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Atualizado há 3 meses

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Brasília, 21 de julho – O relatório do Banco Mundial divulgado na última terça-feira, 20, aponta que a crise econômica em decorrência da pandemia da Covid-19 provocará efeitos sobre o emprego e o nível de salário do trabalhador médio no Brasil por até nove anos.

“Por exemplo, no Brasil e no Equador, embora os trabalhadores com ensino superior não sofram os impactos de uma crise em termos salariais e sofram apenas impactos de curta duração em matéria de emprego, os efeitos sobre o emprego e os salários do trabalhador médio ainda perduram nove anos após o início da crise”, informa o relatório, assinado por Joana Silva, Liliana Sousa, Truman Packard e Raymond Robertson.

Banco Mundial acredita que a crise seja mais intensa para trabalhadores sem ensino superior

Dessa forma, de acordo com o Banco Mundial, as cicatrizes de uma crise econômica são mais intensas para trabalhadores sem ensino superior, por exemplo, que são menos qualificados. O banco também estende a visão a novos ingressantes no mercado de trabalho. Eles tendem a possuir um início de carreira pior, do qual não conseguem se recuperar.

“É muito mais provável que as cicatrizes se manifestem por meio de taxas mais altas de desemprego e informalidade anos depois do que por meio de salários mais baixos”, complementa o documento, intitulado “Emprego em crise: Trajetórias para melhores empregos na América Latina pós-covid-19”.

No Brasil, a taxa de desemprego registrada no trimestre até abril ficou em 14,7%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, IBGE. Foi um patamar recorde, com 14,8 milhões de pessoas em busca de uma vaga no mercado de trabalho.

Desemprego em setores primários deve perdurar por mais tempo, diz Banco Mundial

Segundo o Banco Mundial, na esteira de uma crise econômica, as perdas de emprego possuem duração de tempo maior para trabalhadores formais em localidades com setores primários maiores, dentre os quais, por exemplo, agricultura, pecuária, pesca e extrativismo, bem como setores de serviços menores, além de um menor número de empresas de grande porte.

“As economias da América Latina e Caribe levam muitos anos para se recuperar da contração dos empregos formais causada por uma crise: 20 meses após o início de uma recessão, o emprego na economia continua menor, e o emprego formal mantem-se menor por mais de 30 meses após o início da recessão.”

Banco Mundial sugere reformulação de seguro-desemprego na América Latina

Em outro ponto do relatório, o Banco Mundial destaca que a execução de programas anticíclicos de apoio à renda, como o seguro-desemprego, apresenta resposta fraca aos choques em países nos quais estão inseridos na América Latina, como o Brasil. Com isso, sugere sua reformulação.

De acordo com a instituição, a alta informalidade presenciada em grandes segmentos da força de trabalho não é contemplada pelo seguro-desemprego tradicional. “A ampliação dos programas de transferência voltados para as necessidades das famílias – e não se o emprego perdido era formal ou informal – pode ter uma função ‘estabilizadora'”, justifica a instituição.

Orçamento de seguro-desemprego brasileiro gira em torno de US$41 bilhões

O Banco Mundial também alerta que somente um terço dos países que compõe a região possui esse tipo de instrumento de apoio à renda. No Brasil, por exemplo, neste ano, o benefício tem um orçamento de R$ 40,9 bilhões.

Conforme as atuais regras, têm acesso ao seguro-desemprego quem atuou em regime CLT e foi demitido sem justa causa; trabalhadores que estiverem cursando programa de qualificação e tiveram o contrato de trabalho suspenso pelo trabalhador. Também são elegíveis ao benefício pescadores em período de defeso – época de pesca controlada ou proibida. As pessoas resgatadas em condições análogas à escravidão também estão podem receber.

Texto: Gabriel Ponte
Edição: Clara Guimarães e Letícia Matsuura
Arte: Mover


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