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Atualizado há 19 dias

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Apesar de as últimas pesquisas eleitorais mostrarem vantagem larga do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o presidente Jair Bolsonaro nas intenções de votos para o segundo turno do pleito presidencial de 2022, o clima de otimismo com a competitividade de Bolsonaro cresceu entre seus auxiliares diretos, disseram ao Scoop pessoas a par da situação.

Segundo uma fonte próxima ao Palácio do Planalto, o aumento dos investimentos públicos e sociais em 2022, como o programa Auxílio Brasil e obras em infraestrutura, ajudarão na recuperação da atividade e dos empregos. E isso já teria se refletido nas pesquisas de monitoramento feitas pelo Planalto.

Por isso, auxiliares, assim como o próprio presidente, acreditam ser possível reverter o cenário de distanciamento de Lula para Bolsonaro, que vem sendo apontado por pesquisas eleitorais de maiores portes.

Esse é o caso da pesquisa Exame/Ideia, divulgada ontem, que mostra Lula com 17 pontos de vantagem sobre Jair Bolsonaro em um segundo turno.

A cúpula do governo e da base aliada no Congresso, sobretudo do bloco conhecido como Centrão, neste momento, não se incomoda com isso e sugere dificuldades para se analisar resultados de levantamentos eleitorais no ano que vem.

Esse grupo alega ser alto o risco de dados imprecisos e sob narrativas que tentarão disputar os votos da população e dos agentes econômicos. Eles alegam que em 2018 não foram poucos os analistas e consultorias que fizeram apostas que acabaram não se confirmando, como uma vitória do petista Fernando Haddad.

São fatos novos, entretanto, um confronto direto entre Jair Bolsonaro e Lula, e um possível viés plebiscitário sobre o governo em 2022, em virtude da pandemia.

Eleição 2022

Para tentar a reeleição, Bolsonaro deve se filiar ao PL, legenda do Centrão, assim como o PP, que pode indicar o candidato à vice-presidência.

Na formação de centro-direita, o presidente deve enfrentar concorrentes como os governadores de São Paulo, João Doria, ou o do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Porém, conforme a pesquisa da Exame/Ideia, o ex-governador Ciro Gomes e o ex-juiz da Lava Jato, Sergio Moro, são os nomes mais fortes para a terceira via, apesar de computarem 20 pontos percentuais atrás de Lula e Bolsonaro no primeiro turno.

No segundo turno, em simulação sem Jair Bolsonaro, Lula vence de todos os possíveis adversários, como Moro e Leite, nomes avaliados por analistas como mais promissores para furar a polarização.

Contra Leite, Lula venceria por 48% a 22%. Contra Moro, Lula venceria por 47% a 25%.

Centrão e Jair Bolsonaro

Para viabilizar Bolsonaro, o Centrão vinha cobrando moderação e pragmatismo por parte do presidente, assim como garantindo o avanço da pauta econômica defendida pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes. Isso durou até o primeiro semestre deste ano – apesar de conflitos institucionais, pandemia e CPI da Covid.

No contexto atual, o Centrão articulou a antecipação da reforma do Teto de Gastos, para flexibilizá-la a fim de permitir um orçamento maior no ano em que Bolsonaro disputará um novo mandato, e o fortalecimento do bloco por meio da eleição de grandes bancadas no Congresso.

Demonstrando alinhamento com essa estratégia, Guedes afirmou na quinta-feira, 11, que o Teto é “apenas um símbolo”.

Jair Bolsonaro reeleito?

Bolsonaro segue como o único candidato competitivo a reivindicar o liberalismo econômico atualmente, mesmo com as concessões que tiveram de ser feitas aos efeitos da pandemia.

Todavia, apesar do otimismo do núcleo mais próximo a Jair Bolsonaro, para Maurício Moura, fundador do Ideia, instituto que fez a pesquisa com a Exame, mesmo com uma parcela fiel de eleitores, reverter o cenário de desvantagem é muito difícil.

'Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. No terceiro ano de mandato, todos tinham um patamar de aprovação acima de 30% e menor rejeição. E, para serem reeleitos, precisaram melhorar sua performance de popularidade no ano eleitoral. No caso de Bolsonaro, essa recuperação teria de ser recorde”, disse na análise que acompanhou os resultados na pesquisa.

Coluna: Leopoldo Vieira

Arte: Vinícius Martins / Mover


DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento.
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