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IO62

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Atualizado há 6 meses

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Após as mulheres brasileiras terem atingido a marca inédita de 1 milhão de CPFs cadastrados na bolsa em abril, a pergunta que surge é: o que precisa ser feito para que mais mulheres se tornem investidoras de uma forma rápida, segura e sustentável?

Ontem, a B3 disse em um relatório de perfil que o número de mulheres investidoras na bolsa superou 1,008 milhão no mês passado, refletindo a maior disseminação de informações sobre investimentos, a independência financeira, a queda da taxa de juros e o maior acesso a produtos e serviços de investimentos em corretoras, bancos e instituições financeiras, principalmente nos últimos 18 meses.

Chama a atenção o salto na base de mulheres brasileiras investidoras entre 2019 e 2020. No período, o número de CPFs femininos mais que dobrou, passando de 388 mil para 825 mil. O crescimento foi generalizado, uma vez que o número de investidores homens também teve um aumento expressivo: foram mais de 1 milhão de novos CPFs masculinos. No entanto, a participação dos homens vem em queda: dois anos atrás, era 76,89%; hoje, é 72,66%.

Mas, o público feminino ainda detém um volume bem menor de dinheiro investido, apenas 20,7% do total no fim de abril. Há medo, preconceitos e barreiras que impedem que as mulheres se tornem investidores mais ativas, de acordo com enquetes feitas pela TC Donna, programa focado na experiência de investimentos para mulheres. Ao mesmo tempo, a renda disponível no público feminino tende a ser menor que a dos homens, seja por motivos seculares ou conjunturais.

Para Carol Paiffer, presidente da startup educacional Atom e líder do movimento “Rumo ao Milhão”, que tinha como objetivo justamente atingir esse número de investidoras na B3, o valor baixo investido pode ser justificado por características da mulher, como “mais cautela e responsabilidade” em relação aos homens, principalmente em um terreno que começou a ser explorado recentemente.


“Nasci pra isso”

O crescimento de investidores na bolsa acelerou com a queda recente das taxas de juros e com a chegada da pandemia, quando quem podia poupar e investir teve mais tempo para procurar por alternativas e se capacitar mais. De 2018 a 2019, o número total passou de 813 mil para 1,6 milhão. Em 2020, a base subiu para 3,2 milhões. Em abril, esse número atingiu 3,69 milhões.

Segundo a B3, os investidores pessoas físicas representam cerca de 20% dos negócios na bolsa, o que também mostra tendência de alta. Para Carol Paiffer, o ritmo de crescimento no número de mulheres na B3 visto nos últimos dois ou três anos é sustentável e consistente, uma vez que a mulher tende a buscar mais por investimentos de longo prazo e a compartilhar o conhecimento com as outras. A chegada e massificação das redes sociais acelerou esse “movimento de inspiração”, aponta.

Há casos, muitos deles repercutidos pela mídia, outros polemizados e outros até que bem-sucedidos. Um que ficou famoso foi o da influenciadora Gabriela Pugliesi, que tem mais de 4 milhões de seguidores em seu perfil no Instagram. Ela, no meio da pandemia, publicou um vídeo contando que durante o confinamento descobriu o “talento” de investir.

“Nunca na minha vida pensei que fosse fazer isso e amar … eu tenho esse controle emocional para operar na bolsa, eu acho que nasci para isso”, disse Gabriela Pugliesi, que na época foi acusada por investidores profissionais de induzir as pessoas ao erro. Alguns outros defenderam a ideia de que, na verdade, publicações como a da Gabriela Pugliesi são capazes de incentivar as mulheres, que compõem a maior parte dos seguidores de perfis deste tipo, a darem um passo na direção da educação financeira.

Hoje, parece que a disseminação de conteúdo didático de investimentos via redes sociais e influencers está conquistando, mesmo que aos poucos, seu espaço nos bancos e corretoras. A Clear, por exemplo, já lançou um movimento liderado pelas analistas Pietra Guerra, Ariane Campolim e Bea Aguilar. A Easynvest idealizou o “Nós, Mulheres Investidoras”, um grupo de mulheres que busca maior independência financeira.

Carol Paiffer disse que o engajamento institucional é extremamente importante para que as mulheres passem a achar que investir também é para elas. “Me parece que a mulher entendeu que através do investimento ela pode ser um agente de transformação, que com o investimento ela consegue mudar a vida família, dos filhos das amigas e aos poucos mudar toda a cultura do endividamento para o investimento”, aponta.

DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões da COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.

Arte: Vinícius Martins / TC Mover


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