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Atualizado há 26 dias

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São Paulo, 28 de dezembro – Com grande peso no índice Bovespa, as empresas de commodities devem seguir o ciclo virtuoso visto durante este ano também em 2022, dado o crescimento econômico estrutural acima da média em países desenvolvidos, além da falta de projetos que tragam oferta de commodities ao mercado, favorecendo preços elevados, segundo analistas.

Dados da B3 apontam que o Ibovespa possui seis ações de mineração e siderurgia que, somadas, detêm participação de 17,135%. A Vale, uma das principais mineradoras do mundo, é a empresa com maior fatia no índice, cerca de 13%. Além disso, a segunda prévia da carteira teórica para 2022 inclui a CSN Mineração, sinalizando a importância do setor para a economia brasileira.

Neste ano, marcado pela recuperação de diversas economias em meio às incertezas provocadas pela pandemia, as ações passaram por intensa volatilidade. O minério de ferro negociado na Ásia atingiu US$226 por tonelada em maio, mas recuou até US$88 por tonelada no final de novembro, sendo guiado majoritariamente pela demanda chinesa.

Apesar da intensa movimentação, os preços têm mostrado recuperação e Vale, Gerdau, CSN, Usiminas e Bradespar caminham para encerrar 2021 como melhor ano da história, conforme sinalizado pelas próprias companhias.

Em 2022, o aquecimento das economias, especialmente da China, deve ditar novamente a demanda de aço. Para o economista da Nova Futura Investimentos Matheus Jaconeli, os preços de minério de ferro e aço devem ter trajetória de alta, com incentivos econômicos e obras para as Olimpíadas de Inverno na China, além da aprovação de pacotes de infraestrutura nos Estados Unidos.

Dessa forma, o economista prevê bons resultados para as mineradoras e siderúrgicas brasileiras. “Temos visto alguns emergentes elevando a taxa básica de juros, mas a China fez um movimento contrário recentemente. Sempre que a economia chinesa está desacelerando, o governo tem histórico de aumentar os estímulos monetários e fiscais, o que impulsiona a demanda por minério”, avalia Jaconeli.

Já o petróleo Brent, referência para as empresas brasileiras do setor, tem apresentado tendência de alta durante os últimos 12 meses. De acordo com especialistas consultados pela Mover, o ritmo de aumento na produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, em 400 mil barris diários, não foi suficiente para suprir a demanda com a retomada das economias em escala global e deve sustentar o atual patamar de preço também em 2022.

O petróleo saiu da casa de US$50 por barril em janeiro, para mais de US$85 em outubro, levando a Petrobras a reportar recorde de EBITDA, medida contábil que afere o lucro operacional, no segundo trimestre, e manter o valor próximo ao patamar histórico no terceiro.

Lá fora, a forte movimentação de preços levou diversos países a buscarem fontes alternativas de energia, como gás e carvão, além de destinarem grandes quantias de dinheiro para projetos renováveis que, se somados ao surgimento da variante ômicron, contribuem para um cenário de estabilidade.

Deverá haver uma convergência entre oferta e demanda, “com a volta da mobilidade sendo suprida pela retomada de volumes da OPEP”, a organização de países produtores de petróleo, disse Pascoal Paione, gestor do fundo Garín Cíclico, focado em commodities, que prevê o barril de petróleo Brent em torno de US$75 durante 2022.

Paione disse à Mover que está otimista com commodities em geral, ainda em linha com o cenário de falta de projetos que elevem a oferta, somado aos estímulos na economia chinesa. Para seguir a tendência, ele elegeu cobre, alumínio e aço como ativos preferidos desta classe.

Contudo, a dinâmica é diferente para a celulose, que “possui entradas de capacidade que manterão preços em baixa”, em linha com o aumento da oferta em cenário de demanda estável, segundo o gestor. A Klabin deu início à primeira fase do projeto Puma II no final de agosto, que prevê a entrada 450 mil toneladas anuais de capacidade na cadeia de celulose.

Commodities agrícolas

O preço do boi gordo brasileiro deve entrar em ciclo de baixa a partir do segundo semestre do ano que vem, período no qual é esperada uma maior liberação de vacas para abate, após mais de 30 meses de retenção, de acordo com Lygia Pimentel, presidente da casa de análises de investimentos em ativos agropecuários Agrifatto.

“A chave para entender o ciclo do boi gordo é o preço do bezerro. Quando este não acompanha mais a inflação e deixa de compensar os custos do produtor, ele libera as vacas para abate, aumentando a oferta de gado e, consequentemente, diminuindo o preço da commodity no mercado”, explica.

Os Estados Unidos devem ter uma dinâmica oposta em 2022, com expectativa de redução dos estoques de gado, segundo o Bradesco BBI. Em relatório publicado no começo do mês, o BBI cita que a elevação das cotações do boi gordo em solo norte-americano deve causar perdas significativas nas margens de frigoríficos que operam na região, como Marfrig e JBS.

“O cenário favorece a Minerva, que adquire animais para abate no Brasil e América do Sul. Já a gigante JBS deve arrefecer o impacto do ciclo pela maior diversificação e mix de produtos. Contudo, a dinâmica que se desenha nos Estados Unidos é má notícia para a Marfrig, que possui a maioria das operações no país”, disse Adriano Castro, analista do setor de alimentos da Genial Investimentos.

Já a soja e o milho têm fundamentos de alta para 2022, dado o cenário inflacionário em diversas economias, além da situação climática na América do Sul, que pode trazer uma perda na produção global e afetar o quadro de oferta e demanda, disse Raphael Mandarino, diretor da casa de análise de mercado agrícola AgResource Brasil.

“Os efeitos negativos do La Niña, caracterizado pela diminuição da temperatura no Oceano Pacifico, já são visíveis. A perspectiva é que tenhamos esse fenômeno no clima brasileiro até meados de abril, o que pode impactar as lavouras que tiveram plantio mais tardio”, avalia.

“Além disso, as chuvas que vierem no fim da primeira safra nos diversos estados também podem atrapalhar a colheita da soja e dificultar o plantio do milho safrinha”, completa Mandarino, explicando como o clima pode restringir a oferta dessas commodities.

Há também fundamentos de demanda que podem puxar as cotações. Segundo Mandarino, a soja tem sido amplamente utilizada na produção do diesel renovável nos Estados Unidos, “o que deve manter uma fatia expressiva da soja norte-americana por lá, podendo gerar uma migração de demanda para a América Latina”.

Para traçar as tendências do milho é preciso atentar ao plantio na Argentina, “que possui uma fatia significativa na participação da produção da commodity no mundo e deve ter prejuízos, haja visto que ainda falta, neste momento, semear mais que 50% da área de milho”, afirma Mandarino, ressaltando ainda que existem gatilhos de demanda para a pecuária chinesa, nacional e aquecimento da produção de etanol nos Estados Unidos.

Texto: Artur Horta
Edição: Gustavo Bonato e Gustavo Boldrini
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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