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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 21 de dezembro – O mercado de fusões e aquisições não deve desacelerar em 2022, mesmo diante de um cenário mais duro para a economia e pelos ruídos produzidos pela eleição presidencial, disseram especialistas na área consultados pela Mover.

De acordo com eles, as empresas com caixa cheio devem continuar em busca de oportunidades para expandir participações de mercado e verticalizar serviços, porém, de maneira mais criteriosa do que nos últimos anos.

“Existe um forte otimismo nesta virada de ano”, disse o sócio fundador da butique de M&A JK Capital, Marcell Portugal. “É tanta liquidez que tem se visto no mercado, com os estímulos colocados internacionalmente, e aqui com a redução dos juros, que as empresas reforçaram seus caixas.”

A abundância de liquidez vista neste ano, resultado de políticas de estímulo monetário e econômico, foi muito bem aproveitada por empresas e fundos de investimentos em participações. Apesar da desaceleração na metade do ano, 2021 foi positivo no mercado de capitais, com muitas companhias abrindo capital e outras aproveitando o primeiro semestre para captar recursos.

Dados da Economatica apontam que o número de ofertas públicas iniciais de ações em 2021 foi o segundo maior desde 2004, com 47 empresas indo à bolsa. E, de acordo com informações da B3, entre IPOs e ofertas subsequentes, o volume total levantado com essas operações totalizou R$130,1 bilhões, segundo maior montante do mesmo período.

Este cenário, junto com as diversas emissões de dívida realizadas ao longo do ano, colocou as empresas em posição confortável para realizar aquisições. Segundo a Economatica, o caixa de 264 companhias não-financeiras listadas na B3 no terceiro trimestre deste ano atingiu R$ 559 bilhões, o maior valor já registrado em 20 trimestres. O estudo não considerou a Petrobras, porque a empresa tem um perfil que distorce a análise.

A perspectiva positiva para 2022 ocorre após um ano bem positivo para fusões e operações. Apesar da segunda onda de contaminações por covid-19 e da deterioração econômica, o Brasil registrou 1.356 operações de M&A no acumulado do ano até outubro, de acordo com levantamento realizado pela firma de consultoria e auditoria PwC Brasil. O número é 69,1% maior que o apurado no fechado de 2020, quando foram feitas 802 transações.

Alvos de fusões e aquisições

Com caixa cheio, dois fatores devem levar empresas a buscarem ativos no ano que vem. O primeiro deles é a possibilidade de expandir a atividade de forma inorgânica, a motivação tradicional das operações de M&A.

A expectativa é de que setores como saúde, educação e tecnologia continuem sendo o foco das fusões e aquisições, com grandes companhias buscando consolidar suas posições de mercado.

Conforme o levantamento da PwC Brasil, até outubro, a área de tecnologia e de saúde foram as indústrias que responderam pela maioria das transações — 44,7% e 8,8% do total, respectivamente.

A segunda motivação para M&As em 2022 será o movimento de verticalização de serviços que companhias querem trazer para dentro de seus negócios, com a meta de trazer soluções em todas as pontas da operação, visando ter maior controle sobre processos e entregar a melhor experiência ao consumidor.

Trata-se da reversão de uma tendência de terceirização de serviços considerados não-essenciais para as operações, em movimento que beneficia especialmente o setor de tecnologia.

“As empresas estão querendo inovar rapidamente, verticalizar, entregar a experiência para o consumidor, a solução de ponta a ponta”, afirmou à Mover a sócia da Fortezza Partners. Priscila Cardanha. “As companhias vão em busca de empresas que complementam os serviços que ela presta.”

Fundos de investimentos

No caso dos fundos de investimentos em participações, o cenário é ainda mais promissor. Com os juros voltando aos patamares de dois dígitos, operações de abertura de capital na bolsa ficam menos atrativas para os investidores, forçando companhias a buscarem outros meios para se financiarem. Assim como as empresas, os fundos estão capitalizados e prontos para as compras.

“Nos momentos em que a Bolsa fica restritiva, a empresa que pensava em IPO começa a conversar com os private equities”, afirmou o sócio sênior da G5 Partners, Levindo Santos.

“Muitas acabam voltando para um estágio intermediário, entre empresa imatura e abertura de capital. O que vimos em 2019 e 2020 foram muitas empresas pulando esse estágio, porque a Bolsa estava aquecida”, afirmou Santos à Mover.

Cautela

A disponibilidade de recursos e as necessidades de crescer e agregar serviços devem se sobrepor aos riscos políticos e econômicos previstos para 2022, aquecendo o mercado de M&As. No entanto, isso não significa que as compras serão feitas a qualquer valor ou múltiplo.

A economia e a política podem não inibir companhias que pensam em um horizonte de longo prazo na hora de comprar uma empresa, mas essas turbulências devem influenciar nos detalhes das operações. E a pandemia deixou um rastro de companhias pelo caminho, permitindo aos compradores serem mais seletivos.

“Quando a economia está em expansão, há risco de as transações perderem a racionalidade, argumentação estratégica”, disse Santos, da G5 Partners. “Nos ciclos recessivos, continua tendo M&As, mas o mercado está vendedor. A disciplina acaba retornando, os compradores fazem mais contas.”

Texto: Ivan Ryngelblum
Edição: Gabriela Guedes
Imagem: Vinícius Martins / Mover

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