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Atualizado há 20 dias

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São Paulo, 1 de outubro –  Uma das poucas farmacêuticas brasileiras listadas na bolsa brasileira, a Biomm (BIOM3) viu suas ações ordinárias dispararem hoje mais de 6%. Isso após anunciar acordo com a chinesa CanSino Biologics para comercializar e produzir no Brasil a vacina Convidecia, contra a Covid-19.

A Biomm pedirá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, o uso emergencial do imunizante, já aprovado em vários países, como México, Paquistão, Hungria, Chile, Equador, Argentina, Malásia, Indonésia e Quirguistão.

A vacina Convidecia tem eficácia geral de 68,83% após 14 dias da aplicação. “Para casos graves de Covid-19, a eficácia da vacina é de 95,47% no mesmo período”, informa a Biomm, em comunicado.

Diferentemente da maioria das vacinas de combate à Covid-19 hoje disponíveis no mercado, a taxa de imunização é alcançada com apenas uma dose. Além disso, o imunizante pode ser armazenado em geladeira comum (entre 2 e 8 graus Celsius), o que também o torna bastante competitivo entre seus pares.

“O preço da vacina será compatível com outras opções já existentes no mercado brasileiro. A dose única também representa vantagens para os programas de imunização, devido ao custo de aplicação por pessoa e imunização completa de uma vez – ao contrário da maioria das vacinas Covid-19 atualmente disponíveis, que requerem duas doses”, diz a companhia.

A Convidecia foi criada a partir de um dos vírus mais amistosos, que causa apenas resfriados comuns. “É um vetor de adenovírus humano tipo 5 geneticamente modificado que carrega as informações necessárias para sintetizar as proteínas do novo coronavírus e, dessa forma, estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos contra Covid-19”, informa a empresa.

Segundo a Biomm, os testes que confirmaram a eficácia da vacina foram realizados no Paquistão, Rússia, Chile, Argentina e México. A empresa afirma também que o imunizante pode ser utilizado como dose de reforço.

Portfólio ampliado

“Com essa iniciativa, ampliamos nosso portfólio em biotecnologia no Brasil, por meio de medicamentos inovadores e com eficácia e segurança comprovadas cientificamente”, ressalta na nota o presidente da Biomm, Heraldo Marchezini.

Assim que a Anvisa der o sinal verde para o imunizante, o primeiro passo da Biomm será importar o produto. Mas o acordo prevê produção da Convidecia na unidade biofarmacêutica da empresa brasileira, instalada em Nova Lima, Minas Gerais.

A unidade mineira recebeu investimentos de US$ 90 milhões “e está em processo de validação”. “O acordo prevê, também, o propósito de comercialização e produção de todo o portfólio de vacinas da CanSino Biologics”.

“Para que o acordo fosse fechado, a Biomm precisou comprovar para a CanSino Biologics que reúne capacidade técnica para a produção de vacinas, além de todas as demonstrações relacionadas a aspectos regulatórios e de governança corporativa”, explica a empresa.

Especializada em biotecnologia, a Biomm apurou receita líquida de R$34,3 milhões no segundo trimestre deste ano, alta superior a 150% ante igual período imediatamente anterior.

O crescimento foi puxado pelo início das vendas no Brasil do Ghemaxan, usado para tratar trombose venosa profunda e angina. O medicamento “tem sido largamente utilizado no tratamento de pacientes com Covid-19 que apresentam coágulos”, conforme a empresa.

A Biomm foi criada a partir do spin off da Biobras, empresa especializada na produção de insulina e comprada em 2001 pela farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk. A biotecnológica abriu capital em 2002.

Desempenho da Biomm (BIOM3)

A Biomm (BIOM3) fechou o pregão da B3 nesta sexta-feira com as ações ordinárias em alta de 5,51%, cotadas a R$15,70. Nos últimos três meses, o papel acumula alta de 2,27%. Enquanto isso, o Ibovespa fechou em alta de 1,73%, a 112.899 pontos.

Para acompanhar o desempenho das ações da Biomm e de outras empresas, basta acessar o TC Matrix, ferramenta gratuita do TC.

Texto: Iolanda Nascimento
Edição: Artur Horta e Stéfanie Rigamonti
Arte: Vinicius Martins / Mover


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