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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 15 de dezembro –  Cada vez mais especialistas projetam que, sem políticas alinhadas à agenda ESG, conjunto de práticas que traduz o compromisso com aspectos sociais, ambientais e de governança, muitas companhias não vão sobreviver no longo prazo.

Não à toa, mesmo empresas que historicamente não têm envolvimento com essas questões agora repensam suas práticas e anunciam metas para zerar a emissão de carbono. Outras, por outro lado, vão além e levam o engajamento com essas pautas a um outro nível.

Hoje é o Dia Nacional da Economia Solidária, termo que simboliza um modo de gestão dos recursos humanos e econômicos de forma a dirimir as desigualdades sociais, transformando lucro em benefício para a sociedade. Entre seus princípios, os mais característicos são a comercialização justa, equidade racial e de gênero, finanças solidárias, consumo responsável e ideal democrático.

A data foi institucionalizada em 2019, quando o Governo Federal sancionou a lei 13.928/19. O Dia Nacional da Economia Solidária lembra o nascimento do ambientalista e ativista político Chico Mendes, famoso pela luta em defesa da floresta e dos povos da Amazônia. Mendes buscava a conscientização de empresas por meio de ações ecologicamente sustentáveis, justas e solidárias.

Apesar de esse assunto parecer distante do mundo corporativo e dos investimentos, o Brasil tem exemplos de companhias listadas na Bolsa de Valores que já têm programas de promoção à economia solidária.

Além disso, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae, enxerga a economia solidária como algo que vem ganhando espaço no mercado, “por ir ao encontro de propostas de geração de trabalho e renda focadas no desenvolvimento da sociedade como um todo, compreendendo o impacto das ações humanas na sociedade e no meio ambiente e se adaptando para reduzi-lo”.

Alinhamento com o ESG

Apesar da conexão, há uma diferença na essência entre o ESG e a economia solidária: o lucro. Segundo Bruno Teixeira, diretor de estratégia da Santos Lab, empresa de soluções tecnológicas que possui plataforma digital ESG pioneira no setor agro, as companhias praticam o ESG de diferentes formas no intuito de conseguirem manter os próprios negócios ao longo do tempo. “Se eu não me preocupar com o meio ambiente, daqui a pouco eu não tenho negócio”, explica.

Os investidores têm aumentado as cobranças para um maior engajamento das empresas com causas sociais e ambientais. Aquelas que não demonstram preocupação com esses aspectos acabam muitas vezes caindo em descrédito.

“De uma forma geral, os investimentos em ESG são bem-vistos. Não só no Brasil, como no mundo, eles têm aumentado consideravelmente. As carteiras de fundos sustentáveis, por exemplo, podem chegar a mais de US$50 trilhões em 2025 segundo estimativas”, afirma Teixeira.

Para o especialista, o problema, principalmente no Brasil, é padronizar o que de fato se enquadra como ESG e quais indicadores ou métricas devem ser utilizadas para dizer se uma instituição é aderente ou não. Geralmente, os parâmetros são relacionados ao meio ambiente, como a emissão de carbono. Nesse caso, as empresas assumem compromissos voltados à compensação de suas emissões, ajudando a equilibrar o nível de gases.

A PwC, multinacional de auditoria e consultoria, divulgou em 8 de dezembro uma pesquisa sobre ESG na perspectiva dos investidores. O levantamento revelou que, para 79% dos entrevistados, os riscos e oportunidades de ESG são fatores importantes na tomada de decisão de investimentos. Entretanto, apenas 33% deles consideram a qualidade dos relatórios boa.

Outra questão preocupante para Teixeira é relação entre o porte da empresa e as boas práticas de governança, pois, para ele, as instituições listadas na B3 seguem de alguma forma uma agenda ESG, pelo menos na questão ambiental. Além disso, a Bolsa brasileira conta com o Índice de Sustentabilidade Empresarial, ISE, carteira que tem ativos de companhias selecionadas pelo seu reconhecido comprometimento com as práticas ambientais, sociais e de governança. Mas a realidade das companhias menores é outra.

