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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 25 de outubro – Para grupos de saúde como a Rede D’Or, manter o ritmo de consolidação iniciado no setor quase seis anos atrás é imperativo. Já para laboratórios e planos de saúde, juntar-se a rivais pode garantir a sobrevivência ou a chance de crescer mais.

A excessiva fragmentação e a busca por escala para reduzir custos operacionais oferecem a planos de saúde, laboratórios e hospitais a chance de crescerem geograficamente e aumentarem o poder de barganha junto a fornecedores, disse em entrevista recente à Mover o presidente do Sindicato de Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo, Sindhosp, Francisco Balestrim.

A pandemia da Covid-19 e a valorização da saúde privada lançaram mais holofotes – e recursos – sobre o setor. Clínicas oncológicas, oftalmológicas, ortopédicas e até de estética se tornaram alvo de potenciais aquisições, de acordo com banqueiros de investimento e executivos do setor.

A lista não para por aí: entre os alvos há bancos de sangue, centros de infusão, centros de testes genéticos, centros de fertilidade, empresas de tecnologia médica e serviços de telemedicina, que ainda estão em fase de regulamentação no Brasil.

Há também em negociação carteiras de clientes de operadoras de planos de saúde e de empresas do segmento, disseram fontes à Mover. No total, são 735 operadoras em atividade e 19 mil planos ativos que atendem a 48,5 milhões de beneficiários.

Os mais almejados, no entanto, são os hospitais de médio e grande portes, pela possibilidade de redução de custos e de domínio geográfico. O Brasil tinha quase 4,2 mil hospitais privados em dezembro, segundo a Confederação de Saúde. Na década passada, foram fechados 629.

“Há muitas joias da coroa. Mas precisa saber comprar. É isso que o setor aprendeu nesses anos. Por isso, a onda de fusões e aquisições não deve perder fôlego, pelo menos nos dois próximos anos”, disse um analista de banco de investimento focado no setor.

No entanto, disse ele, por trás dessa dança bilionária se esconde uma realidade assustadora: o crescimento econômico perde ímpeto com o envelhecimento da população - o que deve demandar cada vez mais investimentos e melhores serviços de saúde.

Isso também, aponta o analista, traz muitas oportunidades.

'Patinho feio'

“Se anos atrás o setor era um ‘patinho feio’, hoje as empresas avançam na cadeia como um todo, para serem mais preditivas, oferecerem jornadas melhores aos pacientes e buscarem margens melhores”, disse Renato Stuart, sócio da RGS Partners, uma assessoria de fusões e aquisições com mandatos no setor.

Esses serviços, especialmente os médico-hospitalares, têm grande potencial de expansão no Brasil. Apenas um em cada quatro brasileiros tem acesso à rede privada de saúde, afirma Luis Fernando Joaquim, sócio-líder de Life Sciences & Health Care da Deloitte. Mais acesso, portanto, desafogaria o sistema público de saúde, que ficou sobrecarregado com a pandemia da Covid-19.

Por outro lado, a maioria dos hospitais e clínicas está em mãos de famílias, muitas formadas por médicos, com grande espaço para profissionalização da gestão e para inclusão de tecnologia e práticas empresariais mais modernas, aponta Joaquim.

Isso, para quem compra, pode se traduzir em mais lucratividade. Por isso que, para um consolidador, disse Stuart, é melhor comprar um hospital em funcionamento do que construi-lo do zero.

Relevante também é a falta de leitos hospitalares: o Brasil devia ter de 25 mil a 30 mil leitos a mais, na opinião de Otávio Lazcano, diretor financeiro e de relações com investidores da Rede D’Or.

Bala na agulha

Quem está de olho é porque está com bala na agulha: Rede D’Or e Dasa levantaram quase R$16 bilhões por meio de ofertas de ações desde dezembro. A firma de private equity Pátria Investimentos também está presente nesse grupo, por meio da sua holding de saúde Athena.

NotreDame Intermédica e Hapvida, cuja fusão está sendo avaliada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, ainda estão à procura de mais hospitais e planos. As rivais Mater Dei e Kora Saúde, fundos de investimentos e até a Bradesco Seguros, que detém 25% do capital da Fleury e controla a Odontoprev, estão, assim como a SulAmérica, com apetite para adquirir mais rivais.

No primeiro semestre deste ano, por exemplo, o número de combinações empresariais no setor já bateu o de 2020. Segundo a Deloitte, no ano até julho foram concluídas 104 operações e mais 24 transações estavam em andamento, ante 108 no ano anterior.

Já dados do BTG Pactual contabilizam 33 transações no segmento de laboratórios, totalizando ao menos R$21 bilhões; houve perto de quatro transações no segmento de distribuição de produtos médicos, no valor de R$1,2 bilhão; e de 25 no segmento de hospitais, que totalizaram R$13 bilhões.

Verdadeiras joias

Alguns ativos do setor, especialmente hospitais, são vistos como verdadeiras joias da coroa.

Esse é o caso da fatia de 10% que a família do falecido pioneiro da consolidação no setor, Edson de Godoy Bueno, detém na rede de assistência médica Amil. Esses ativos estão estimados em R$10 bilhões, disseram fontes à Mover. Bueno vendeu a Amil à americana UnitedHealth Group, em 2012. Seus descendentes controlam a Dasa.

Recentemente, SulAmérica e Hapvida protagonizaram disputa pela HB Saúde, uma das maiores operadoras de planos de saúde do interior paulista. Hapvida levou a melhor, o que foi uma boa escolha dos sócios da adquirida, disse Luís Mazzarella Martins, sócio da JK Capital.

No caso do laboratório Alliar, por exemplo, a proposta de compra de controle por parte da rival Fleury manteria seus principais sócios ativos no negócio, participando da expansão da empresa sem serem totalmente diluídos ou, no pior dos casos, expulsos, fontes disseram ao Scoop by Mover no mês passado.

O alto prêmio prometido pela Fleury afastou pretendentes, entre eles, a Rede D’Or e o laboratório Hermes Perdini. Curiosamente, na mesma semana, um fundo controlado pelo investidor Nelson Tanure acertou a compra de 27% da Alliar detida pelo Pátria, que queria sair do negócio.

Outros alvos potenciais incluem o Grupo Assim Saúde, rede verticalizada pertencente à família Chidid e com mais de 100 hospitais e atuação no Rio de Janeiro.

Consultores e banqueiros também mencionaram ativos da Unimed, maior sistema privado de saúde do país, com cerca de 350 cooperativas, todas independentes e que, portanto, podem fazer transações sem necessidade de anuência das demais.

“As Unimeds estão perdendo espaço onde antes eram soberanas”, observa Sheila Mittelstaedt, sócia-líder de Health e Life Sciences na KPMG. O Sistema Unimed tem mais de 17 milhões de usuários de planos e 142 hospitais, além de cerca de 170 laboratórios e da presença maciça em âmbito nacional.

Texto: Iolanda Nascimento

Edição: Guillermo Parra-Bernal

Arte: Mover

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