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Atualizado há 4 meses

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São Paulo, 22 de junho – O fundo de investimentos HASH11, que acompanha o desempenho das principais criptomoedas do mercado, perdeu 45% de valor desde a sua inauguração na B3, em 22 de abril. Ele foi afetado pelas restrições chinesas aos criptoativos e pelos tuítes do empresário Elon Musk.

 

Bitcoin e Ethereum são os principais componentes do HASH11

O HASH11 é um ETF de criptomoedas, ou seja, um fundo passivo negociado na bolsa de valores como se fosse uma ação. O produto segue o desempenho do índice NCI, criado em uma parceria entre a Nasdaq e a Hashdex. Ele é composto principalmente por Bitcoin e Ethereum, além de outros criptoativos em menor volume.

Os fundos de investimentos oferecem um ponto de entrada mais palatável para os investidores tradicionais interessados nas criptomoedas. Porém, eles são tão suscetíveis à volatilidade quanto o investimento direto nos ativos digitais.

 

Derrubada do mercado de criptomoedas afeta desempenho do HASH11

Desde maio, a China vem ampliando a sua repressão ao mercado das criptomoedas e aos mineradores. Além disso, a montadora Tesla, de Elon Musk, desistiu temporariamente do Bitcoin por preocupações ambientais. Ambos os eventos contribuíram para a derrubada do mercado de criptoativos, que já perdeu US$1,27 trilhão em valor de mercado desde o início de maio.

O HASH11 fechou a R$28,51 nesta terça-feira, 22, com uma desvalorização de 2,03% no pregão. O Bitcoin, por sua vez, valia US$32 mil na Binance por volta das 18h15, numa alta de 1,51% nas últimas 24 horas.

 

China adotou medidas duras contra criptomoedas

Um dos pontos que contribuíram para o recente tombo das criptomoedas foram as medidas duras do governo chinês. Em meados de maio, a China intensificou o cerco proibindo instituições financeiras e empresas de pagamentos de oferecer serviços relacionados às criptomoedas. A ação é uma tentativa de aumentar o controle das transações antes do lançamento oficial do yuan digital, ou e-CNY, a nova moeda digital chinesa.

Dias depois, a ata do 51º Comitê de Estabilidade Financeira e Desenvolvimento do país também criticou os criptoativos. O vice-premiê da China, Liu He, disse que o país quer “prevenir e controlar os riscos financeiros de forma definitiva”, segundo o documento. A Mongólia Interior, região da China que costumava ser um hub de mineração de criptomoedas, também propôs medidas duras contra pessoas ligadas ao setor. O movimento, que afetou o HASH11, está ligado a uma busca pela diminuição das emissões de carbono na região.

Já em 18 de junho, a gigante da informática e do comércio virtual, Alibaba, avisou que pode cancelar os domínios das empresas ligadas às criptomoedas na China, além de suspender o armazenamento dos dados na nuvem dessas companhias, em novo desenrolar das políticas de repressão chinesas. Fabrício Tota, diretor da Mercado Bitcoin, não acredita que essas medidas consigam conter as criptomoedas devido às tecnologias descentralizadas. “Os efeitos de curto prazo podem ser ruins, mas no médio e longo prazo, podemos notar que o Bitcoin, principalmente, se comporta de maneira indiferente a tais medidas”, disse.

 

Elon Musk mexe com as cotações dos criptoativos

Já a Tesla, fabricante de carros elétricos de Elon Musk, comprou US$1,5 bilhão de Bitcoin e começou a aceitar a criptomoeda como meio de pagamento. As criptomoedas, não apenas o Bitcoin, explodiram. Mas quando ele anunciou que a empresa não aceitaria mais o criptoativo por questões ambientais, as cotações despencaram, afetando o HASH11.

Recentemente, porém, o empresário voltou atrás e disse, em seu Twitter, que adotaria novamente o Bitcoin, caso cerca de 50% dos mineradores usassem energia limpa. Ele também puxou o preço do Dogecoin ao publicar a favor da criptomoeda meme. Com isso, Elon Musk foi acusado nas redes sociais de manipular os preços das criptomoedas, o que afeta também o HASH11.

Fabrício Tota, diretor da Mercado Bitcoin, alerta que, independentemente das declarações de Elon Musk, “ainda teremos muita volatilidade por anúncios de curto prazo quando tivermos mais influenciadores chegando”.

 

Riscos de investir em criptomoedas

Apesar da atratividade e de sua crescente demanda, as criptomoedas possuem muita volatilidade, refletida pelo HASH11. As cotações têm grandes flutuações em curtos períodos de tempo, parte do motivo de ainda não ter decolado como meio de pagamento global. Além disso, os movimentos erráticos de mercado, a possibilidade de roubo de registros de criptomoedas por hackers e a suspeita de manipulação de mercado também fazem parte do risco do investimento.

Muitas operações envolvendo criptomoedas são realizadas de forma não regulamentada, com riscos operacionais e regulatórios. É possível encontrar diversos casos em que o dinheiro simplesmente some, é roubado por um hacker ou o investidor sofre um golpe financeiro.

Por outro lado, o risco de controle da moeda por meio do governo com medidas regulatórias ao passo que as criptomoedas ganham notoriedade pode afastar investidores, o que também é um risco para o HASH11.

Texto: Nicolas Nogueira
Edição: Guilherme Dogo e João Pedro Malar
Arte: TC Mover


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