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Atualizado há 6 meses

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São Paulo, 14 de junho – Temores de que o reinado da B3 está sob risco fizeram a ação ordinária da maior bolsa latino-americana (B3SA3) amargar sua pior queda em 14 semanas. Mas, para quem acha vazia essa narrativa, a chance de entrar no papel mais castigado do ano entre as blue chips brasileiras parece que chegou.

 

Relatório do JPMorgan falou sobre possível concorrência no segmento de bolsa

No início do mês, um relatório do JPMorgan levantou a hipótese de que a saída de um executivo da XP do conselho da empresa era o prenúncio da entrada de mais rivais no segmento de bolsa no país. No relatório, a equipe de analistas liderada por Domingos Falavina também rebaixou a recomendação do papel (B3SA3) de compra para neutro e reduziu o preço-alvo.

A queda da ação da B3, que acumula 6,44% na semana passada, 6,96% no mês e 18,70% no ano, divide o mercado. Por um lado, há quem acredita que o processo de aprofundamento financeiro que levou milhões de investidores pessoa-física à bolsa e a aparição de participantes não tradicionais podem acelerar o declínio do domínio da B3. Outros, como o analista Eduardo Rosman, do BTG Pactual, acham que o tombo deixou as ações da B3 bastante atraentes.

 

Fluxo vendedor intenso envolvendo a B3 gerou apreensão

A quinta empresa mais relevante do Ibovespa desfruta de um mercado sem competidores na intermediação de operações, compensação, sistemas depositários e liquidação de títulos e valores mobiliários no país.

Os riscos de maior concorrência não são novidade para a B3. Quem ousou desafiar a gigante sempre bateu de cara na barreira que as particularidades do mercado brasileiro, a regulação e o relacionamento dela com o investidor institucional impôs.

Contudo, cria alguma apreensão que a ação da empresa tenha sido alvo de fluxo vendedor intenso. Ele superou em 93% a média dos volumes de negociação e chegou a tirar 10% do valor de mercado da companhia nos últimos seis pregões.

 

Narrativa sobre fim do monopólio da B3 é incompleta, dizem analistas

Para alguns desses investidores, como Renoir Vieira, da Aurora Capital, a tecnologia e regulação mais amigáveis e a entrada das fintechs justificam “posições vendidas estruturais” no papel.

Mesmo que fontes ouvidas pela TC Mover achem que o ambiente hoje seja mais propenso ao surgimento de concorrentes, a narrativa sobre o começo do fim do monopólio da B3 é incompleta. Ou, no pior dos casos, sem sentido.

De acordo com um executivo de uma concorrente, que pediu para manter seu nome em sigilo, “pretender superar a B3 em qualquer segmento é quase impossível. A esperança de qualquer rival é que o mercado endereçável de todos cresça muito”.

 

Novos intermediários podem ser atraídos por crença no aumento do mercado de capitais

Para Eduardo Rosman, do BTG Pactual, o cenário de uma nova bolsa que “compita de verdade e diretamente com a B3 pelos principais segmentos de produtos da bolsa ainda parece improvável”. No entanto, “é natural acreditar que as corretoras queiram aumentar suas fontes de lucro e tentem contornar a bolsa para oferecer alguns serviços da B3 diretamente aos seus clientes”.

Seja na periferia do mercado endereçável da B3, seja em mercados que ela não toca, o que pode atrair novos intermediários deve ser a crença de que o “tamanho do bolo” do mercado de capitais local continue a aumentar. Isso que em parte ajuda a sustentar as seis recomendações de compra e as duas de manutenção da ação da B3. Há apenas uma de venda, entre as corretoras que a TC Mover segue.

A ação ordinária da empresa fechou em alta de 0,81% na última sexta-feira, 11, cotada a R$16,13. Comparada com os pares internacionais CME, LSE e NYSE Euronext, ela negocia a 18 vezes o lucro estimado para os próximos 12 meses. Ele fica ante múltiplos de 30,4 vezes, 26,7 vezes e 17,1 vezes das respectivas rivais. Já a margem operacional atingiu 77,30% em dezembro. Ela está bem acima das três rivais – que registraram margens de 46,90%, 29,60% e 42,50%.

 

Leitura técnica aponta para continuidade do viés de queda para a companhia

Na semana que passou, as vendas intermediadas por corretoras pelas quais os investidores institucional e estrangeiro atuam notavelmente somaram cerca de R$500 milhões. Entre elas estão Merrill Lynch, Bradesco, Itaú, BTG Pactual e CM Capital Markets.

Foi esse fluxo que determinou a queda do papel. A leitura técnica de preços aponta para uma continuidade do viés de queda, que pode amenizar por volta dos R$14,00, disse Márcio Gomes, analista técnico do TC. A razão entre o preço da ação da B3 e o Ibovespa atingiu a mínima de 15 meses na semana.

