega do produto acabado, a Aeris é responsável por todos os processos de produção com foco na qualidade, garantindo a rastreabilidade completa de cada fase de fabricação das pás eólicas de seus clientes.

Arte: Vinícius Martins / TC Mover


DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.


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