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Atualizado há 7 meses

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Essa semana falo de uma empresa que pertence a um setor que vem sofrendo muito nos últimos meses na bolsa de valores: saneamento. A empresa em questão é a Companhia de Saneamento do Paraná, Sanepar (SAPR11).


Vamos conhecer um pouco da história da empresa

Fonte: Sanepar

Fundada na década de 1960, e hoje uma das maiores empresas em operação no Estado, a Companhia de Saneamento do Paraná, Sanepar, sediada em Curitiba, é uma sociedade de economia mista e de capital aberto, controlada pelo Estado do Paraná.

A Companhia é responsável pela prestação de serviços de saneamento básico a 345 cidades paranaenses e a Porto União, em Santa Catarina, além de 299 localidades de menor porte. A Sanepar disponibiliza mais de 55 mil quilômetros de tubulações utilizadas para distribuição de água potável e mais de 36 mil quilômetros de rede coletora de esgoto. Na área de resíduos sólidos, a empresa opera aterros sanitários em Apucarana, Cornélio Procópio e Cianorte, atendendo no total sete municípios. Em 2019, foram tratadas 64 mil toneladas de resíduos, beneficiando 290 mil pessoas.

Entre os paranaenses abastecidos pela Sanepar, 100,00% recebem água tratada diante de 83,60% de brasileiros; a coleta de esgoto de 74,20% no Paraná está acima do índice nacional de 53,20% de esgoto coletado; e o contraste é ainda maior quando se compara o serviço de tratamento: a Sanepar trata 100,00% do esgoto coletado contra 46,30% da média de tratamento do país segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, SNIS 2018.

Essa ampla atuação requer investimentos constantes como forma de garantir a excelência dos serviços: nos últimos cinco anos foram investidos mais de R$4,5 bilhões.

Desde o início de 2019, está sendo feito o monitoramento do consumo de energia elétrica, em tempo real e a distância, de 93 unidades da empresa.

A partir da concepção de um novo negócio respaldado nos conceitos de economia circular, uma usina de biodigestão de alta tecnologia, a CS Bioenergia S.A., está instalada próximo à ETE Belém, produzindo energia renovável a partir do tratamento simultâneo e inovador de lodo de esgoto e de materiais orgânicos provenientes de outros grandes geradores. Sua capacidade é de produzir 2,8 MW – energia suficiente para atender aproximadamente 2.100 casas, ou 8.400 pessoas.

Sanepar (SAPR11) sofreu grande desvalorização em crash de março de 2020

Como a imensa maioria das empresas na B3, a Sanepar sofreu uma grande desvalorização no crash dos mercados em março de 2020, caindo 47,00% das máximas às mínimas em apenas cinco semanas:

Sanepar

A recuperação foi rápida. Em 13 semanas, uma valorização de quase 75,00%, recuperando boa parte das perdas desde a máxima histórica de R$37,24. Nessa recuperação, ela chegou a $34,05:

Sanepar

Contudo, a partir daí a Sanepar começou uma nova e forte tendência baixista, vindo testar o suporte deixado nas mínimas do crash e fazendo ainda fazendo nova mínima. Uma desvalorização de quase 45,00%:



Iniciamos agora uma forte reação depois do teste desse forte suporte dos R$19. Estamos virando a MMe9, média móvel exponencial de 9 períodos, para cima.

A MMe9 costuma ser uma ótima média para conduzir uma tendência. A forte tendência de baixa apresentada pela Sanepar (SAPR11) até aqui está prestes a mudar para alta.

A assimetria está muito interessante para buscar as retrações de Fibonacci, sendo a de 38,20% em R$24,67, a de 50,00% em R$26,46 e a de 61,8% em R$28,25, que coincide com o último topo, de dezembro de 2020.



Em relação aos preços atuais da Sanepar, de R$22,38, as retrações representariam potenciais ganhos de 10,23%, 18,23% e 26,22%.

O stop original, eu posicionaria na perda da mínima da semana passada em R$19,49, e caso o papel começasse a mostrar reação, iria reposicionando para a mínima de cada semana anterior para uma melhor gestão de risco.

Inicialmente, seria um stop de 15,00%, o que não parece tão atrativo dados os potenciais de valorização listados acima.

Mas temos que considerar a assimetria em relação à possível virada de tendência para alta, num ativo que está próximo das mínimas de 2020, enquanto o Ibovespa estava em 63 mil pontos. Hoje, o Ibovespa está em 115 mil pontos.

Houve uma mudança material nos fundamentos da Sanepar? Acredito que não.

Sempre há um risco maior em empresas que têm como controlador majoritário o poder público, como vimos no caso da Petrobras há algumas semanas. Contudo, se não fosse assim, essa assimetria gigantesca dificilmente apareceria.

Em relação aos indicadores técnicos, o que me chamou a atenção foi o estocástico.

Está em níveis de mínima histórica, confirmando sobre-venda no papel e corroborando para potencial virada de tendência:



Esperamos que a manutenção dos vetos presidenciais à Lei do Saneamento Básico, definida na última quarta-feira, 17, pelo Congresso Nacional, permita que o país caminhe na direção de universalizar os serviços de abastecimento de água e coleta/tratamento de esgoto.

Sempre gosto de enfatizar que, além da análise da movimentação dos preços via AT, deve-se considerar o cenário macro e micro atual, perspectivas de curto prazo para o setor e decisões políticas que afetam diretamente a economia, e no Brasil costumam fazer bastante preço, para avaliarmos se faz sentido investir nessa empresa.

Vejo assimetria interessante no papel da Sanepar, e o setor, que sofreu bastante nos últimos meses, tem potencial para recuperação no curto e médio prazo.

Arte: Vinícius Martins / TC Mover

DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.


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