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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 15 de dezembro – A possível aprovação de um novo conjunto de regulações para empresas de pagamento e fintechs pode impactar e trazer novos desafios para o Nubank em sua busca por rentabilidade e lucratividade no longo prazo, avaliam analistas ouvidos pela Mover.

A resolução do Banco Central que aperta as regras regulatórias após a consulta pública 78/2020 deve sair ainda neste ano, de acordo com uma fonte a par do assunto ouvida pela Mover. A decisão pode ser fechada após reunião do Conselho Monetário Nacional, CMN, nessa quinta-feira.

Será o último encontro do CMN antes de o diretor de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello, deixar seu cargo. Ele foi um dos principais promotores da agenda de competitividade e abertura do mercado brasileiro às fintechs por meio das Agenda BC+ e BC#.

No edital da consulta pública, a autarquia prevê a criação de um sistema de classificação das companhias de pagamento em três grupos e a exigência de um capital regulatório mínimo para trazer mais segurança ao sistema e reduzir a “assimetria regulatória” em relação aos grandes bancos do país.

Hoje, os seis grandes bancos do chamado segmento S1 – Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander Brasil, Caixa e BTG Pactual – precisam ter alinhamento total com as recomendações da terceira versão do Acordo de Basileia, um conjunto de regras adotadas por instituições financeiras do mundo todo para manter o bom funcionamento do mercado e evitar riscos como a quebra do Lehman Brothers, estopim da crise econômica de 2008.

Dentre essas regras, está a determinação de que o banco deve manter em caixa ao menos 10,5% do valor atual dos seus empréstimos para conservar seu próprio capital, além de outros 2,5% sobre o capital emprestado, para a instituição estar preparada para uma eventual crise do sistema financeiro, como a de 2008.

Empresas como Nubank, Mercado Pago, Picpay e outros bancos digitais não estão sob o crivo das obrigações de Basileia, e portanto possuem mais liberdade para investir visando crescimento.

O BC propõe, no edital da consulta pública, que o capital regulatório mínimo para fintechs e empresas de pagamento seja calculado considerando o volume de transações que a companhia realiza, e seu ativo, chegando-se a uma ponderação dos riscos que essa empresa está se expondo, para “prover tanto a cobertura dos riscos associados aos serviços de pagamento prestados quanto dos riscos oriundos das demais atividades exercidas”.

Sem pressão

De maneira resumida, este novo cenário deve exigir que o Nubank, Picpay, Mercado Pago e outras fintechs tenham mais fôlego financeiro e corram menos riscos.

Depois de levantar US$2,6 bilhões na oferta pública inicial na Bolsa de Nova York, na semana passada, o Nubank ainda não deve sentir o peso regulatório no curto prazo, já que está bem capitalizado. Contudo, sua capacidade de crescer e investir no médio e longo prazo podem ser “travadas” pelas novas regras, avalia o analista Carlos Daltozo, da Eleven Research.

“Isso pode ser um limitador lá na frente. Talvez o Nubank não consiga crescer tão rápido devido a essa necessidade de maior capital regulatório. Isso traz um custo extra, necessidade de relatórios ao Banco Central, e uma série de despesas adicionais com a fiscalização que podem ser um limitador do crescimento”, avalia.

Após o IPO em Nova York, o Nubank passou a ser avaliado em mais de US$40 bilhões, tornando-se a empresa financeira mais valiosa da América Latina e superando gigantes como Itaú Unibanco e Bradesco, bancos privados de maior lucratividade do mercado brasileiro.

Hora da decisão

Com esse tamanho em termos de avaliação do mercado e sem registrar lucros trimestrais desde sua fundação, em 2013, o Nubank não terá outra alternativa senão criar ferramentas para rentabilizar sua operação, mas, para isso, terá que jogar de acordo com as “regras do jogo”, avalia Luis Miguel Santacreu, analista da Austin Rating, uma agência de classificação de risco.

“Não se pode achar que um banco que não deu lucro até agora vai cair nas graças do mercado para sempre. Se quiser dar crédito, oferecer serviços, ser rentável, vai ter que jogar nas regras dos bancos, e para isso a modulação regulatória é crucial”, disse.

“Chegou o momento de uma decisão: se a falta de regulação começa a trazer problemas porque a fintech estava muito alavancada, atuando igual a um banco mas sem uma devida limitação de crescimento, temos um risco. É aí que o BC entra”, diz.

