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São Paulo, 6 de outubro – Preocupações com custos ampliadas pela crise hídrica e metas ambientais corporativas, com a chamada agenda ESG, têm levado cada vez mais companhias a investir em geração própria de energia com fontes renováveis, o que vem fomentando negócios tanto para elétricas tradicionais, como AES Brasil, quanto para outros grupos interessados no setor, como a Vibra Energia, disseram fontes ao Scoop by Mover.

O movimento começou com gigantes como a Vale, mas atrai cada vez mais empresas. A petroquímica Unigel, por exemplo, anunciou em setembro contrato de mais de R$1 bilhão para comprar por 20 anos a produção de um parque eólico, enquanto a BRF fechou acordos em agosto para viabilizar novas usinas eólicas e solares que suprirão sua demanda.

A mineradora Aura Minerals também negocia parcerias para abastecer com energia limpa seus próximos projetos no Brasil, conforme disse à TC Rádio nesta semana o presidente da companhia, Rodrigo Barbosa.

“É uma tendência que veio para ficar, não só para empresas eletrointensivas, mas também para aquelas onde o custo de energia não pesa tanto. Elas estão buscando parcerias com grupos de energia renovável para poder fazer esses investimentos”, disse o sócio do Pinheiro Neto Advogados, José Roberto Oliva, acrescentando que há transações de diversos portes. “Já trabalhamos em negócios de autoprodução de energia de 100 megawatts, mas também já fizemos de 8 megawatts”.

Essas operações ocorrem no chamado mercado livre de energia, onde operam grandes empresas, e abrem oportunidades para investidores em geração em um momento de desaceleração da demanda em leilões do governo para novos projetos elétricos.

O chamado leilão A-5, na semana passada, teve a menor contratação já vista nesse tipo de certame, com apenas 151 megawatts médios, ante mínima anterior de 291,5 MWmed, em 2016.

Companhias

Uma das elétricas que tem surfado essa onda é a AES Brasil, que fechou um dos acordos anunciados pela BRF. As empresas serão sócias em um parque eólico que venderá a produção ao grupo de alimentos por 15 anos. Antes, a AES havia divulgado transações similares com companhias como a Ferbasa.

Já a desenvolvedora de projetos de geração Casa dos Ventos, que fechou o acordo com a Unigel, selou parcerias anteriores com grandes corporações como Vale e Braskem. Mas também com empresas menores como Vulcabras e Tivit.

A demanda aquecida por energia própria e limpa atrai também empresas até então fora desse setor, como a Vibra Energia, ex-BR Distribuidora. O grupo tem desenvolvido projetos de autoprodução para vender geração eólica e solar a clientes industriais e avalia parcerias para acelerar a expansão no negócio, em meio a metas de atuação mais relevante em renováveis. É o que disse ao Scoop o diretor de Operações da empresa, Marcelo Bragança.

“Há um efeito ESG, uma busca por energia limpa. Começa com as empresas maiores, para quem faz mais sentido, e depois migra para indústrias de porte médio e até menor porte”, disse ao Scoop a sócia da consultoria Escopo Energia, Lavínia Holanda, que vê pressão de bancos e fundos para que companhias sigam nessa linha.

“O fato é que cada vez mais vamos ter a iniciativa privada cuidando da expansão da geração”, disse a sócia do escritório Machado Meyer, Ana Karina Souza. Ela acrescentou que, como os contratos no mercado livre podem ser customizados, de acordo com negociações entre comprador e vendedor, há até casos de acordos atrelados ao dólar entre geradores e empresas exportadoras. “É uma estrutura complexa, mas é uma alternativa que tem sido adotada em alguns projetos”.

O apetite de empresas por geração própria também é impulsionado pelos custos de eletricidade em alta no Brasil, com a crise hídrica vista neste ano, que deve se arrastar para 2022, disse ao Scoop o diretor de Novos Negócios da Casa dos Ventos, Lucas Araripe. “Tem a questão de previsibilidade e até de garantir o suprimento. Essa conjuntura de crise hídrica também favorece isso. O preço de energia no Brasil é muito volátil”.

Até meados de 2023, a Casa dos Ventos entregará usinas eólicas com cerca de 1,5 gigawatt em capacidade para atender contratos fechados com empresas no mercado livre. Mas a companhia segue com negociações em andamento e tem planos de dobrar esse volume em um prazo de três a quatro anos.

Texto: Luciano Costa
Edição: Renato Carvalho
Arte: Mover


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