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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 28 de outubro – A aquisição do Hospital Santa Isabel, na capital paulista, anunciada na terça-feira, 27, pela Rede D’Or, é mais um passo dado pela maior rede hospitalar do país rumo ao seu ambicioso plano de dobrar de tamanho até 2025.

Com quase uma dúzia de aquisições de hospitais somente neste ano, a empresa deverá ir às compras quantas vezes forem necessárias para cumprir sua estratégia de expansão à risca, disse à Mover o diretor financeiro e de relações com investidores da empresa, Otávio Lazcano.

O executivo avisou, entretanto, que as aquisições respondem por apenas um terço da expansão prevista para o período. O plano de crescimento da rede hospitalar, criada e controlada pela família Moll, envolve também investimentos superiores a R$9,4 bilhões em construção e ampliação de hospitais.

“Somente com os projetos greenfield e brownfield já traçados a empresa incorporará mais de 6,7 mil leitos aos 9,7 mil existentes, até o final de 2025, mas com alguma concentração de abertura em 2023 e 2024″, disse.

Rede D’Or, compradora raiz

A Rede D’Or tem longo histórico de aquisições. Já comprou 140 empresas ao longo de sua história, iniciada na área de medicina diagnóstica, no Rio de Janeiro, em 1977. Uma década depois, a família Moll vendeu ativos e entrou na área hospitalar, com a marca Rede D’Or.

Desde então, mais de 40 hospitais em várias partes do país já foram adquiridos e incorporados ao portfólio. A rede tem 64 hospitais, além de 47 clínicas. E não falta caixa para ir ao mercado.

“No final de junho, a Rede D’Or contabilizava R$14,0 bilhões para fazer investimentos”, diz Lazcano, ressaltando ainda o baixo endividamento, de cerca de 1,5 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, conhecido como EBITDA, ao final do segundo trimestre, “e com perfil alongado”.

Grande parte desses recursos ainda é oriunda da oferta inicial de ações realizada pela empresa ao final do ano passado, quando arrecadou quase R$11,5 bilhões, o que tornou a operação a terceira maior da história da bolsa brasileira, além de mais de R$1,7 bilhão em follow-on este ano.

Mas capital nunca foi uma restrição no passado mais recente do setor para que investimentos em saúde privada, incluindo aquisições, fossem realizados no país, afirmou Lazcano. “Há várias formas de se buscar recursos para expansão, como as casas de private equity, entre outros instrumentos também usuais, fora os empreendedores, homens de visão que investem no mercado.”

Lazcano fez contraponto ao forte movimento de oferta pública inicial, IPO na sigla em inglês, das empresas do setor, que começou a se fortalecer há cerca de três anos e foi ganhando corpo. “A Rede D’Or sempre apresentou taxas de crescimento anuais da ordem de 30% há mais de dez anos. Só foi ao mercado de capitais no ano passado”, afirmou.

Caixa em dia

Por isso, a companhia deve financiar seus planos de crescimento com o caixa disponível, “além de uma combinação de recursos decorrentes de suas atividades operacionais; de investimentos dos seus acionistas; e de empréstimos e financiamentos contraídos junto ao mercado financeiro e ao mercado de capitais”.

O número de beneficiários de saúde privada no Brasil, que cresce lentamente, também não é um impeditivo para os planos de expansão da empresa, observou. “Nosso plano de negócios não depende de aumento de número de vidas cobertas. Se houver aumento, melhor ainda.”

Para Lazcano, a tese de investimento em saúde privada no Brasil é boa, forte e mal começou, o que explica o movimento de consolidação. Ela é justificada, especialmente, sob o ponto de vista demográfico. São cerca de 1,0 milhão de pessoas a mais na população brasileira por ano, disse, além da maior longevidade, com cada vez mais pessoas atingindo a velhice.

“Assim, há uma tendência de maior recorrência a serviços médico-hospitalares, com demandas mais complexas para a população de idade mais avançada. São enormes os ventos favoráveis. Há uma insuficiência de leitos crônica no país. Faltam entre 25 mil e 30 mil leitos hoje para se oferecer uma medicina mais inclusiva e de qualidade no país”, afirma.

Projetos no forno

A Rede D’Or tem mais de 40 projetos no forno, incluindo greenfield – projetos ainda em estágio incipiente e inicial – e brownfield – ativos já consolidados e com estrutura pronta. Serão mais doze novos hospitais até 2025, a maioria em São Paulo e no Rio de Janeiro, que acrescentarão mais 2.771 leitos e consumirão R$4,02 bilhões em investimentos.

Neste ano, em maio, a companhia já inaugurou o premium Hospital Vila Nova Star, na capital paulista, para concorrer com Sírio-Libanês e Albert Einstein. O empreendimento custou mais de R$229,0 milhões.

Entre os novos a serem erguidos estão o hospital Novo Barra, no Rio de Janeiro, que custará R$531,75 milhões; e um hospital em Campinas, interior de São Paulo, ao custo de R$485,53 milhões.

Outros R$5,38 bilhões já estão sendo ou serão aplicados em ampliações de 30 hospitais da rede, acrescentando mais 3.892 leitos. Nesse plano, está o Quinta D’Or, na capital fluminense, que receberá R$533,08 milhões até 2024 e terá mais 370 leitos.

Desempenho das ações da Rede D’Or

Perto das 14h35, o papel ordinário da Rede D’Or (RDOR3) operava em queda de 0,41%, a R$60,36. No ano, a ação acumula queda de 9,94%. No mesmo horário, o Ibovespa caía 0,12%, aos 106,2 mil pontos. Ação da Rede D

Para acompanhar o desempenho das ações da companhia de saúde e de outras empresas listadas na bolsa brasileira, basta acessar o TC Matrix, ferramenta gratuita do TC.

Texto: Iolanda Nascimento
Edição: Gustavo Boldrini e Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins / Mover

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