Batalha

O episódio mais notório da “batalha” entre a Federação Brasileira de Bancos, Febraban, e fintechs foi uma troca de farpas públicas entre a entidade que representa os grandes bancos e a Zetta, associação formada por Nubank, Mercado Pago e outras empresas, em setembro.

Na ocasião, uma publicação da Zetta no Twitter acusando os bancões de elevarem tarifas durante a pandemia e uma peça publicitária do Mercado Pago caracterizando os bancos como “dinossauros” foram o estopim para uma resposta pública da Febraban afirmando que o Nubank cobra mais juros que as maiores instituições financeiras brasileiras e que as fintechs “pagam meia entrada” para competir.

Em nota enviada à Mover, a Febraban disse que atua “com transparência” junto ao Banco Central para capitanear discussões sobre o ambiente regulatório, e que as “assimetrias distorcem a competição e dão uma sinalização errada aos agentes econômicos, com potencial de fragilizar a indústria e, ao final, também o consumidor”.

A Zetta, também em nota à Mover, diz que “reconhece a complexidade do tema abordado na Consulta Pública 78 e acredita que o Banco Central levará em conta aspectos como o risco, porte e complexidade das instituições para avançar ainda mais na ampliação da competição e do acesso da população a serviços financeiros.”

Equilíbrio

A explosão das fintechs, que deu ao Nubank e outras empresas do setor a possibilidade de revolucionar o acesso do brasileiro ao crédito, nasceu de um esforço do Banco Central iniciado em 2016, com a publicação da chamada Agenda BC+, que trouxe uma série de medidas que possibilitaram o surgimento de várias empresas de pagamento e crédito sem ligação com os grandes bancos.

Na ocasião, o alvo do BC era combater a concentração dos serviços financeiros entre os cinco maiores bancos do país: Itaú, Bradesco, Santander Brasil, Banco do Brasil e Caixa. Agora, o desafio é outro.

“Agora o Banco Central precisa encontrar um equilíbrio regulatório. Manter ideia da concorrência, mas também tem que olhar que, dado o tamanho de uma fintech ou banco digital, se não fiscalizar, pode gerar problemas com clientes, com risco de um crescimento desordenado que gere inadimplência e quebre todo o sistema”, diz Santacreu.

Conforto

O Nubank alcançou a marca de 40 milhões de clientes em junho, ainda atrás dos cinco bancos anteriormente citados. Em abril deste ano, um relatório da XP previu que o “roxinho” pode ultrapassar os rivais até 2023, diante do forte ritmo de adição de novos clientes, que beira cerca de 1 milhão por mês.

Apesar das projeções, Daltozo, da Eleven, vê os grandes bancos ainda numa situação confortável em termos de competitividade, uma vez que detêm um conjunto maior de serviços já estabelecidos em seus modelos de negócio.

“O mercado às vezes subestima o poder de adaptação dos grandes bancos. Hoje o Nubank tem cartão, conta e plataforma de investimentos. Provavelmente vai avançar para crédito pessoal, imobiliário, seguros. Mas ainda tem toda parte de mercado de capitais, gestão de recursos de terceiros, crédito para pessoa jurídica, que um banco completo ainda detém. É uma posição ainda muito confortável dessas grandes instituições em termos de competição”, disse.

Com base no prospecto inicial do IPO do Nubank, Daltozo vê a empresa mais focada em crescer nos seus negócios-chave – cartão de crédito, conta corrente e plataforma de investimentos – nas suas filiais de Colômbia e México, ampliando a base de clientes, para “aí sim lançar mais produtos e capitalizar sua própria base”.

No documento enviado aos órgãos reguladores das Bolsas de Nova York e São Paulo, o Nubank reafirma que o foco da sua administração é o longo prazo, “mesmo que essa postura por vezes traga implicações na rentabilidade de curto prazo”, o que justifica sua opção por “encantar os clientes” via serviços mais baratos, por vezes gratuitos, e menos burocráticos.

A ação da Nu Holdings, controladora do Nubank, fechou o pregão da última terça-feira, 14, despencando 8,23%, a US$9,92, numa valorização de 10,2% em relação ao valor pelo qual o papel foi avaliado no IPO, de US$9,00.

Texto: Gustavo Boldrini
Edição: Renato Carvalho e Gustavo Bonato
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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