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SP500

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BRENT

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Atualizado há 10 meses

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São Paulo, 14 de dezembro – A Cogna divulgou um importante plano de reestruturação de longo prazo, que inclui maior aposta na digitalização, com a redução de 25% da estrutura física do ensino superior em 2021. Negociada na bolsa pelo código COGN3, a Cogna é um dos papéis que mais cai em meio à pandemia devido à sua forte participação no ensino presencial.

O corte nos campi, anunciado no evento Cogna Day, deverá permitir economizar 18% de custos com aluguel, IPTU e condomínio, e o lançamento de um marketplace com cursos que vão desde os regulares como graduação e pós-graduação até cursos livres e de educação financeira.

Segundo a empresa, a ideia é que cerca de 25% dos campi de ensino superior sejam reduzidos, fundidos ou transferidos no ano que vem, e com isso, baixar os custos. Além das despesas com aluguéis, os gastos com as chamadas “facilities” e “utilities”, como serviços de limpeza e segurança, cairão 17% e o investimento, por sua vez, será 20% menor.

Primeira grande iniciativa em EAD da Cogna deve ampliar oferta em 50%

No caso da plataforma online, ela já começa com 16 empresas que pertencem ao grupo, que têm 1 milhão de alunos, realizam 9 milhões de acessos mensais, e movimentam R$4 bilhões em receita. É a primeira grande iniciativa do gênero no setor. Outras áreas como varejo já estão operando esse tipo de plataforma, semelhante a um shopping center virtual.

Outro pilar é acelerar o crescimento do ensino à distância, o EAD, que já apresenta aumento de 28% na quantidade de alunos matriculados neste ano. O plano é ampliar em 50% a oferta de cursos, sendo que o acréscimo será de 100% nos cursos da área de saúde e engenharia, que possuem tíquete médio mais elevado. Até 2022, o número de polos de EAD deve saltar de cerca de 1.700 para 2.300.

Também foi introduzido um novo plano de remuneração dos administradores, atrelado às metas operacionais. “É um novo plano de incentivo de longo prazo, de ‘performance share’. Estamos alinhando os interesses de executivos e investidores”, disse Rodrigo Galindo, presidente da Cogna, no evento online desta tarde.

Boa expectativa da Cogna para 2024

Os objetivos operacionais para a nova etapa são ambiciosos: aumentar o EBITDA lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em 25% ao ano e em 44% a geração de caixa anual até 2024. 

Ou seja, o EBITDA de R$1 bilhão esperado para 2020 deve saltar para R$2,4 bilhões em 2024, enquanto a geração de caixa operacional sairia dos R$230 milhões projetados para este ano para R$1 bilhão em 2024. 

A projeção do EBITDA para este ano frustrou o Goldman Sachs, mas bateu suas projeções para 2024. O corte de custos médios esperado com a reestruturação é de cerca de 27%. 

Desempenho das ações da Cogna (COGN3)

Cogna - ação

 A ação ordinária da Cogna, código COGN3, terminou o dia cotada a R$5,01, caindo 5,47%, o tombo mais forte do Ibovespa e a maior queda desde 30 de outubro, quando deslizou 5,50%. Mesmo assim, o papel acumula alta de 6,82% no mês. Para acompanhar o desempenho das ações da educacional e de outras empresas, basta acessar o TC Matrix, ferramenta gratuita do TC.

Texto: Bárbara Leite
Edição: Kariny Leal e Letícia Matsuura
Imagem: Divulgação

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