IBOV

107.735,01 pts

-2,76%

SP500

4.551,77 pts

+0,04%

DJIA

35.629,33 pts

+0,07%

NASDAQ

15.458,78 pts

-0,20%

IFIX

2.724,94 pts

-0,49%

BRENT

US$ 85,02

+0,48%

IO62

¥ 689,50

-1,50%

TRAD3

R$ 6,80

-14,89%

ABEV3

R$ 15,14

-1,75%

AMER3

R$ 35,42

-10,96%

ASAI3

R$ 16,43

-1,79%

AZUL4

R$ 29,69

-3,22%

B3SA3

R$ 13,01

-0,98%

BIDI11

R$ 43,00

-11,32%

BBSE3

R$ 21,50

+0,42%

BRML3

R$ 7,64

-5,32%

BBDC3

R$ 18,00

-2,86%

BBDC4

R$ 21,25

-2,07%

BRAP4

R$ 50,64

-2,61%

BBAS3

R$ 29,82

-4,42%

BRKM5

R$ 56,96

-3,92%

BRFS3

R$ 22,80

-3,95%

BPAC11

R$ 23,49

-5,16%

CRFB3

R$ 17,03

-2,96%

CCRO3

R$ 11,92

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CMIG4

R$ 13,78

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HGTX3

R$ 37,51

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CIEL3

R$ 2,34

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COGN3

R$ 2,72

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CPLE6

R$ 6,37

-4,35%

CSAN3

R$ 21,29

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ELET6

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Atualizado há mais de 2 anos

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A adoção do IFRS 16 na Petrobras trouxe uma alta na relação de endividamento da estatal e uma alta relevante na dívida líquida, o que pode levar o investidor a repensar se a companhia poderá atingir suas metas de desalavancagem para o ano, disseram analistas.

 

O novo critério de contabilidade elevou a dívida líquida para 3,2 vezes o EBITDA anual no primeiro trimestre e adicionou mais de R$100 bilhões à dívida líquida por conta da contabilização de arrendamentos financeiros de plataformas e navios.

 

“Dada a natureza das operações de exploração em águas profundas, o impacto da IFRS 16 na Petrobras é presumivelmente maior do que nos concorrentes, com possíveis implicações na forma como os investidores percebem o valor” da companhia, disseram analistas do banco BTG Pactual em relatório.

 

Hoje, a administração da estatal manteve a meta de reduzir o endividamento para 1,5 vezes EBITDA até final do ano que vem, o que deve forçar a Petrobras a acelerar seus desinvestimentos. O diretor-presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse hoje em teleconferência com investidor para explicar o resultado do primeiro trimestre que as outras metas operacionais também permanecerão inalteradas “apesar do resultado pouco brilhante”.

 

A maior estatal de petróleo listada da América Latina registrou lucro líquido abaixo do consenso no primeiro trimestre, refletindo a incidência de itens especiais, menor produção, vendas e margens no segmento de exploração de petróleo e maiores despesas administrativas. O lucro líquido da empresa atingiu R$4 bilhões no período, recuo de 42% na base anual e abaixo do consenso de R$6 bilhões colhido pela TC News. Desconsiderando os efeitos de IFRS 16, o lucro líquido teria sido de R$5,1 bilhões.

 

O investidor reagia bem ao balanço: o papel PN da estatal avançava 1% a R$26,58, primeiro ganho em três pregões.

 

O investidor também fica de olho nos comentários de Castello Branco sobre o salto de 38% nas despesas administrativas no trimestre, que pressionaram o resultado, assim como a queda na geração de fluxo de caixa livre e o andamento do programa de desinvestimentos de refinarias e participações em companhias como a Braskem – que continuam parados na esteira de várias decisões judiciais.

 

(Foto: sede da Petrobras, no Rio de Janeiro/ Tania Rego-Agência Brasil)

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