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Atualizado há 11 meses

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São Paulo, 25 de fevereiro – O Índice Geral de Preços – Mercado, o IGP-M, registrou alta de 2,53% em fevereiro, segundo a Fundação Getúlio Vargas, acima do consenso do TC, que estimava alta de 2,45%, impulsionado pela alta dos combustíveis Em relação a janeiro, a chamada inflação do aluguel teve uma leve desaceleração, já que no mês passado o IGP-M ficou em 2,58%. Assim, o dado acumula alta de 5,17% no ano e 28,94% no acumulado de 12 meses.

 

Alta da gasolina puxou o IGP-M de fevereiro

O IGP-M de fevereiro foi pressionado pela alta dos combustíveis, em especial no preço da gasolina, que subiu 17,43% no mês, segundo a FGV. Acontece que o aumento do preço das commodities e dos combustíveis nas refinarias infere justamente no Índice de Preços ao Produtor Amplo, o IPA, que tem peso de 60% no IGP-M.

Em fevereiro, o IPA teve aumento de 3,28%, ante a alta de 3,38% em janeiro. O IGP-M mais salgado que o previsto pressionou os contratos de juros futuros, já que reforça a aposta de uma alta da Selic já em março. Os DIs chegaram a avançar até 4 pontos-base por volta das 10h05. Contudo, os contratos futuros de juros viraram e recuavam em até 5 pontos-base.

 

IPC desacelerou em fevereiro

Já o Índice de Preços ao Consumidor, o IPC, que tem peso de 30% no IGP-M, subiu 0,35% no mês, ante a alta de 0,41% em janeiro. Cinco das oito classes do IPC tiveram desaceleração, em especial o grupo de alimentação e de habitação. Esse último chegou a apresentar deflação de 0,29%. Com os 10% restante do peso do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção, o INCC, acelerou para 1,07% no período pesquisado, ante a alta de 0,93% em janeiro.

 

Alta do IGP-M impacta principalmente nos valores de aluguéis

Um dos principais impactos da aceleração do IGP-M é nos aluguéis, que costumam ser corrigidos anualmente pelo índice. Mas uma alta de 28,94% em um momento de retração da economia e do emprego deve ser alvo de negociação entre inquilinos e proprietários, especialmente diante do mercado de locação ainda desaquecido.

Um repasse do IGP-M de mais de 20% para parte dos preços, reflexo da indexação herdada do longo período de hiperinflação brasileira, é um dos riscos para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, e para as metas de inflação do Banco Central. Apesar de o Comitê de Política Monetária, Copom, relevar as insistentes altas do IPCA e a disparada dos preços dos alimentos, o aumento dos preços dos combustíveis também pode começar a pressionar os índices ao consumidor.

Portanto, toda atenção deve estar nos próximos meses no comportamento do varejo, sob risco de o Banco Central ter de subir antes do desejado a taxa básica de juros, a Selic, visto que na última reunião do comitê foi retirada a orientação futura, ou forward guidance.

 

Como calcular a correção de contratos com IGP-M?

O cálculo para correção de contratos, como o aluguel, utilizando o IGP-M é feito de forma simples. Geralmente, considera-se o acumulado de 12 meses no cálculo do reajuste. No caso de reajuste em fevereiro, o dado utilizado seria 28,94%.

Assim, os 28,94% do IGP-M equivalem a 0,2894. O cálculo consiste em 1 + IGP-M e, depois da soma, basta multiplicar pelo valor do aluguel. Ou seja, 1,2894 x valor do aluguel.

 

Diferença entre os IGPs

O cálculo do IGP-M também se aplica aos outros índices gerais de preços da FGV, o IGP-10 e o IGP-DI. A diferença entre os IGPs é a data de coleta de informações. O IGP-10 mede a variação de preços entre o dia 11 do mês anterior e o dia 10 do mês de referência. Já o IGP-DI, leva em consideração os dados do primeiro ao último dia do mês de referência. O IGP-M é medido por informações coletadas entre os dias 20 do mês anterior e dia 21 do mês de referência.

Texto: Guilherme Dogo
Edição: Bárbara Leite e Letícia Matsuura
Imagem: Vinícius Martins / TC Mover


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