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Atualizado há 5 meses

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São Paulo, 18 de junho – A gigante da informática e do comércio virtual Alibaba avisou que pode cancelar os domínios das empresas ligadas às criptomoedas na China, além de suspender o armazenamento dos dados na nuvem dessas companhias. O anúncio é um novo desenrolar das políticas de repressão aos ativos digitais implementadas desde maio pelos chineses.

 

Governo da China quer aumentar estabilidade do sistema financeiro, segundo empresa

A decisão da Alibaba foi divulgada por Colin Wu, jornalista chinês especializado em criptomoedas. Ele também disse que as empresas mais afetadas serão as mineradoras, já que as exchanges possuem domínios e armazenamento fora do país asiático.

Outro foco da repressão estatal é a alavancagem, que é vista de forma negativa pelo governo da China. A exchange Huobi, por exemplo, deve reduzir o limite da alavancagem de 125 vezes para 5 vezes no futuro próximo, segundo a consultora de investimentos Sino Global Capital. A ideia do governo é aumentar a estabilidade do sistema financeiro, na visão da empresa.

Em maio, a China declarou que reprimiria a mineração de criptomoedas no país, motivando a saída de mineradoras e de produtoras de ASICs, que são máquinas de mineração, para outras nações. Até o momento, a América do Norte e a Ásia Central têm sido os destinos preferidos dessas empresas.

 

China baniu serviços ligados às criptomoedas

O cerco do país ao Bitcoin e outras criptomoedas aumentou a partir de 18 de maio, quando o governo proibiu instituições financeiras e empresas de pagamentos de oferecer serviços relacionados às criptomoedas. A ação é uma tentativa de aumentar o controle das transações antes do lançamento oficial do yuan digital, ou e-CNY.

No dia 21 de maio, a ata do 51º Comitê de Estabilidade Financeira e Desenvolvimento também criticou os criptoativos. O vice-premiê da China, Liu He, disse que a China quer “prevenir e controlar os riscos financeiros de forma definitiva”, segundo o documento. O objetivo é realizar repressão ao trade e mineração desses ativos.

A Mongólia Interior, região chinesa que costumava ser um hub de mineração de criptomoedas, propôs medidas duras contra pessoas ligadas ao setor. O movimento, ocorrido no dia 25 de maio, também está ligado a uma busca por diminuir as emissões de carbono na região.

 

Riscos de investir em criptomoedas

Apesar da atratividade e de sua crescente demanda, as criptomoedas possuem muita volatilidade, o que é criticado pela China. As cotações têm grandes flutuações em curtos períodos de tempo, parte do motivo de ainda não terem decolado como meio de pagamento global. Além disso, os movimentos erráticos de mercado, a possibilidade de roubo de registros de criptomoedas por hackers e a suspeita de manipulação de mercado também fazem parte do risco do investimento.

Muitas operações envolvendo criptomoedas são realizadas de forma não regulamentada, com riscos operacionais e regulatórios. É possível encontrar diversos casos em que o dinheiro simplesmente some, é roubado por um hacker ou o investidor sofre um golpe financeiro.

Por outro lado, o risco de controle da moeda por meio do governo com medidas regulatórias, como as realizadas na China, ao passo que as criptomoedas ganham notoriedade pode afastar investidores.

Texto: Nicolas Nogueira
Edição: Cintia Thomaz e João Pedro Malar
Arte: Vinícius Martins / TC Mover


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