“As empresas que estão na B3 não representam o perfil médio no Brasil. Elas podem pagar R$100 mil, R$150 mil para fazer um relatório simples. E o que a gente faz com a maioria dos empresários brasileiros, pequeno e médio?”, questiona o gestor.

Movimento Natura

A Natura (NTCO3), companhia brasileira que atua no setor de produtos cosméticos, é um exemplo de empresa que tem iniciativas não apenas comprometidas com a agenda ESG, como também com a economia solidária. Em 2006, a empresa lançou o Movimento Natura, programa de apoio a ações socioambientais e de cidadania, que tem o objetivo de expandir e fortalecer sua rede para a promoção do bem comum, valorizando as consultoras e as comunidades envolvidas.

Conforme descrição encontrada no site oficial do movimento, a ideia é “olhar para essas Consultoras Natura como agentes de transformação socioambiental e oferecer apoio para ações que elas já desempenham ou possam vir a desempenhar”.

Em 2010, a Natura criou o Prêmio Acolher, em que iniciativas lideradas por essas consultoras são selecionadas e recebem apoio financeiro e técnico. As trabalhadoras escolhidas, inclusive, têm acesso a um programa de formação em empreendedorismo social.

De acordo com dados do Relatório Anual de 2020 da Natura, ações como a Amazônia Viva já contribuíram para a conservação de 2 milhões de hectares da floresta. Mais de 7 mil famílias amazônicas em 34 comunidades integram o ecossistema da empresa, atuando na chamada bioeconomia, modelo que fomenta a prosperidade socioeconômica da região, respeitando os ciclos da natureza e prezando pela manutenção da floresta em pé.

Economia circular

A Klabin (KLBN11), uma das maiores produtoras e exportadoras de papéis para embalagens do Brasil, é outra empresa que se destaca em projetos e movimentos ESG, por meio de sua economia circular. O conceito é simples: o que é extraído da natureza é reintegrado ao ecossistema sem geração de passivo.

As florestas utilizadas pela companhia são cultivadas no Paraná, Santa Catarina e São Paulo, com alto índice de preservação em um dos biomas mais ameaçados do Brasil, a Mata Atlântica. Nesse ambiente, a Klabin planta mais de 100 árvores por minuto, mantendo 43% de área florestal destinados à conservação e à manutenção da biodiversidade.

O Matas Sociais – Planejando Propriedades Sustentáveis é um projeto de parceria entre a Klabin, o Sebrae e a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida, Apremavi, que busca contribuir com a consolidação econômica, ambiental e social das pequenas e médias propriedades rurais de algumas regiões do Paraná. Com o programa, a empresa auxilia agricultores a permanecerem no campo, além de desenvolver a cadeia de produção e consumo da região.

Em agosto deste ano, cooperativas parceiras do Matas Sociais receberam apoio da Klabin na criação da Central de Cooperativas da Agricultura Familiar do Centro Norte do Paraná. A ideia é fortalecer a produção e comercialização de alimentos, buscando novos mercados, preços competitivos, troca de experiências e otimização de serviços.

Desempenho das ações da Natura (NTCO3) e Klabin (KLBN11)

Por volta das 17h10, a ação ordinária da Natura (NTCO3) subia 1,22%, cotada a R$25,67. Já as units da Klabin (KLBN11) operavam na estabilidade, a R$25,57. No mesmo horário, o Ibovespa indicava alta de 0,19%, aos 106,960 mil pontos.

Para acompanhar o desempenho das ações dessas e de outras empresas listadas na bolsa brasileira, basta acessar o TC Matrix, ferramenta gratuita do TC.

Texto: Anderson Lima
Edição: Stéfanie Rigamonti e Renato Carvalho
Imagem: Vinícius Martins / Mover

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