IBOV

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+1,14%

SP500

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+1,05%

DJIA

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NASDAQ

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+1,54%

IFIX

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BRENT

US$ 88,36

-0,09%

IO62

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+1,83%

TRAD3

R$ 4,40

+5,26%

ABEV3

R$ 14,61

+0,48%

AMER3

R$ 34,05

+2,56%

ASAI3

R$ 12,17

+1,16%

AZUL4

R$ 26,11

+3,32%

B3SA3

R$ 12,53

+2,20%

BIDI11

R$ 25,06

+11,37%

BBSE3

R$ 20,48

-0,96%

BRML3

R$ 8,83

+1,14%

BBDC3

R$ 17,51

-0,62%

BBDC4

R$ 20,99

-0,52%

BRAP4

R$ 28,61

-0,34%

BBAS3

R$ 31,16

+0,48%

BRKM5

R$ 49,66

+0,93%

BRFS3

R$ 23,95

+1,01%

BPAC11

R$ 21,45

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CRFB3

R$ 14,85

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CCRO3

R$ 11,58

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CMIG4

R$ 13,02

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HGTX3

R$ 37,51

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CIEL3

R$ 2,13

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R$ 6,58

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R$ 33,43

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R$ 21,57

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R$ 41,03

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R$ 18,18

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GGBR4

R$ 29,11

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GOAU4

R$ 12,13

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GOLL4

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+2,24%

NTCO3

R$ 22,54

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R$ 11,42

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-0,20%

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+0,16%

JHSF3

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+5,85%

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-0,62%

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R$ 23,80

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LWSA3

R$ 8,80

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LAME4

R$ 6,41

+2,06%

LREN3

R$ 26,08

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MGLU3

R$ 6,74

+6,81%

MRFG3

R$ 22,65

-0,17%

BEEF3

R$ 9,86

-0,10%

MRVE3

R$ 11,90

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MULT3

R$ 19,42

+3,57%

PCAR3

R$ 20,14

+0,80%

PETR3

R$ 34,37

+0,35%

PETR4

R$ 31,53

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VBBR3

20,85

+1,60%

PRIO3

R$ 24,15

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QUAL3

R$ 16,95

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RADL3

R$ 20,94

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RAIL3

R$ 17,20

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SBSP3

R$ 36,17

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R$ 31,27

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CSNA3

R$ 26,95

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R$ 23,95

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R$ 60,49

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R$ 37,66

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R$ 48,78

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R$ 12,97

-0,15%

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UGPA3

R$ 13,52

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R$ 30,86

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YDUQ3

R$ 20,39

+5,26%

sergio_sanita

Atualizado há 8 meses

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Nesta semana falaremos de uma das empresas mais relevantes no setor imobiliário: Eztec (EZTC3).

 

Setor imobiliário é pressionado por alta de insumos e da taxa Selic

Para acompanhamento do histórico da empresa e evolução do case, recomendo a consulta ao site de RI da Eztec.

O setor imobiliário vem sofrendo uma grande pressão nos últimos meses pela alta dos insumos relacionados à construção, em conjunto com a alta na taxa básica de juros, a taxa Selic.

Olhando o gráfico do setor, vemos que estamos muito longe da máxima histórica estabelecida no início de 2020, sendo necessária uma alta de quase 45% para chegarmos nesse patamar:

 

Desempenho do IMOB

 

Fica bem claro que estamos sem definição há alguns meses no setor IMOB, trabalhando em um range de 850 a 1120 pontos.

 

O que muda agora para a Eztec?

Apesar da alta dos custos e alta na Selic continuarem em voga, e do o fato de estarmos em novas máximas históricas e com reformas e melhores expectativas com relação à economia, temos uma clara visão de assimetria nesse setor.

As empresas continuam fazendo lançamentos e o setor está aquecido.

Isso será refletido nos preços dos ativos das empresas do setor, mais cedo ou mais tarde.

E, em relação à Eztec, vejo uma excelente assimetria em caso da recuperação dos preços. Pouco a perder e bastante a ganhar caso vejamos essa recuperação a partir daqui.

Olhando o histórico da empresa desde o crash, ela se desvalorizou quase 63% de janeiro a março de 2020:

 

Desempenho das ações da Eztec

 

A recuperação nos meses seguintes, de março a julho de 2020, foi de 98%:

 

Desempenho das ações da Eztec

 

Em dezembro de 2020, chegou a R$45,41, mas sofre novamente desvalorização relevante de quase 38% nos meses seguintes, chegando na mínima de R$28,43 em março de 2021:

 

Desempenho das ações da Eztec

 

Estamos agora prestes a ativar um padrão de reversão altista, conhecido como fundo duplo:

 

 

Esse padrão projeta uma valorização potencial relevante, sendo alvo 1 em R$39,98 e alvo 2 em R$43,55, o que daria 20% e 30,60% respectivamente, considerando o preço atual em R$33,33.

 

 

Do lado do risco, eu utilizaria meu stop abaixo da mínima da semana passada, na região dos R$29,00. Ou seja, um stop de 13%.

Fazendo os cálculos, teríamos:

 

  • Cenário 1: Risco de 1 para potencial ganho de 1,54.
  • Cenário 2: Risco de 1 para potencial ganho de 2,35. Bem atrativo.

 

No cenário 2 estaríamos falando apenas de uma recuperação para a máxima de dezembro de 2020, ainda bem longe da máxima histórica.

E se essa assimetria realmente se mostrar verdadeira e não só a Eztec como o setor buscasse um movimento rumo à máxima histórica nos próximos meses?

No caso da Eztec, seria nada menos que um potencial de 79% de valorização:

 

 

Dos indicadores, o que mais me chamou a atenção por ora foi o IFR14, já rompendo topos anteriores:

 

 

Alguns fatores a considerar para o case da Eztec

Por ora, não há indicação de que os custos dos insumos para construção terão arrefecimento relevante nos preços olhando o curto prazo. A demanda continua alta e a oferta ainda não está conseguindo suprir essa demanda de maneira adequada, fazendo com que os preços continuem altos.

Apesar das margens mais pressionadas, a demanda por imóveis continua alta devido à mudança enorme de patamar da taxa Selic e consequente barateamento para financiamento. Mesmo com a alta da Selic, já estimada próxima da casa dos 6% para este ano, o cenário de dois dígitos que vimos em anos recentes está muito longe de acontecer olhando o médio prazo, caso tudo prossiga sob condições normais de temperatura e pressão.

A ótica mais importante a se olhar em relação à valorização do setor, em minha opinião, está na assimetria. Quanto mais o setor pode se desvalorizar, dado que estamos com a bolsa em novas máximas históricas, boa perspectiva de reformas e retomada da economia?

Considerando os três pontos acima, acredito que o IMOB, junto com IFNC e ICON, tenham condições de serem protagonistas deste novo momento do Ibovespa. Enquanto desde o crash tivemos o IMAT e INDX literalmente “carregando o IBOV nas costas”, acredito que teremos uma inversão no protagonismo daqui para frente, tendo o IMOB, IFNC e ICON como setores que podem ser os principais destaques para elevarem o patamar e recordes históricos do Ibovespa.

É muito importante considerar, além da análise da movimentação dos preços via AT, o cenário macro e micro atual, perspectivas de curto prazo para o setor e decisões políticas que afetam diretamente a economia, e no Brasil costumam fazer bastante preço, para avaliar se faz sentido investir nessa empresa.

Arte: Vinícius Martins / TC Mover


DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.


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