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Atualizado há 5 meses

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São Paulo, 17 de maio – Divórcios amigáveis são bons para todos – inclusive no mercado. Se não, que falem Jeff Bezos e Mackenzie Scott, ou a Petrobras e a BR Distribuidora.

 

Venda de participação na BR Distribuidora pela Petrobras está próxima, segundo banqueiro

Mesmo com a alta de 22% no ano, as ações ordinárias da distribuidora (BRDT3) não devem parar por aí e estão com potencial de se tornarem água no deserto, refletindo a expectativa da saída da Petrobras do capital da empresa e a melhora na qualidade do balanço da maior distribuidora de combustíveis do país, de acordo com gestores e contribuidores do TC, como Alexandre Sabanai, da Perfin Asset.

Desde agosto, o investidor especula quando a Petrobras deve vender os 37,50% do capital da BR Distribuidora que ainda detém. Ao que parece, esse dia está cada vez mais próximo, disse um banqueiro de investimento com conhecimento do assunto.

Uma venda em bloco dessa fatia movimentaria mais de R$10 bilhões, tornando-a mais atrativa para fundos locais e estrangeiros que se incomodam com a presença da estatal. Clientes da corretora do Itaú lideram o fluxo comprador do ano, com mais de 25 milhões de ações, segundo dados da Nelogica.

 

Novo presidente da distribuidora sinalizou que falará sobre tema com homólogo na estatal

Apesar de a Petrobras dizer que uma saída da BR Distribuidora depende das condições de mercado, da aprovação do conselho e dos órgãos reguladores, o diretor-presidente da BR Distribuidora, Wilson Ferreira Júnior, sinalizou que discutirá o assunto nesta semana com seu homólogo na Petrobras, Joaquim Silva e Luna.

“Temos nos falado por telefone. Não tenho dúvida de que para Joaquim Silva e Luna também interessa destravar o valor da companhia”, afirmou Wilson Ferreira Júnior na última semana.

Essa conversa pode se tornar um divisor de águas para a BR Distribuidora, que há quase cinco anos busca um destino à parte da Petrobras. Depois da queda do governo petista, a estatal decidiu fazer da distribuidora um exemplo de governança: em 2016 reestruturou a empresa e, em dezembro do ano seguinte, arrecadou mais de R$5 bilhões em oferta inicial de ações, IPO na sigla em inglês. Desde então, a Petrobras sinalizou que sairá completamente da BR Distribuidora, porém de forma gradativa.

 

Perspectiva de saída amigável anima investidores e puxa papel da BR Distribuidora

A perspectiva de uma saída amigável da Petrobras, sem traumas, anima o investidor, que puxou o papel até recuperar o patamar de preço anterior à pandemia de coronavírus. “Wilson conhece Luna dos tempos do setor elétrico, há liga entre eles, sabem da necessidade de botar esse plano em ação – não vejo porque deva demorar muito, até porque o investidor está gostando cada vez mais da tese de investimentos” da distribuidora, disse o banqueiro, que participou recentemente de transações separadas envolvendo as duas empresas.

Mesmo com o desempenho estelar do papel da BR Distribuidora (BRDT3) em relação aos pares Ultrapar (UGPA3) e Cosan (CSAN3), gestores como Alexandre Sabanai acreditam que o preço da ação ainda não reflete o momento atual de melhora da empresa.

 

Resoluções rápidas para divórcios são bem recebidas pelo mercado

Desde que Jeff Bezos e Mackenzie Scott, que juntos criaram a Amazon no início da década de 1990, anunciaram sua separação, em janeiro de 2019, a ação da gigante de tecnologia e varejo subiu 119% – em parte pela rapidez com que o casal resolveu a separação de bens.

Já o divórcio de Bill e Melinda Gates, anunciado duas semanas atrás, está trazendo episódios de relações extramaritais à tona, o que pode criar algum ruído, especialmente em relação à fundação filantrópica que ambos presidem.

No caso da BR Distribuidora, um divórcio faz sentido para a empresa e a Petrobras. Por um lado, os múltiplos da distribuidora evidenciam grande desconto comparado a seus pares, desde métricas combinando preço e lucro até aquelas que comparam as vendas e o lucro operacional.

 

Gestores veem crescente alta de eficiência e crescimento saudável na distribuidora

Para Alexandre Sabanai, a única explicação para essa disparidade seria a participação que a Petrobras ainda detém na empresa. “Não faz sentido você ter um desconto quase como se a BR fosse uma estatal, sendo que está longe disso. É uma empresa a caminho de se tornar uma companhia com capital diluído”, aponta.

Há tempo que a BR Distribuidora é vista com bons olhos por gestores brasileiros, que enxergam crescente ganho de eficiência operacional e crescimento saudável. Os resultados do primeiro trimestre, que foram divulgados na semana passada, reforçaram a tese.

“É uma empresa que tem um crescimento robusto, é muito barata, gera muito caixa e tem feito um grande trabalho de eficiência nos últimos dois anos”, afirma o gestor da Perfin.

 

Balanço forte levou a elevação de expectativas por parte de corretoras e analistas

“A BR Distribuidora, após fortes resultados, atingiu o seu primeiro alvo gráfico em R$26,00, fechando uma lacuna deixada no começo da pandemia do coronavírus. A próxima região de resistência fica na máxima histórica da ação, em R$28,20″ disse Márcio Gomes, analista técnico e contribuidor do TC. “Poderá haver correções no curto prazo já que a alta recente foi muito acentuada, mas é uma bela empresa para se ter em carteira”, completou.

A distribuidora registrou lucro líquido de R$492 milhões no período, superando o consenso TC de R$465 milhões, enquanto a receita líquida somou R$26,13 bilhões no período, ante consenso de R$25,80 bilhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, EBITDA na sigla em inglês, ajustado atingiu R$1,18 bilhão, acima dos R$985 milhões esperados.

Após a divulgação do balanço, casas de análise e corretoras elevaram suas expectativas para as ações da empresa. O Itaú BBA reiterou recomendação de compra, atualizando o preço-alvo de R$31,00 para R$34,00, enquanto o Santander Investment elevou o alvo de R$29,00 para R$33,00, também mantendo compra. “Quem ainda não tem posição na BR Distribuidora, está esperando a operação da Petrobras para montar”, aponta Alexandre Sabanai.

 

Desempenho das ações da BR Distribuidora (BRDT3)

O papel da BR Distribuidora (BRDT3) caiu 0,48% nesta segunda-feira, cotado a R$24,79. As ações ordinária (PETR3) e preferencial (PETR4) da Petrobras subiram 1,17%, a R$25,94, e 1,45%, a R$26,66, respectivamente. O Ibovespa fechou em alta de 0,87%, aos 122,9 mil pontos.

 

Desempenho das ações da BR Distribuidora

 

Para acompanhar o desempenho das ações da distribuidora de combustíveis e de outras empresas, basta acessar o TC Matrix, ferramenta gratuita do TC.

Texto: Peter Frontini e Felipe Corleta
Edição: Karine Sena, Guillermo Parra-Bernal e João Pedro Malar
Arte: TC Mover


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