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Com IPO, Nubank se torna o banco mais valioso da América Latina

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Com IPO, Nubank se torna o banco mais valioso da América Latina

O Nubank precificou sua oferta pública inicial nos Estados Unidos a US$9,00 por ação e movimentou US$2,6 bi, sendo avaliado em US$41,5 bi

Com IPO, Nubank se torna o banco mais valioso da América Latina
maria-luiza

Atualizado há 5 meses

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São Paulo, 8 de dezembro — O Nubank precificou nesta quarta-feira seu IPO nos Estados Unidos a US$9,00 por ação, no topo da faixa indicativa, movimentando US$2,6 bilhões e se tornando o banco mais valioso da América Latina, com avaliação de US$41,5 bilhões.

O ocupante da segunda posição de instituição financeira mais valiosa do continente é o Itaú Unibanco, cujo valor atinge US$37,7 bilhões na Bolsa brasileira.

A faixa indicativa de preço para as 289 milhões de ações do Nubank listadas na Bolsa de Nova York, NYSE, que começam a ser negociadas na quinta-feira, 8 dezembro, ia de US$8,00 a US$9,00.

Acompanhando a regra de que cada Brazilian Depositary Receipt, ou BDR, tem 1/6 do valor da ação americana, levando em conta o câmbio do último dia 26 de novembro, esse papel precifica também no topo de sua faixa indicativa, estabelecida entre R$7,45 e R$8,38.

As BDRs do Nubank, cujo código de negociação será ‘NUBR33’, terão negociação iniciada também nessa quinta, na B3.

Segundo fontes que falaram ao Scoop by Mover, a demanda pelo IPO do “roxinho” atingiu US$8 bilhões, quase três vezes o livro de reservas.

De acordo com a Bloomberg citando fontes a par do assunto, o conglomerado Berkshire Hathaway, de Warren Buffet, comprou 10% das ações da oferta do Nubank – informação até então não confirmada pelo grupo.

Dado o momento de fraqueza das fintechs de capital aberto, com o movimento de alta de juros no Brasil e a perspectiva de aperto monetário nos EUA a partir de 2022, o Nubank reduziu a faixa indicativa inicial do IPO em 20%, anteriormente estipulada de US$10 a US$11 por ação. O banco agora chega à bolsa americana com desafio de rentabilizar operação e driblar desconfianças.

Texto: Maria Luiza Dourado
Colaboração: Gustavo Machado da Costa
Edição: Gustavo Bonato
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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