 

Corretoras e empresas de tecnologia podem se unir para enfrentar a B3

Os entusiastas da concorrência almejam ver a desenvolvedora de soluções Americas Trading Group, a registradora de recebíveis CERC e a exchange de criptomoedas Mercado Bitcoin como rivais. Alguns acham que o mercado de câmbio devia ser um segmento mais explorado pelas rivais. Por outro lado, há quem veja como mais provável que corretoras e empresas de tecnologia se juntem para peitar a B3, e não bolsas estrangeiras. A análise é feita após a NYSE e a Bats fracassarem na tentativa no início da década passada.

“A configuração das forças de mercado mudou, com acordos de não-competição vincendos, a formação de um monopólio em 2017 e o interesse dos reguladores em fomentar um ambiente competitivo” disse Rodrigo Amato, diretor-geral da M2M. A empresa de infraestrutura de mercado foi a primeira autorizada oficialmente a exercer atividades que antes eram desempenhadas exclusivamente pela B3.

Enquanto isso, instituições financeiras não podem possuir participação superior a 10% de uma bolsa. Isso mitiga o risco de uma corretora criar uma rival. O sistema pelo qual as corretoras fecham negócios entre clientes antes de liquidá-los na bolsa usando robôs, conhecido como “facilitation”, ou RLP, vem sendo usado pela XP e outras corretoras. Ele é chancelado pela B3 e válido para até 15% do total de contratos de mini índice e mini dólar executados por investidores de varejo.

 

Mudança na CVM permitirá execução de negociação de valores mobiliários em plataformas

Em maio, mudanças em uma instrução da Comissão de Valores Mobiliários, CVM, sobre as dinâmicas centralizadas de operação e gestão de dados ganharam mais 90 dias para tramitação.

Se aprovadas, empresas que não a B3 poderão executar negociações de valores mobiliários diretamente nas suas plataformas. A XP apoiou, dizendo que a internalização de ordens colocaria o mercado de capitais brasileiro no mesmo nível que o europeu ou o americano.

A B3 defendeu a manutenção da centralização, valorizando conquistas de um mercado globalmente reconhecido pela sua transparência. Ela apontou que uma fragmentação da atividade de intermediação pode deteriorar o processo de formação de preços e a integridade do mercado. A B3 disse à Mover que reitera todos os pontos trazidos no manifesto.

 

Ligação entre B3 e grandes bancos cria barreira contra concorrentes

“A aprovação do casamento interno de ordens, semelhante aos chamados ‘dark pools’ americanos, é o primeiro golpe à uma estrutura cara e ineficiente” disse Renoir Vieira, da Aurora. “O ambiente institucional e cultural, associado a elementos políticos aponta para mais competição”, completa o investidor, que também é influencer de finanças nas redes sociais.

Já para Rodrigo Amato, da M2M, a principal barreira reside no cordão umbilical que liga a B3 aos grandes bancos. Eles detém o capital e os clientes, que podem oferecer a liquidez necessária para uma nova bolsa.

Hugo Queiroz, analista-chefe do TC Matrix, pergunta quem iria fazer ofertas de ações “quando o crédito corporativo e o capital de giro são controlados pelos grandes bancos? É uma empresa muito sólida”.

 

Ambiente de pós-negociação é principal componente do domínio da companhia

Mas, o que dá mais força ao domínio atual da B3 é seu ambiente de pós-negociação – um dos mais seguros e complexos do mundo. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica, Cade, obrigou a B3 a permitir que a bolsa da Americas Trading Systems utilize esse ambiente. “Um novo entrante não só impactaria pouco na receita da B3, mas abriria a possibilidade de alugar o pós-trading”, disse Hugo Queiroz. Ele estima que fazer uma plataforma de pós-negociação idêntica à da B3 custaria aos rivais quase R$3 bilhões.

Essa tranquilidade reflete alguma “complacência” por parte da B3, disse Eduardo Rosman, do BTG Pactual. “Diferentemente de outras empresas sob nossa cobertura … não vemos a B3 fazendo muito em termos de aumentar o tamanho do mercado endereçável ou da receita, o que é um pouco decepcionante”, disse ele. Porém, destacou que “mesmo assim, a avaliação do papel parece bem atraente. Assim que o ruído se dissipar, a ação deve começar a se recuperar”.

 

Desempenho das ações da B3 (B3SA3)

O papel ordinário da B3 (B3SA3) subiu 1,18% nesta segunda-feira, 14, cotado a R$16,32. A ação acumula queda de 18,70% no ano. O Ibovespa fechou em alta de 0,59%, aos 130,8 mil pontos.

 

Desempenho das ações da B3

 

Para acompanhar o desempenho das ações da companhia responsável pela bolsa de valores e de outras empresas, basta acessar o TC Matrix, ferramenta gratuita do TC.

Texto: Felipe Von Eye Corleta
Edição: Guillermo Parra-Bernal e João Pedro Malar
Imagem: Divulgação


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